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Pílula do dia seguinte em excesso faz mal


A contracepção de emergência foi inventada justamente para ser usadas apenas em situações de emergência, como o nome já diz. Ou seja, quando a 'camisinha estourou' (como dizem). No entanto, muitas mulheres a usam com frequência. Mas lembre-se: Pílula do dia seguinte em excesso faz mal. E por quê?

Tomar pílula do dia seguinte em excesso (toda vez que tiver relações) faz mal porque sua dose hormonal é muito alta. Para se ter uma ideia, 1 única pílula contém a mesma quantidade de hormônio que uma cartela inteira de anticoncepcional.





O Ministério da Saúde facilitou acesso à pílula do dia seguinte, distribuindo gratuitamente o medicamento, contudo existem orientações médicas para que a usuária não tenha a saúde comprometida.

Pílula do dia seguinte em excesso faz mal

A pílula do dia seguinte é um medicamento cujo uso tem se popularizado nos últimos anos, mas sua utilização indiscriminada pode trazer complicações severas para a saúde das mulheres. Por conta disso, existem alguns cuidados a serem tomados para o uso do remédio não comprometer a saúde da mulher nem a eficácia da medicação, como explica o Dr. Fernando Moreira de Andrade, ginecologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos.

"É importante deixar claro que a pílula foi desenvolvida para uso emergencial, e por isso deve ser usada apenas em casos de extrema importância", explica o ginecologista.

Além de não apresentar 100% de eficácia mesmo quando usado com moderação, o medicamento perde ainda mais suas características se ingerido usualmente. O uso frequente aumenta o risco de uma gravidez indesejada. Em alguns casos, o medicamento pode ocasionar vômitos, fadiga, náuseas e sangramentos. Acompanhe algumas dicas sobre o uso do medicamento.

► Leia também: Leia tudo o que já foi escrito sobre Pílula do Dia Seguinte.

Alertas:

Pílula do dia seguinte - Efeitos colaterais


O consumo sem orientação médica pode acarretar algumas modificações no organismo, o mais comum é a alteração no ciclo menstrual e o tempo de ovulação. Em alguns casos, torna-se impossível calcular o período fértil e o dia menstruação, trazendo complicações. Dor de cabeça, diarreia, sensibilidade nas mamas, náuseas e vômitos são outros sintomas comuns.






Pílula do dia seguinte - Contra indicação


O medicamento é contraindicado para quem possui problemas de hipertensão vascular, obesidade mórbida e hematológica. A alta quantidade de hormônios pode provocar pequenos coágulos no sangue que obstruem as artérias.

Pílula do dia seguinte - Contraceptivo


Em nenhuma hipótese a pílula deve ser considerada um anticoncepcional de rotina, o consumo deve ser feito apenas em casos excepcionais.

Fonte: Dr. Fernando Moreira de Andrade, ginecologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos.
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#DurmoSemCalcinha Dermacyd: dormir sem calcinha faz bem

#DurmoSemCalcinha Dermacyd é a hashtag da Dermacyd (marca de sabonete íntimo) que visa a conscientização das mulheres para adotarem o hábito de dormir sem calcinha.

Dormir sem calcinha faz bem
#DurmoSemCalcinha Dermacyd: dormir sem calcinha faz bem

Dormir sem calcinha pode trazer benefícios para a saúde da mulher e melhorar a qualidade de vida das mesmas, e por isso a Demacyd está contando com a ajuda de celebridades para fazer a moda pegar.

Dormir sem calcinha reduz o risco de infecções na região genital, por deixar o corpo respirar, ajuda a relaxar e faz com que você durma melhor.




O Saúde da Mulher lembra que outra forma de deixar a área genital arejada é usar saias mais vezes na semana e evitar calças muito apertadas. É claro que nestes dois casos você deverá estar de calcinha para se proteger dos efeitos da poluição e de outros problemas inclusive de violências.

Veja o vídeo da Dermacyd #DurmoSemCalcinha:





► Leia mais sobre Saúde Íntima.

Tratamento Natural para Candidíase 
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O que é mini-abdominoplastia?

Cirurgia possui recuperação mais rápida do que a técnica convencional e é menos invasiva.

Para ficarmos mais belas/os existem diversas opções, especialmente quando se fala em cirurgias plásticas. São vários procedimentos e alguns ainda possuem as chamadas versões ‘mini’, que são menos invasivas e também podem dar bons resultados dependendo dos resultados que se deseja alcançar. “A mini-abdominoplastia, por exemplo, é uma cirurgia com o mesmo objetivo da abdominoplastia normal, melhorar o abdômen inferior, mas em uma área menor”, observa Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico mestre em princípios da cirurgia utilizando o laser.

O que é mini-abdominoplastia?

A mini-abdominoplastia é indicada para homens e mulheres que tenham estrias, pequenas deformidades na parede abdominal ou quando o abdômen está desproporcional a estrutura do corpo.

Na técnica convencional é feita uma incisão até o quadril, possibilitando a retirada de uma grande quantidade de pele e gordura.

Na mini-abdominoplastia o corte é pequeno e não é feita a retirada de pele, somente a gordura é removida. “A incisão é realizada na região púbica e, diferente da abdominoplastia completa, não há necessidade de reposicionar o umbigo. São feitas pequenas suturas para fechar os cortes e podem ser colocados pequenos drenos no paciente. A cirurgia tem a duração de aproximadamente três horas”, esclarece.

Quem pode fazer abdominoplastia?

 “Este procedimento deve ser realizado somente em pessoas com pouco volume abdominal e que desejam eliminar apenas a gordura da barriga. Caso contrário a técnica não atenderá as expectativas e os resultados serão insatisfatórios, por isso a avaliação do cirurgião é imprescindível para a recomendação da cirurgia ideal”, ressalta o médico, que é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

O que é mini-abdominoplastia?

Para que o abdômen fique firme os músculos abdominais são suturados e aproximados, fazendo com que a parede abdominal fique mais plana e a cintura mais esbelta. O risco de infecção e de formação de coágulos de sangue é considerado muito raro. “Normalmente é utilizada a anestesia denominada peridural, procedimento que bloqueia o estímulo doloroso que transita pela medula espinhal, deixando a parte do corpo localizada abaixo deste ponto de bloqueio anestesiada. Somente em alguns casos é necessária a anestesia geral”, destaca.

A vantagem é que na mini-abdominoplastia a cicatriz é menor, não há necessidade de internação e os efeitos colaterais mais comuns são inchaço, dormência e desconforto temporários. Por ter uma abrangência menor, na mini-abdominoplastia o tempo de recuperação também é menor. “Após a cirurgia o paciente deve utilizar uma cinta elástica por pelo menos um mês e as suturas são removidas em duas semanas. A cinta auxilia a minimizar o edema, evita a formação de líquidos e também oferece suporte durante a cicatrização”, afirma o médico.

O paciente pode voltar ao trabalho duas ou três semanas depois do procedimento, a exposição ao sol e a prática de exercícios físicos são liberados após seis semanas dependendo do caso. A dor é minimizada com o uso de analgésicos e as cicatrizes ficam menos perceptíveis a partir do terceiro mês. “Quem ainda planeja ficar grávida ou perder peso deve conversar com o cirurgião, já que estes fatores podem influenciar os resultados da mini-abdominoplastia. O aumento de peso após a cirurgia também pode prejudicar a eficácia e a duração do tratamento”, acrescenta.

Doutor Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715)
Cirurgião Plástico
Site: http://www.alplastica.com/

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Menstruar ou não menstruar

Menstruar ou não menstruar? A possibilidade de se livrar ‘daqueles dias’ é cada vez mais incentivada. Veja os pontos baixos e altos

por MICHELE NUNES
michele.nunes@diariosp.com.br

Não dá para negar que o período da menstruação é chato. Além do desconforto de usar absorventes, ainda têm as cólicas e a TPM que incomodam. Com os métodos contraceptivos e as intervenções hormonais de hoje, é possível suspender a menstruação sem contraindicações. Especialistas garantem que interromper a menstruação pode ser benéfico. Mesmo assim, muitas mulheres ainda têm receio de aderir à medida.

“Não existe nenhuma contraindicação para a interrupção do fluxo menstrual. A princípio, qualquer mulher pode procurar o médico e perguntar qual é o método ideal para ela fazer isso”, explica a ginecologista Ana Lucia Beltrame. Para o ginecologista e obstetra Soubhi Kahhale, é importante que a decisão seja exclusivamente da mulher. “Ninguém deve se deixar influenciar pelo desejo do parceiro ou por imposição médica. A mulher pode parar de menstruar se isso for um grande incômodo para ela”, defende o médico.

Além da pílula de uso contínuo, dos adesivos anticoncepcionais e do anel vaginal, Ana Lucia explica que existe outro método eficiente para fazer a interrupção. “O DIU de progesterona é uma opção de baixa dosagem hormonal e é colocado dentro do útero. Ele pode interromper o fluxo ou aumentar para vários meses o espaço entre cada menstruação.” Kahhale conta que esse DIU causa baixíssima absorção hormonal, pois age direto no útero. “Sua ação é apenas no endométrio. Além de suspender a menstruação, é um método anticoncepcional eficiente”, completa o médico.

Mais benefícios de não menstruar

Os médicos explicam que não há estudo comprovando que a suspensão cause qualquer mal também para a mulher que queira engravidar. “Não existe o menor risco de infertilidade. Pelo contrário, já está comprovado que mulheres vítimas de endometriose (que causam dores e podem dificultar a vida sexual) podem resolver o problema parando de menstruar”, diz Ana Lucia. “A interrupção também tende a diminuir as chances de câncer nos ovários.”

SIM (menstruar)

TERMÔMETRO
A menstruação serve como um aviso de que tudo está bem com o organismo

TESTE DE GRAVIDEZ
Muitas mulheres gostam de menstruar para terem certeza de que não estão grávidas

SENSAÇÃO DE LIMPEZA
Mesmo sem comprovação médica, algumas mulheres juram que se sentem mais limpas

MENOS INCHAÇO
Com a baixa dos
hormônios, a retenção de líquido cai, diminuindo o inchaço

EFEITOS COLATERAIS
Os medicamentos para parar de menstruar podem causar inchaço, cólicas e dor de cabeça


NÃO (não menstruar)

SEM CÓLICAS
Para quem sofre de cólicas fortes, parar de menstruar pode ser a solução

PREVINE DOENÇAS
Cortar a menstruação ajuda a prevenir endometriose, anemia e alguns miomas

SEM TENSÃO
A alteração hormonal do organismo é muito menor, o que leva a TPMs menos intensas

PRATICIDADE
Viver sem os comuns incômodos da menstruação pode tornar a vida mais prática

REVERSÍVEL
A mulher pode voltar a menstruar sempre que quiser, sem efeitos colaterais

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Fonte: Este artigo tem como totais créditos o site Diário de sp
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10 motivos para fazer mamografia


O Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR), a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) entendem ser de suma importância combater informações inverídicas e sem embasamento científico referentes a um problema grave de saúde pública como o câncer de mama. Isso pode trazer consequências sérias e prejudicar programas de controle desta doença no Brasil.

10 motivos para fazer mamografia


Portanto, baseado em fatos científicos, podemos apontar os:

10 motivos para fazer mamografia


1.O risco do surgimento do câncer de mama decorrente da exposição anual à radiação (denominado de câncer radiogênico) é DESPREZÍVEL. Um estudo recente, publicado em 2011 no British Journal of Cancer, estimou que o rastreamento mamográfico evita 1.121 mortes a cada 100 mil mulheres rastreadas (entre 50 a 74 anos), enquanto pode induzir 1 câncer.

2. A compressão do tecido mamário durante o exame NÃO causa a disseminação do câncer pelo corpo. Não existe nenhum estudo clínico ou laboratorial sério que demonstre que este tipo de disseminação mecânica ocorra. O processo de disseminação das células tumorais para outros locais, conhecido como metástase, ocorre de maneira bastante complexa, progressiva e em nível molecular. O simples deslocamento mecânico das células não leva ao desenvolvimento de novos focos tumorais.

3. A capacidade de detecção do câncer em fase inicial, na qual as chances de cura são próximas a 100%, é maior com o uso da mamografia, mesmo sabendo da existência do falso-negativo (que existe em todos os métodos de imagem). Lembramos que a taxa média de falso negativo da mamografia é de 10%, enquanto que o falso negativo da ultrassonografia é muito maior (próximo de 90% nos casos de carcinomas denominados “in situ”, que se manifestam principalmente através de microcalcificações – não visualizadas na ultrassonografia).

4. As chances de cura realmente reduzem quando há atraso no diagnóstico e tratamento do câncer de mama. Isso pode ocorrer por vários motivos, mas os principais ainda são devido à falta de programas de rastreamento mamográfico adequados e a adesão da população aos programas oferecidos – principalmente devido à falta de informação ou então informações errôneas, como esta que esta que foi recentemente veiculada na mídia.

Leia também: importância da mamografia na detecção precoce do câncer de mama.

5. O carcinoma de intervalo, ou seja, aquele câncer de mama que surge no intervalo entre os exames de mamografias, realmente é um problema. Para reduzi-lo, muitos programas de rastreamento já diminuíram o intervalo entre os exames de mamografia. Para as pacientes de alto risco, outros métodos diagnósticos foram introduzidos no rastreamento para reduzir o câncer de intervalo, porém sempre após a realização da mamografia.

6. O risco de falso positivo – ou seja, da mulher não ter câncer, mas ser diagnosticada como tendo câncer – também existe em todos os métodos. Lembramos que um dos grandes impedimentos para que a ultrassonografia seja utilizada como método de rastreamento isolado do câncer de mama é o alto percentual de falso positivo. Foi descrito em um trabalho recente que a cada 8 pacientes submetidas a biópsia percutânea por achado ultrassonográfico, 7 não tinham lesão maligna. O percentual de falso positivo da mamografia é bem menor.

7. O diagnóstico exagerado e o tratamento excessivo do câncer de mama recentemente foram discutidos na mídia. Entretanto, esse risco é apenas teórico e calculado, já que não existem dados reais sobre isso. Os dados mais consistentes mostram apenas a redução da mortalidade para todas as mulheres acima de 40 anos submetidas ao rastreamento mamográfico periódico.

8. A baixa qualidade dos exames de mamografia ainda é um problema no Brasil (leia sobre mamografia 3d). Entretanto, esse fato não deveria servir para eliminarmos o rastreamento mamográfico do câncer de mama no Brasil (que existe na maioria dos países). Deveria servir para ampliarmos nossos programas de controle de qualidade, a exemplo do Programa de Qualidade de do CBR, que há existe há 18 anos, assim como o PNQM que está sendo implantando de forma obrigatória no Brasil a partir deste ano pelo INCA//ANVÌSA/MS.

9. A mamografia COMPROVADAMENTE REDUZ a mortalidade por câncer de mama. Esse fato foi demonstrado através de diversos estudos realizados na década de 70, envolvendo mais de 500 mil mulheres acompanhadas por mais de 18 anos, demonstrando uma redução na mortalidade de 15% até 45% em relação ao grupo de mulheres que não realizaram mamografia. Aliás, a mamografia é a único exame que, quando realizado de forma sistemática a partir dos 40 anos, comprovadamente reduz a mortalidade pelo câncer de mama.

10. É um absurdo dizer que “a mamografia é um exame superado por outros mais modernos e eficientes, particularmente pela ULTRASSONOGRAFIA, a ELASTOGRAFIA e a RESSONÂNCIA MAGNÉTICA”. Qualquer médico com um mínimo de conhecimento sobre o diagnóstico do câncer de mama sabe que os outros exames (como a ultrassonografia e a ressonância magnética) auxiliam muito na avaliação das mamas, porém sempre após a realização da mamografia.

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Prótese de silicone e câncer de mama

Prótese pode atrapalhar diagnóstico em exames como raio x e mamografia. No entanto, implante pode facilitar a detecção manual dos tumores.

Um estudo canadense divulgado nesta quarta-feira (1º) na publicação britânica “British Medical Journal” sugere que implantes de silicone no seio de mulheres pode dificultar o diagnóstico de câncer de mama, reduzindo as chances de cura devido à demora na descoberta da doença.

Prótese de silicone e câncer de mama


De acordo com a pesquisa, as próteses não são as causadoras dos tumores, mas dificultam o diagnóstico do câncer em seus estágios iniciais. Os autores, o epidemiologista Eric Lavigne e o professor Jacques Brisson, ambos da Universidade de Quebec, analisaram os resultados de 12 estudos publicados desde 1993 nos Estados Unidos, Canadá e no Norte da Europa.
Eles concluíram que mulheres com silicone tem 26% mais chances de serem diagnosticadas com câncer nos estágios avançados da doença - justamente porque a prótese impediu o diagnóstico no estágio inicial. Uma análise de cinco estudos mostrou que a chance de morte entre pacientes com prótese aumenta 38%.
Prótese de silicone e câncer de mama
Prótese de silicone e câncer de mama

A investigação científica mostra que o silicone pode impedir a descoberta do câncer em exames como o de raio x o e mamografia. No entanto, o implante pode facilitar a detecção manual dos tumores, já que fornece uma superfície contra a qual o nódulo se apoia.

Os canadenses defendem a necessidade de mais estudos para investigar os efeitos a longo prazo dos implantes cosméticos de mama na identificação e prognóstico de câncer.

Próteses estão mais populares
As próteses de mama foram criadas nos anos 1960 por um cirurgião inglês e, na época, eram mais duras e redondas, feitas de silicone líquido e material sintético. Até o início dos anos 2000, os modelos mais vendidos não chegavam a 200 ml. Hoje, os mais pedidos e usados são os de perfil alto e 300 ml. E há também os implantes ajustáveis.

O maior problema, em geral, é uma rejeição do organismo da mulher. Por isso, a cirurgia precisa ser feita com um profissional qualificado. A grande oferta tem ajudado a baixar o preço médio dos implantes, que hoje já podem ser pagos em até 12 parcelas e saem em torno de R$ 1.400, correspondendo a cerca de um terço do valor da cirurgia (R$ 4.200).

Leia mais sobre câncer de mama.

Fonte: Bem Estar
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Aumenta incidência de câncer de mama entre mulheres jovens

Nos últimos 30 anos, mais mulheres que vivem nos Estados Unidos com idade entre 25 e 39 anos (mulheres jovens) foram diagnosticadas com câncer de mama com metástase, informa pesquisa publicada no final de fevereiro no site http://www.breastcancer.org/.

São 1,53 casos para cada 100 mil mulheres em 1976 e 2,90 para 100 mil em 2009, crescimento médio de casos de 2,1% ao ano. Isso significa que 800 mulheres com menos de 40 anos são diagnosticadas com câncer com metástase a cada ano. A doença com metástase em mulheres jovens tende a ser mais agressiva e de tratamento mais difícil.

A pesquisa não traz a comprovação do motivo deste crescimentos de casos entre as jovens, mas sugere uma combinação de fatores como a causa. Uma delas seria o fato de as mulheres terem o primeiro filho mais tarde, após os 30 anos, o que eleva a chance de aparecimento da doença. O consumo de bebidas alcoólicas e de cigarro e o aumento da obesidade também são fatores de risco

Embora o crescimento da incidência da doença com metástase seja assustador, os números ainda são pequenos. Mas o importante é as mulheres desta faixa etária terem o conhecimento destas informações e, desta forma, não aceitar que o seu médico descarte a incidência da doença apenas pelo fator idade se estiver com algum sintoma, como inchaço e vermelhidão.

Conforme o oncologista do Instituto do Câncer Mãe de Deus, Stephen Stefani, a triagem não costuma ser recomendada em pacientes jovens, até porque a mama ainda é muito densa e a mamografia pode não ser confiável. A recomendação vigente para mulheres jovens sem sintomas é fazer a revisão com o médico e discutir vantagens e desvantagens de outros exames mais complexos. Se a paciente tem qualquer sintoma, como nódulos ou secreção mamária, não é mais triagem, passa a ser investigação, esclarece Dr. Stefani. Segundo ele, a recomendação sempre é que as seja feita avaliação médica.

Existem diferenças nas taxas de incidência da doença entre as regiões do Brasil. As maiores incidências ocorrem nas regiões Sul e Sudeste. A medida utilizada para quantificar esta incidência chama-se taxa bruta , que corresponde ao número de casos para cada 100mil mulheres. Na região Sudeste, esta taxa é de 64.54 casos/100mil mulheres; região Sul, 64.3/100mil mulheres; região Centro-Oeste, 37,68/100mil mulheres; região Nordeste, 30,11/100mil mulheres e região Norte com a menor incidência, 16,62/100mil mulheres.

Estas diferenças provavelmente são decorrentes do fato já conhecida de quanto maior o desenvolvimento da região maior a incidência de câncer de mama. Isto reflete uma sociedade mais industrializada com consumo cada vez maior de uma alimentação inadequada e excesso de peso. Esses números referem-se a mulheres de todas as faixas etárias. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) mostram que o diagnóstico em mulheres entre 25 e 39 anos subiu de 3% para 17% do total de casos nos últimos anos

É importante manter alguns hábitos para reduzir os riscos da doença, tais como:
- dieta leve, evitando alimentos com açúcar e processados;
- pratique exercícios regulares
- evite o álcool
- não fume

Fonte: www.breastcancer.org

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Ácido fólico na gravidez, dose e importância

Médicos serão orientados a prescrever ácido fólico para todas as grávidas!

Isso é piada?

Ácido fólico na gravidez, dose e importância

Será que existe algum obstetra que não sabe que a gestante (ou mesmo quem está pretendendo engravidar logo) precisa tomar a dose de 400 mg de ácido fólico (esta dose pode variar de acordo com a alimentação ou outros fatores)?

Gente! Se não tomar ácido fólico (ou Vitamina B9) pode ocorrer má formação do tubo neural (a 1° parte no nosso corpo a ser formada - 'saudades de minhas aulas de fisiologia e anatomia' -) e a pessoa ter problemas sérios na coluna, além de poder nascer anencéfalo!!

Ácido fólico na gravidez, dose e importância
Ácido fólico na gravidez, dose e importância

Acho incrível, o fato de eu ter aprendido isso no 2° ano de faculdade (farmácia & bioquímica) e acho temível imaginar que uma pessoa que estudou 6 anos de medicina e fez residência em obstetrícia simplesmente não saiba disso (???).

Para se precaver, se você está grávida, e cair nas mãos de um ginecologista/obstetra que não prescrever ácido fólico nos 3 primeiros meses de gravidez, PELAMORDEDEUS, peça a ele para prescrever a você.

E se você (ou uma parente ou amiga) pretende engravidar JÁ, acrescente os alimentos ricos em ácido fólico à dieta:

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Unhas enfraquecem no inverno

O friozinho da estação pode ser aconchegante, mas tem suas desvantagens - principalmente para a saúde. O clima gelado afeta a pele, os cabelos e até as unhas. É isso mesmo o Unhas enfraquecem no inverno.

Isso acontece devido à desidratação, acentuada com a exposição ao vento, ar seco, frio e à água excessivamente quente do banho. Não raro as unhas ficam fracas e descamam, fazendo o esmalte durar apenas um ou dois dias.

Segundo Fátima Rabay, membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Dermatologia - Regional São Paulo (SBD-SP ), outros fatores também explicam a descamação das unhas.

"Doenças como micoses, psoríase, diminuição do hormônio feminino estrógeno, anemia e hipotireoidismo são algumas causas. Também pode agredir a unha o próprio esmalte quando é usado continuamente, devido à presença do formol", explica.

Inverno enfraquece as unhas

É importante deixar a unha "respirar", ou seja, ficar sem nenhum produto, por, pelo menos, dois dias entre uma esmaltação e outra. E optar, sempre que possível, por removedores que não contêm acetona, pois são menos agressivos.

"Usar base antes de cada aplicação de esmalte também protegerá suas unhas e ajudará a fortalecê-las. Outra dica legal para manter suas unhas protegidas, tanto no inverno, quanto no verão, é utilizar luvas para lavar louça e realizar tarefas domésticas"; 

Aconselha Fernanda Monteiro, consultora de tendências e proprietária do Brigitte Nail Bar.

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Hidratação nas unhas é a palavra-chave


Beber muita água e ter uma alimentação balanceada irão tratar suas unhas de dentro para fora. Também vale marcar uma consulta com um dermatologista para avaliar se a causa não é algo mais grave.

Mas se o problema já se instalou, a solução é caprichar na hidratação. "Nesta estação é imprescindível hidratar constantemente as mãos e as cutículas. Para isso, não é necessário ir à manicure. Em casa, você pode aplicar um creme e massagear cada unha e cutícula por alguns segundos, para que o produto seja completamente absorvido, e lembrar-se de reaplicar logo após lavar as mãos e sempre que sentir necessidade", afirma Fernanda.

Para saber qual produto é o mais indicado entre a infinidade de opções nas prateleiras, fique de olho no rótulo. "Procure hidratantes contendo silicone ou lactato de amônia", sugere a dermatologista.

+ Laser para tratar micose nas unhas

Fernanda indica óleo de cravo e creme com a substância Dexpantenol. "Mas a escolha varia do gosto e preferência da pessoa. O importante é sempre estar atenta ao poder de hidratação dos cremes e ver qual óleo ou produto é indicado para o seu tipo de unha", ressalta.

Fonte: Unhas Decor
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Yoga melhora desempenho feminino nas relações íntimas

posições de yoga e a saúde feminina
Você que pratica ou já praticou Yoga sentiu alguma diferença para melhor em sua vida íntima? Notou se teve mais atração pelo seu parceiro, se sentiu menos dor ou se obteve mais satisfação?

Se a resposta foi sim, isso pode não ter sido apenas coincidência como mostra um estudo recente...
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