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Que roupa intima feminina usar para manter a região íntima feminina saudável

A região íntima feminina costuma ficar quase sempre muito abafada, devido às roupas justas, como calças muito apertadas e tecidos sintéticos e as calcinhas sintéticas. Mas não precisa ser sempre assim. Saiba que roupa intima feminina usar para manter a região íntima feminina saudável.




Roupas apertadas e/ou sintéticas impedem a circulação de ar na região, o que gera aquecimento do local, propiciando a alteração de pH. Esses fatores associados (ou mesmo sozinhos em quem está com a imunidade baixa) pode levar a proliferação de fungos e/ou bactérias que podem causar doenças - as quais podem ser de difícil tratamento ou com altas taxas de reincidência - além de poderem gerar maus odores.

Confira, abaixo, uma lista do que usar para se prevenir destes problemas prejudiciais à saúde íntima:

ROUPAS ÍNTIMAS FEMININAS MAIS INDICADAS PARA A SAÚDE ÍNTIMA


1. CALÇAS: Prefira calças mais largas que não abafam, nem apertam a área. Porem, se você adora calças apertadas, use-as de vez em quando e tente não ficar com ela por muitas horas e se encontrar uma calça justa, que ela seja de algodão, ou com 50% de algodão no tecido.

2. VESTIDOS: Alternar entre calças, vestidos e saias é outra boa dica. Se você gosta de saias e vestidos, invista em várias (curtas e longas) e, use-as sobretudo, em dias de MUITO calor, quando a região íntima feminina fica mais quente e úmida.

3. CALCINHAS ('cuecas', se você mora em Portugal): prefira calcinhas de algodão porque permitem que a região íntima “respire” melhor. Se você gosta de roupa íntima de Lycra, prefira as que têm fundo de algodão - já que é esta a parte que encosta em sua região íntima.

+ Dicas para manter a região íntima feminina saudável

4. BIQUÍNIS: não fique, jamais, com a calcinha do biquíni ou o maiô molhado. Não tenha preguiça. Troque o biquíni por outro seco. Além disso, se você estivar na praia, e, ao sair do mar e perceber que o biquíni está cheio de areia, busque um vestiário com ducha (se possível) e tire a areia do biquíni.




5. ROUPAS DE GINÁSTICA: para fazer atividades físicas, escolha roupas feitas com tecidos tecnológicos próprios para esporte, que permitem a circulação de ar e evitam o abafamento que pode causar odores indesejados.

+ Saúde Íntima

Além desses cuidados, use sabonete íntimo diariamente (salvo se seu médico indicar o contrário) e prefira dormir sem calcinha, para deixar a região arejada.

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Que dores são normais na gravidez

O anúncio da gravidez traz consigo a alegria de ser mãe, mas também a preocupação de possibilidades de aparecimento de dores na gravidez.

Mas que dores são normais na gravidez?

Algumas dores são normais na gravidez, afinal, seu corpo está passando por transformações físicas (há 1 ou mais bebês crescendo dentro de você) e hormonais. O surgimento de dores pelo corpo durante a gestação pode estar ligado a diversos fatores como peso e preparo físico da mãe, tamanho do bebê e o quanto a mulher ganha peso ao longo do pré-natal.

As dores mais comuns na gravidez são:

  • Nos 3 primeiros meses: dores abdominais como cólicas, dor pélvica, dor de cabeça (pela adaptação hormonal);
  • Nos próximos meses: dor na virilha e na coxa (peso do bebê), dor de cabeça (pelo acúmulo de líquidos no corpo), dor nas articulações (também pelo excesso de líquido), dores nas pernas (peso do bebê e aparecimento de varizes), dor de estômago (pela pressão que o bebê faz);
  • Nas últimas semanas: contrações uterinas esporádicas, dor lombar (pelo peso da barriga), 

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Com intensidades variadas, as dores podem ser evitadas se a futura mamãe preparar o seu corpo previamente para receber o bebê.

Que dores são normais na gravidez
Que dores são normais na gravidez? / foto: arquivo

O obstetra e membro da Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig), Maurílio Trigueiro, ressalta que o incômodo é resultado das alterações hormonais e da adaptação do corpo para a chegada do bebê.

A variação da dor, em tipo e intensidade, é que muda conforme o ganho de peso da mulher e condicionamento físico”, explica.

O médico ressalta anda que os três primeiros meses podem causar dores abdominais como cólicas, dor pélvica e depois, nas últimas semanas, contrações uterinas esporádicas.

 “É preciso verificar caso a caso, mesmo as dores sendo consideradas normais, nas variadas situações é possível encontrar soluções para cada tipo de dor, como uso de meias compressivas, travesseiros especiais, evitar permanecer na mesma posição por longos períodos, controlar o ganho de peso durante a gestação e alongamentos”, completa.

Fonte: Sogimig
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Mulheres na menopausa podem ter infarto ao tomarem refrigerantes diet

Você sabia que Mulheres na menopausa podem ter infarto ao tomarem refrigerantes diet?

Um estudo liderado pelo Dr. Ankur Vyas, pesquisador da Universidade de Iowa (Estados Unidos), demonstrou que mulheres menopausadas que consumiram dois ou mais refrigerantes dietéticos por dia apresentaram um risco relativo 30% maior de sofrer um evento cardiovascular, e 50% maior de morrer de doença cardiovascular, quando comparadas com as mulheres que nunca, ou raramente, consumiam bebidas dietéticas.

Mulheres na menopausa podem ter infarto ao tomarem refrigerantes diet

Um total de 59.614 mulheres que participaram do Women's Health Initiative Observational Study, com uma idade média de 62,8 anos e sem história de doença cardiovascular no início do estudo, foram acompanhadas por cerca de 8,7 anos.

O desfecho cardiovascular primário (infarto do miocárdio ou morte cardíaca) ocorreu em 8,5% das mulheres que consumiram dois ou mais refrigerantes dietéticos por dia, em comparação com apenas 6,8% das mulheres que consumiram até quatro refrigerantes dietéticos por semana.

"Precisamos de mais estudos para estabelecer a relação entre o consumo de refrigerantes dietéticos e doenças cardiovasculares em mulheres",

Disse o Dr. Vyas. Alguns estudos prévios demonstraram uma associação entre o consumo de refrigerantes dietéticos e desenvolvimento de Síndrome Metabólica e Diabetes do tipo 2.

Comentário Saúde da Mulher: Este estudo pode ajudar a melhorar a saúde do coração feminino.

Fonte: American College of Cardiology 2014.
Autor: Dr. Tufi Dippe Júnior - cardiologista de Curitiba - CRM / PR 13700 criador do portaldocoracao.uol

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