Mulheres grávidas podem comer peixes?

As mulheres grávidas precisam dar atenção especial à alimentação, e, por isso, surgem muitas dúvidas sobre quais alimentos são ou não permitidos às gestantes.

Uma das dúvidas mais comuns é sobre o consumo de peixes durante a gestação. Afinal, mulheres grávidas podem comer peixes?

Mulheres grávidas podem comer peixes
mulher grávida/foto

Quando as gestantes comem peixes, elas expõem o feto à neurotoxina metil mercúrio. Por outro lado, os peixes contêm compostos que estimulam o desenvolvimento cerebral do bebê, como os ácidos graxos poli-insaturados, conhecidos como ômega-3.

Pesquisadores da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, avaliaram nutricionalmente 225 mulheres grávidas e monitoraram o desenvolvimento da fala e da inteligência de seus filhos.

Os resultados mostraram que filhos de mães que consumiam peixe apresentavam melhor desenvolvimento do que os de mulheres gestantes que não consumiam esse alimento.

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Vasinhos no rosto (telangiectasia ou rosácea), o que são?

Vasinhos no rosto (telangiectasia ou rosácea), o que são?A olho nu, os vasinhos no rosto (também chamados de telangiectasia ou rosácea) parecem ser apenas "manchinhas" avermelhadas, mas não são. Acompanhe!

O que são os vasinhos no rosto?

Os vasinhos no rosto são formados por um processo inflamatório intenso, resultante do abuso de peelings químicos que pode levar a um aumento da vasodilatação do rosto, provocando o problema na asa do nariz, ao redor dos lábios, nos olhos e na testa.

"Quando fazemos peeling químico, estamos criando um processo inflamatório, 'queimando a pele' para ela descamar. Se esse processo for excessivo, abusivo, pode gerar, sim, os vasinhos no rosto", argumenta a Dra. Aline Lamaita, médica do corpo clínico do Hospital Albert Einstein.

A angiologista afirma que o aparecimento dos vasinhos tem relação com um mecanismo de defesa do organismo. Segundo ela, toda vez que há um processo inflamatório em alguma região, o corpo entende que precisa cicatrizar, levando mais nutrientes e fatores de cicatrização para aquele local.

Preenchimento com ácido hialurônico

Como ele faz isso? Fazendo uma vasodilatação, abrindo a circulação do local, para poder levar o que é necessário para cicatrizar.

Em pacientes que já têm o problema, qualquer coisa que cause um processo inflamatório, -- até tomar sol em excesso -- e fazer uso de medicação mais forte, piora a rosácea e começam a aparecer vasinhos na bochecha, na região do malar e no nariz.

Segundo a médica, a predisposição individual é um principal fator ligado ao aparecimento das telangiectasias e veias na região do rosto — e até mesmo crianças podem apresentar o problema na pele —, mas há outros como: envelhecimento (predisposição aumenta com a idade); exposição ao sol (os vasos aparecerem principalmente na face, pescoço e colo); gravidez (acontece por mudanças hormonais e podem desaparecer ou não após o parto); uso de cremes à base de corticoide; além da rosácea e excesso de peelings químicos.

Os vasinhos no rosto têm tratamento?


A Dra. Aline Lamaita ressalta que o uso de laser Nd Yag 1064 ou luz pulsada resolve o problema. "A luz pulsada é capaz de tratar a grande maioria dos vasinhos de face. Mas o Laser Nd Yag 1064 é o que existe de mais específico para tratamento de lesões vasculares apresentando maior efetividade no tratamento", explica.
 
O tratamento apresenta bons resultados, segundo a médica, é feito em média em uma a cinco sessões (dependendo do tipo de lesão) e tem grande nível de segurança, já que a dor é amenizada com uso de aparelhos resfriadores de pele.

Radiofrequência para flacidez funciona mesmo?

Quanto aos cuidados antes e depois do tratamento, a médica detalha que não se deve aplicar cremes ou maquiagem no rosto no dia (para evitar interação com laser e evitar queimaduras), evitar a exposição ao sol durante cerca de uma semana, usar protetor solar com fator 50 ou 60 e, em casos raros, especialmente para peles mais sensíveis, pomadas à base de corticoide.

"É natural que, depois de algum tempo, os vasinhos voltem a aparecer, pois sua origem básica envolve fatores genéticos e hormonais, que não são modificados com o tratamento. O procedimento pode ser repetido, sem limite", explica.

Fonte: Cirurgiã vascular e angiologista, Dra. Aline Lamaita é médica do corpo clínico do Hospital Albert Einstein. Formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, é Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia e do American College of Phlebology. A médica possui título de especialista em Cirurgia Vascular pela Associação Médica Brasileira / Conselho Federal de Medicina. http://www.alinelamaita.com.br/

Redação: Renata Fraia - farmacêutica e jornalista, atuando desde 2008 na atenção e assistência farmacêutica nos blogs Saúde da Mulher e Saúde com Ciência
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