Como engravidar de menina

É menino ou menina? Hoje em dia em poucos meses a gente já pode saber o sexo do bebê e começar a preparar o enxoval. Mas a gente sempre tem (ou pode ter) uma preferência. Ou por que sempre sonhamos em dar um certo nome para nosso bebê, ou por que temos preferência por crianças de determinado gênero ou ainda porque já temos um filho do outro gênero (menino ou menina). Mas como fazer valer essa preferência? Se quiser engravidar de menina, por exemplo, a resposta está abaixo:

Como engravidar de menina?


Para engravidar de uma menina, os cientistas recomendam aumentar o consumo de certos alimentos. Os indicados são os ricos em cálcio e em magnésio.

Como engravidar de menina
alimentos para engravidar de menina!

Então, se você quer engravidar de menina consuma:

- leite e derivados,
- espinafre,
- couve,
- rúcula
- gérmen de trigo
- aveia
- farelo de arroz
- arroz integral
- nozes e castanhas.

De acordo com os pesquisadores, esse tipo de alimentação muda a concentração desses minerais no sangue e pode determinar se o bebê será menino ou menina. Para que os resultados sejam alcançados, a mulher deverá iniciar a nova dieta cerca de 9 semanas antes da primeira tentativa de engravidar.

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Quando ter relações para engravidar de menina?


1. Tenha relações de 2 a 3 dias antes do período fértil, com um contato íntimo menos profundo, fazendo com que os espermatozoides que carregam os gametas X, que são os femininos, vençam a corrida contra os de gameta Y. Essa técnica tem até 80% de chances de dar certo.

2. Empenhar-se em ter um contato íntimo menos profundo e não chegar ao clímax antes do companheiro.

3. Através desse estudo os investigadores concluíram que a alimentação da mulher é determinante na escolha do sexo do bebê. Se somente essa dieta for levada em consideração, a probabilidade de ter uma menina ainda fica em torno de 73%.

Importante! Esses alimentos são muito importantes. Então, se você pensar em engravidar de menino, NÃO tire os alimentos da sua dieta, só não os consuma em número maior.

Fontes:
-Female gender pre-selection by maternal diet in combination with timing of sexual intercourse - a prospective study.
-AM Noorlander; JPM Geraedts; JBM Melissen.
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Candidíase na gravidez prejudica o bebê?

A candidíase na gravidez é muito comum, já que nesta fase o pH vaginal fica alterado, facilitando a contaminação por fungos como o da candidíase.



Candidíase na gravidez prejudica o bebê?


A resposta é simples e vai deixá-la aliviada se estiver grávida e com candidíase. Não! A candidíase na mãe não prejudica o bebê, pois a infecção é localizada na área vaginal da mulher.

No entanto, se você tiver candidíase no momento do parto, há uma pequena chance de contágio quando a criança passar pelo canal vaginal em caso de parto normal.

Se estiver com sintomas de candidíase ou outra vaginite não deixe de avisar o médico para tratar antes de o parto acontecer.

Candidíase na gravidez prejudica o bebê?
Candidíase na gravidez prejudica o bebê?

No entanto, se na hora do parto você ainda tiver o problema, AVISE o obstetra (o médico que estiver fazendo o parto), isso poderá evitar que o recém-nascido entre em contato com a infecção.

E qual o problema da infecção por candidíase no bebê recém-nascido?


►► Leia tudo sobre Candidíase!

Esta infecção pode provocar feridinhas brancas na boca do bebê (o famoso sapinho). O problema ainda pode ser transmitido para os seios da mãe por causa da amamentação.




Dicas do Saúde da Mulher
  1. Evite alimentos muito ácidos (limão e outras frutas cítricas e vinagre) quando estiver com sintomas de candidíase, pois eles podem causar sintomas parecidos aos da infecção. 
  2. Se você está grávida e com candidíase saiba que a infecção por cândida não é grave e pode ser tratada facilmente.
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Qual o melhor anticoncepcional pra mim? Descubra...

Você já ouviu falar que para cada mulher, um contraceptivo diferente?

Acho que com o título você já entendeu que não adianta perguntar pra sua vizinha ou amiga qual o contraceptivo ela usa e sair correndo para a farmácia pra comprar um igual. NÃO, isso não deve ser feito, pois cada pessoa tem um organismo diferente e pode reagir de maneiras diferentes a cada medicamento, inclusive (ou principalmente) aos anticoncepcionais, por serem feitos de hormônios, que são substâncias capazes de muitas e muitas mudanças no organismo, principalmente feminino.






A escolha de qual o melhor anticoncepcional pra mim (todas as mulheres, no caso) deve ser feita pelo médico ginecologista e deve levar em consideração a história clínica, antecedentes pessoais e familiares da paciente, e hábitos ou necessidades individuais de cada mulher.

A boa notícia é que hoje há um diversificado arsenal de métodos contraceptivos disponíveis no mercado, que se adaptam aos diversos perfis.

Para ajudar na tarefa de encontrar qual o melhor anticoncepcional pra você, selecionamos alguns aspectos que devem ser levados em conta na hora da escolha.

Qual o melhor anticoncepcional pra mim? Descubra...
Qual o melhor anticoncepcional pra mim? 


Qual o melhor anticoncepcional pra você se você...



1. Não pensa em ter filhos nos próximos 3 a 5 anos 


Muitas mulheres não pensam em filhos a curto prazo, preferindo priorizar o trabalho ou a vida a dois e programar a maternidade para, no mínimo, três anos. Para essas, os métodos contraceptivos de longa ação podem ser uma boa opção, já que elas não terão de se preocupar com a contracepção diária ou mensalmente.

Entre esses métodos, estão o implante subcutâneo, um bastonete de 4 cm de comprimento com apenas progesterona em sua composição e que deve ser inserido pelo médico abaixo da pele do braço com anestesia local, a cada três anos. Outras opções são os dispositivos colocados diretamente no útero. Existem dois tipos: o DIU de cobre - sem hormônio e com duração de até 10 anos dependendo do modelo e fabricante - e o SIU, feito com o hormônio progesterona e com duração de até cinco anos.

► Leia também: Pílula do dia seguinte em excesso faz mal.

2. Esquece de tomar a pílula com frequência


Para muitas mulheres, a pílula contraceptiva é o método mais cômodo, afinal, é preciso ingerir apenas um comprimido por dia. Para outras, lembrar diariamente de tomar a pílula é um problema. Para quem não quer tomar remédio todos os dias ou que se esquece da pílula com frequência, as opções mais apropriadas podem ser os métodos não diários.

É o caso, por exemplo, do anel contraceptivo. Transparente e flexível, o anel deve ser inserido pela própria mulher uma vez ao mês, permanecendo na vagina por 21 dias, com interrupção de uma semana para menstruar. Ele libera os hormônios estrogênio e progesterona de forma gradual e contínua, inibindo a ovulação e, assim, evitando a gravidez. Outras opções para essas mulheres podem ser os contraceptivos injetáveis mensais ou trimestrais e o adesivo, colocado sobre a pele a cada sete dias, durante três semanas consecutivas, com uma de intervalo.


3. Não gosta de tomar medicamentos orais


Não gostar de tomar medicamentos orais pode ser um empecilho para algumas mulheres tomarem pílula. Para elas, há como opção métodos não orais, a exemplo do anel contraceptivo, do implante subcutâneo, dos injetáveis, do DIU/SIU e do adesivo. Esses métodos não sofrem interferências gastrointestinais, ou seja, a contracepção e o ciclo se mantêm inalterados, mesmo em casos de diarreia ou vômitos, fatores que podem impedir a absorção adequada dos componentes do anticoncepcional oral pelo organismo, quando o episódio ocorre próximo a ingesta do medicamento ou contraceptivo.

► Leia também: Anticoncepcionais de longa duração escolha de mulheres jovens.

4. Tiver sensibilidade ao estrogênio


Muitas mulheres não toleram a ação do estrogênio ou têm contraindicações ao uso do hormônio como, por exemplo, serem fumantes ou terem hipertensão. Para elas, as melhores opções são os contraceptivos livres de estrogênio (implante subcutâneo, pílulas orais só de progesterona, injetáveis trimestrais e SIU) ou métodos sem hormônio, como, por exemplo, o DIU.






5. Estiver amamentando


Mamães também precisam se preocupar com a contracepção, principalmente após a quarentena, quando o organismo e a fertilidade começam a se estabilizar. Muitas vezes, porém, elas ainda estão amamentando, o que impede que utilizem métodos contraceptivos que tenham estrogênio, hormônio que pode interferir na produção do leite. Por isso, as opções mais adequadas são contraceptivos não hormonais (como o DIU de cobre) ou só com progesterona, como é o caso de algumas pílulas orais, do SIU e do implante subcutâneo. É importante ressaltar que esses métodos são reversíveis, ou seja, podem ser suspensos a qualquer momento, se a mulher decidir aumentar a família.

6. Viajar muito por causa do trabalho


A maioria das mulheres não sabe, mas a simples mudança de fuso horário pode prejudicar o efeito contraceptivo da pílula oral, que deve ser ingerida regularmente sempre no mesmo horário. Além disso, pode ser difícil encontrar o medicamento que usa em outras cidades e, principalmente, países, dificultando o reinício da cartela e aumentando assim o risco de comprometer a eficácia contraceptiva. Por isso, para as mulheres que viajam muito, podem ser mais apropriados métodos que independem da tomada diária, como é o caso do anel contraceptivo mensal, do implante subcutâneo, dos injetáveis e do DIU/SIU.

fonte: direitodeescolha.com.br - MSD
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