Tipos de depressão pós-parto

A depressão logo após o nascimento do filho pode ter várias causas. Assim, tem-se tipos de depressão pós-parto. Saiba o que é depressão pós-parto e quais são elas.

A gestação e o pós-parto podem ser considerados um período temporário de crise para a mulher. Inicialmente, porque o parto faz com que a mulher assuma um papel novo – o de mãe. Além disso, a chegada de um bebê altera a composição familiar, a situação socioeconômica da família e prevê mudanças na vida da mulher e/ou do casal.

Tipos de depressão pós-parto


“Mesmo muito bem amparada por familiares e equipe multiprofissional competente, a mulher vivencia momentos de temor e de ansiedade no parto. É por isso que modificações intra e interpessoais desencadeadas pelo parto podem se refletir no pós-parto”, explica médico do Amparo Maternal, Eder Viana.

Dados da literatura apontam que a depressão pós-parto atinge cerca de 20% das mulheres. Mas essas alterações comportamentais surgem após a alta da maternidade. Por isso é importante os familiares ficarem atentos às recém-mamães.

Depressão pós-parto o que é

1. Depressão pós-parto - Síndrome da tristeza pós-parto:
Muito conhecido como “Blues Puerperal”, derivado do gênero musical norte americano, consiste em alterações do humor com tendência a depressão. Entre os principais sintomas estão a tristeza e choro sem justificativas conflitante com um bebe saudável.

“Esta ambivalência na maioria das vezes não é compreendida pela família”, conta o obstetra. Nesta fase é importante o apoio incondicional e o obstetra deve ser contatado para uma melhor avaliação do caso. O blues inicia-se nos primeiros dias do pós-parto e dura aproximadamente quinze dias na maioria dos casos.


2. Depressão pós-parto - Depressão Puerperal:
Possui sintomas mais intensos, como instabilidade emocional, irritabilidade , depressão ansiosa , anorexia, insônia, auto avaliações negativas e reprovações. “A mãe não se considera competente para cuidar de seu filho. Críticas negativas de seus familiares podem agravar os sintomas”, explica Viana.

Nestes casos, o suporte de um médico psiquiatra torna-se fundamental no seguimento e muitas vezes o uso de medicações se torna imperiosa. “São casos mais duradouros que o Blues e que podem se tornar mais crônicos, impactando no desenvolvimento emocional da criança”, avalia o médico. Nestes casos, a mãe deve ver vigiada o tempo todo que estiver com o bebe.


3. Depressão pós-parto - Psicoses:
São casos gravíssimos onde ocorre uma ru
ptura com a realidade. São comuns alucinações, depressão grave, agitação severa, delírios, severas alterações do pensamento. “Nestes casos o risco de agressão ao filho e real. Existem registros de morte do recém-nascido por parte da mãe”, pondera Viana.

Este evento é mais comum na primeira gestação, em gestantes que tiveram surtos antes da gravidez e em mulheres com história familiar de doença mental. O tratamento deverá ser conduzido por um psiquiatra clínico.

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Que dores são normais na gravidez

O anúncio da gravidez traz consigo a alegria de ser mãe, mas também a preocupação de possibilidades de aparecimento de dores na gravidez.

Mas que dores são normais na gravidez?

Algumas dores são normais na gravidez, afinal, seu corpo está passando por transformações físicas (há 1 ou mais bebês crescendo dentro de você) e hormonais. O surgimento de dores pelo corpo durante a gestação pode estar ligado a diversos fatores como peso e preparo físico da mãe, tamanho do bebê e o quanto a mulher ganha peso ao longo do pré-natal.

As dores mais comuns na gravidez são:

  • Nos 3 primeiros meses: dores abdominais como cólicas, dor pélvica, dor de cabeça (pela adaptação hormonal);
  • Nos próximos meses: dor na virilha e na coxa (peso do bebê), dor de cabeça (pelo acúmulo de líquidos no corpo), dor nas articulações (também pelo excesso de líquido), dores nas pernas (peso do bebê e aparecimento de varizes), dor de estômago (pela pressão que o bebê faz);
  • Nas últimas semanas: contrações uterinas esporádicas, dor lombar (pelo peso da barriga), 

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Com intensidades variadas, as dores podem ser evitadas se a futura mamãe preparar o seu corpo previamente para receber o bebê.

Que dores são normais na gravidez
Que dores são normais na gravidez? / foto: arquivo

O obstetra e membro da Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig), Maurílio Trigueiro, ressalta que o incômodo é resultado das alterações hormonais e da adaptação do corpo para a chegada do bebê.

A variação da dor, em tipo e intensidade, é que muda conforme o ganho de peso da mulher e condicionamento físico”, explica.

O médico ressalta anda que os três primeiros meses podem causar dores abdominais como cólicas, dor pélvica e depois, nas últimas semanas, contrações uterinas esporádicas.

 “É preciso verificar caso a caso, mesmo as dores sendo consideradas normais, nas variadas situações é possível encontrar soluções para cada tipo de dor, como uso de meias compressivas, travesseiros especiais, evitar permanecer na mesma posição por longos períodos, controlar o ganho de peso durante a gestação e alongamentos”, completa.

Fonte: Sogimig
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Mulheres na menopausa podem ter infarto ao tomarem refrigerantes diet

Você sabia que Mulheres na menopausa podem ter infarto ao tomarem refrigerantes diet?

Um estudo liderado pelo Dr. Ankur Vyas, pesquisador da Universidade de Iowa (Estados Unidos), demonstrou que mulheres menopausadas que consumiram dois ou mais refrigerantes dietéticos por dia apresentaram um risco relativo 30% maior de sofrer um evento cardiovascular, e 50% maior de morrer de doença cardiovascular, quando comparadas com as mulheres que nunca, ou raramente, consumiam bebidas dietéticas.

Mulheres na menopausa podem ter infarto ao tomarem refrigerantes diet

Um total de 59.614 mulheres que participaram do Women's Health Initiative Observational Study, com uma idade média de 62,8 anos e sem história de doença cardiovascular no início do estudo, foram acompanhadas por cerca de 8,7 anos.

O desfecho cardiovascular primário (infarto do miocárdio ou morte cardíaca) ocorreu em 8,5% das mulheres que consumiram dois ou mais refrigerantes dietéticos por dia, em comparação com apenas 6,8% das mulheres que consumiram até quatro refrigerantes dietéticos por semana.

"Precisamos de mais estudos para estabelecer a relação entre o consumo de refrigerantes dietéticos e doenças cardiovasculares em mulheres",

Disse o Dr. Vyas. Alguns estudos prévios demonstraram uma associação entre o consumo de refrigerantes dietéticos e desenvolvimento de Síndrome Metabólica e Diabetes do tipo 2.

Comentário Saúde da Mulher: Este estudo pode ajudar a melhorar a saúde do coração feminino.

Fonte: American College of Cardiology 2014.
Autor: Dr. Tufi Dippe Júnior - cardiologista de Curitiba - CRM / PR 13700 criador do portaldocoracao.uol

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