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Cortisol no leite materno afeta crescimento e temperamento do bebê

O leite materno e suas grandes surpresas... A mais nova descoberta é sua ação do cortisol do leite materno no bebê no crescimento e temperamento do bebê.

A cada dia se descobre um novo benefício do leite materno, ou seja, uma nova razão para amamentar o bebê. Se não bastassem os anticorpos que o bebê recebe da mãe, primeiramente pelo colostro e depois pelo leite materno, agora uma nova pesquisa revela algo ainda mais surpreendente.

Cortisol no leite materno afeta crescimento e temperamento do bebê
Cortisol no leite materno afeta crescimento e temperamento do bebê


Um hormônio do leite materno envia mensagem ao bebê durante a amamentação. Seria uma espécie de whats ap biológico?

Um novo estudo sobre o leite materno avalia a densidade energética do leite e o quanto ele é produzido.

Os glicocorticoides no leite materno (em particular o cortisol) têm sido associados com a herança comportamental em vários mamíferos, inclusive no homem.

>> Leia mais sobre amamentação no Saúde da Mulher.

Um estudo feito pela Harvard e publicado na Behavioral Ecology investigou a relação entre o leite materno e o temperamento infantil. O estudo foi realizado em macacos rhesus (Macaca mulatta) no National Primate Research Center California.

A pesquisa liderada por Katie Hinde mostra que os glicocorticóides no leite materno (em especial o cortisol), independente da energia disponível no leite, previu um temperamento mais nervoso, menos confiante nos filhos.

Também foram encontradas diferenças entre os sexos (meninos x meninas) quanto a magnitude da sensibilidade aos glicocorticóides de origem materna.

Mães de menos macacos fabricam leite com concentrações mais altas de cortisol. As concentrações de cortisol no leite também foram associadas com maior ganho de peso dos bebês ao longo do tempo.

Somados, estes resultados sugerem que as mães com menos recursos somáticos, mesmo em cativeiro, podem ser "programadas" através de sinalização do cortisol, a gerar uma prole cautelosa que prioriza o crescimento.

Os glicocorticóides ingeridos através do leite podem contribuir de forma importante para a assimilação da energia do leite disponível, o desenvolvimento do temperamento da criança, e orquestrar, em parte, a alocação da energia do leite materno entre crescimento e comportamento.

Fonte: beheco.oxfordjournals.org
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