Violência contra a mulher: Projetos Comunitários!

Combate à violência contra a mulher: Entidades financiam projetos comunitários de combate à violência contra a mulher

Com uma série de estratégias para influenciar as políticas públicas, os projetos comunitários propõem mudanças de cultura em âmbito local, em cada comunidade, trabalhando as particularidades de cada público.

Um exemplo dessas ações que alertam sobre a violência contra a mulher são as oficinas de gastronomia e costura oferecidas no Ilê Omolu Oxum, do Rio de Janeiro, que se transformaram na campanha Mulheres de Axé pelo fim da violência doméstica e familiar. Agora, com o financiamento, a iniciativa terá alcance nacional.

Violência contra a mulher: Projetos Comunitários!
Violência contra a mulher: Projetos Comunitários!

Programas de rádio em comunidades de pescadoras artesanais, postagens em blogs e redes sociais e conversas em terreiros de candomblé e aldeias indígenas estão entre os projetos de combate à violência contra a mulher que serão desenvolvidos ao longo deste ano com financiamento do Elas - Fundo de Investimento Social e do Instituto Avon. Trinta e três iniciativas foram selecionadas entre 658 inscritas e receberão, juntas, R$ 2 milhões.

Nas cidades, um projeto voltado para as trabalhadoras domésticas pretende empoderá-las para enfrentar a violência da qual são vítimas dentro de casa, mas também no ambiente de trabalho, como o racismo.

“Sabemos que existe sexismo e racismo, na manutenção deste status [de mulheres negras como empregadas domésticas]. A sociedade brasileira tem em sua história o trabalho doméstico como um trabalho de pequeno valor, de menor relevância social e que vai sendo constituído [mão de obra] por uma classe de desfavorecidos”;

Destacou a professora universitária Nicea Quintino, da Casa Laudelina de Campos Mello. A organização fará seminários esclarecendo lideranças e todo o país sobre a violência, discriminação, direitos trabalhistas e políticas públicas.

Entre as organizações selecionadas também estão algumas que fazem advocacy (ações para influenciar a formulação de políticas e a destinação de recursos públicos) em âmbito nacional, como o Geledés - Instituto da Mulher Negra, a Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras e o Centro Feminista de Estudos e Assessoria. “Precisamos ter projetos que articulem políticas, defendam novas e façam o controle social”, explicou KK.

Na lista de projetos que serão financiados pela Avon e o Fundo Elas também há ações de equidade e empoderamento para mulheres jovens, com deficiência, lésbicas, transexuais e prostitutas.

Recomendamos a leitura do artigo: Cirurgia reparadora à mulher vítima de violência é garantida por Lei.

Fonte: Agência Brasil
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