Prevenção de doenças genéticas nos filhos: a difícil escolha dos pais

A seleção de embriões sem alterações genéticas é especialmente indicada para famílias acometidas por doenças raras de caráter hereditário.

Prevenção de doenças genéticas nos filhos: a difícil escolha dos pais
Prevenção de doenças genéticas nos filhos: a difícil escolha dos pais

Impedir a transmissão de doenças hereditárias, selecionando os embriões sem essas alterações genéticas. Esse procedimento preventivo, é cada vez mais comum no Brasil, mas os casais ainda enfrentam vários dilemas no momento de tomar essa decisão. Isso porque o diagnóstico genético pré-implantacional vai além dos aspectos médicos e envolve também fatores sociais, familiares, legais e religiosos.



Doutor em Genética Reprodutiva e diretor da clínica Chromosome Medicina Genômica, o médico Ciro Martinhago ressalta que é preciso lembrar, em primeiro lugar, que ainda não existe tratamento para mais de 95% das doenças genéticas conhecidas.

“Por isso, nesses casos, a prevenção por meio do diagnóstico genético pré-implantacional é a única saída”, afirma.
O diagnóstico pré-implantacional é uma espécie de biópsia embrionária, na qual é examinado o DNA dos embriões, em seus primeiros estágios de formação, de forma que o profissional possa analisar toda a sua carga genética e rastrear alterações relacionadas a diversas enfermidades.

“Assim, é possível identificar o embrião saudável e transferi-lo para a mulher, prevenindo uma determinada doença da família”, explica Martinhago.

Cada vez mais utilizado no Brasil, o diagnóstico genético pré-implantacional pode ser útil para casais consanguíneos, para mulheres que sofreram abortos consecutivos e, principalmente, quando existem casos de doenças genéticas na família de um dos pais ou quando o casal planeja ter um segundo filho após o nascimento de uma criança doente.

Fonte: PFIZER
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Livro "Ultrassonografia Ginecológica" pode salvar vidas

As mulheres que fazem seus exames ginecológicos rotineiramente têm muito mais chances de viverem mais, com qualidade e serem saudáveis. Tudo bem, isso não é uma novidade, o fato é que não basta ir ao médico, é preciso fazer os exames e hoje, as técnicas de ultrassonografia estão cada vez mais avançadas, propiciando melhores diagnósticos.

Livro "Ultrassonografia Ginecológica" pode salvar vidas
Para quem pretende se especializar em radiologia, ultrassonografia ou obstetrícia, é indispensável a leitura do mais novo livro da editora Elsevier.

A obra Ultrassonografia Ginecológica, escrita pelas maiores referências mundiais no assunto, visa atender a um mercado de 4 mil técnicos em radiologia no Brasil. Benacerraf, Goldstein e Groszmann mostram o que é normal e patológico, bem como a melhor maneira de realizar os exames.

Uma apresentação, em ordem alfabética e por etapas das entidades, orienta uma rápida revisão dos diagnósticos. Centenas de imagens de alta qualidade, incluindo 3-D e Doppler, fornecem uma instrução visual que facilitam a compreensão e o entendimento. Inclui uma visão abrangente da anatomia pélvica normal e patológica

EDITORA ELSEVIER

Categoria: Medicina
Formato: Impresso
Páginas: 296
Preço: R$ 294,90

Beryl R. Benacerraf, MD, Clinical Professor of Radiology and Obstetrics
and Gynecology and Reproductive Biology, Harvard Medical School
Radiologist, Brigham and Women’s Hospital, Consultant in OB-GYN
Brigham and Women’s Hospital and Massachusetts General Hospital,
Boston, Massachusetts.

Steven R. Goldstein, MD, Professor of
Obstetrics and Gynecology, New York University School of Medicine
Director, Gynecologic Ultrasound, Co-Director, Bone Densitometry, New
York University, Langone Medical CenterNew York, New York.

Yvette S.Groszmann, MD, MPH, Clinical Instructor in Obstetrics, Gynecology, and
Reproductive Biology, Harvard Medical School, Brigham and Women’s
Hospital, Boston, Massachusetts
Assessoria de Imprensa:
Mariana Guimarães
Tel: 21 3970.9237
m.guimaraes@elsevier.com

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Rachaduras nos pés: tratamento natural

Ninguém gosta de exibir pés com rachaduras não é mesmo? E se você já experimentou vários tipos de tratamentos para rachaduras nos pés, que tal tentar algo novo e natural?




Rachaduras nos pés: tratamento natural


Rachaduras nos pés: tratamento natural

- Moa um punhado de arroz até obter uma farinha fina, adicione algumas colheres de mel e vinagre de cidra da maçã o suficiente para obter uma pasta grossa.
- Se as rachaduras são muito profundas, adicione uma colher de azeite de oliva.


Mergulhe os pés em água morna por 20 minutos e faça uma massagem suave com essa pasta.
Pode deixar a pasta nos pés, só tire o excesso!

Se o pé estiver com a pele muito grossa, à medida que for sarando dá para ir lixando até que fique fininho e curado!




OBS1.: Para moer o arroz coloca num pacotinho e bate com o martelo até virar pó ou bate no liquidificador, é fácil.

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Violência contra a mulher: Projetos Comunitários!

Combate à violência contra a mulher: Entidades financiam projetos comunitários de combate à violência contra a mulher

Com uma série de estratégias para influenciar as políticas públicas, os projetos comunitários propõem mudanças de cultura em âmbito local, em cada comunidade, trabalhando as particularidades de cada público.

Um exemplo dessas ações que alertam sobre a violência contra a mulher são as oficinas de gastronomia e costura oferecidas no Ilê Omolu Oxum, do Rio de Janeiro, que se transformaram na campanha Mulheres de Axé pelo fim da violência doméstica e familiar. Agora, com o financiamento, a iniciativa terá alcance nacional.

Violência contra a mulher: Projetos Comunitários!
Violência contra a mulher: Projetos Comunitários!

Programas de rádio em comunidades de pescadoras artesanais, postagens em blogs e redes sociais e conversas em terreiros de candomblé e aldeias indígenas estão entre os projetos de combate à violência contra a mulher que serão desenvolvidos ao longo deste ano com financiamento do Elas - Fundo de Investimento Social e do Instituto Avon. Trinta e três iniciativas foram selecionadas entre 658 inscritas e receberão, juntas, R$ 2 milhões.

Nas cidades, um projeto voltado para as trabalhadoras domésticas pretende empoderá-las para enfrentar a violência da qual são vítimas dentro de casa, mas também no ambiente de trabalho, como o racismo.

“Sabemos que existe sexismo e racismo, na manutenção deste status [de mulheres negras como empregadas domésticas]. A sociedade brasileira tem em sua história o trabalho doméstico como um trabalho de pequeno valor, de menor relevância social e que vai sendo constituído [mão de obra] por uma classe de desfavorecidos”;

Destacou a professora universitária Nicea Quintino, da Casa Laudelina de Campos Mello. A organização fará seminários esclarecendo lideranças e todo o país sobre a violência, discriminação, direitos trabalhistas e políticas públicas.

Entre as organizações selecionadas também estão algumas que fazem advocacy (ações para influenciar a formulação de políticas e a destinação de recursos públicos) em âmbito nacional, como o Geledés - Instituto da Mulher Negra, a Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras e o Centro Feminista de Estudos e Assessoria. “Precisamos ter projetos que articulem políticas, defendam novas e façam o controle social”, explicou KK.

Na lista de projetos que serão financiados pela Avon e o Fundo Elas também há ações de equidade e empoderamento para mulheres jovens, com deficiência, lésbicas, transexuais e prostitutas.

Recomendamos a leitura do artigo: Cirurgia reparadora à mulher vítima de violência é garantida por Lei.

Fonte: Agência Brasil
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