7 nutrientes para mulheres e + 1

 
Confira 7 nutrientes e + 1 que são indispensáveis para a saúde da mulher.

1. Cálcio
O cálcio reduz a chance de desenvolver osteoporose e a maioria das mulheres não consome a dose necessária desse nutriente. Além dos laticínios, folhas verdes, frutos do mar e legumes são boas fontes de cálcio.

Dose ideal: 1 mg por dia e 1,2 mg por dia depois da menopausa

2. Magnésio
O Magnésio ajuda a produzir energia celular que mantém os músculos e nervos, o ritmo vascular, aumenta sua imunidade, constrói ossos, regular o açúcar no sangue e a pressão! Boas fontes de magnésio são: espinafre, castanha do pará, comida não processada, grãos integrais, frutas.

Dose diária: 310 a 320 mg por dia; 350 a 360 mg se estiver grávida.


7 nutrientes fundamentais para mulheres
7 nutrientes fundamentais para mulheres e + 1

3. Ômega-3
Acalmar inflamações, melhorar a saúde do coração e prevenir o câncer são alguns dos benefícios do ômega-3. Para obtê-lo, coma peixes - principalmente salmão, sardinha e atum), óleo de canola, sementes de chia e sementes de linhaça.

4. Ubiquinona
Nosso corpo converte a coenzima Q10 em ubiquinona, processo que se torna mais difícil depois dos 40 anos. O ubiquinona aumenta a capacidade cardiovascular, neurológica e melhora das funções do fígado. É também o antioxidante mais forte que existe, o que desacelera o envelhecimento e baixa o colesterol. Por isso, alimente-se com peixes oleosos, carne, grãos integrais, azeitona e óleo de gergelim.

5. Vitamina D
Considerado um super nutriente, a conhecida Vitamina D fica mais poderosa a medida que os estudos avançam. Ajuda o corpo a manter a quantidade certa de cálcio e fósforo no sangue e ajuda a formar e manter ossos fortes. Fortalece o sistema imunológico e a força dos músculos. Para obtê-la se alimente com ovos e salmão e também tome bastante sol, mas sempre com protetor solar.

6. Vitamina C
A vitamina C não está apenas nas frutas cítricas como laranja e limão. Vegetais verde escuro também são uma ótima fonte. Mas onde mais encontramos a vitamina C são em frutas como acerola, caju e goiaba.
Dose diária: 75 mg por dia; 85 mg por dia se estiver grávida; 120 mg por dia se estiver amamentando. Se você é fumante, acrescente 35 mg.

7. Ferro
Muitas mulheres desenvolvem anemia por falta de ferro que ajuda o organismo a distribuir o oxigênio no sangue. No entanto, o excesso deste nutriente pode fazer mal.

Dose Ideal: 18 mg por dia se você está menstruada, 27 mg por dia para mulheres grávidas, 9 mg por dia se está amamentando e 8 mg por dia depois da menopausa.

+ 1. Silício

Alimentos ricos em silício são eficazes contra o envelhecimento da pele, pois o mineral silício participa da formação de colágeno, proteína que dá firmeza e elasticidade à pele.

Para fazer efeito duas a três porções diárias já seriam suficientes.

Fontes: She Knows e Saúde com Ciência
Foto: Darren Lewis/publicdomainpictures
 
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Vitamina B combate a TPM e seus sintomas

Há muito que se diz que as vitaminas do complexo B são auxiliares contra a TPM, mas agora cientistas comprovaram a eficácia da vitamina B para aliviar os sintomas da TPM.

Uma pesquisa recente comprova que as vitaminas do complexo B aliviam muitos dos sintomas da TPM como cólicas, dores de cabeça, náuseas e irritabilidade.

Vitamina B combate a TPM e seus sintomas
Vitamina B combate a TPM e seus sintomas

O estudo foi publicado na revista American Journal of Clinical Nutrition e revelou que a vitamina B presente em muitos alimentos pode fazer muito para combater os sintomas incômodos. A tiamina (vitamina B1) e a vitamina B2 ( riboflavina), assim como a vitamina B6 são as principais delas.

Os alimentos que são ricos em tais vitaminas devem estar sempre presentes na alimentação das mulheres, especialmente nas 2 semanas imediatamente anteriores ao início da menstruação.

Os pesquisadores dizem que os suplementos (em forma de comprimidos ou cápsulas) não são necessários. É importante que a ingestão dessas vitaminas seja constante, através da dieta diária feminina.

Os alimentos ricos em vitaminas do complexo B são:


  • cereais integrais, 
  • leguminosas, 
  • nozes, 
  • leite 
  • gema de ovos, 
  • carne 
  • vegetais de folhas verdes
  • banana (especialmente B6)

ATENÇÃO mulheres, namorados e maridos!

Saiba mais sobre a TPM com os artigos abaixo:



Fonte: AJCN e Saúde com Ciência.
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Cortisol no leite materno afeta crescimento e temperamento do bebê

O leite materno e suas grandes surpresas... A mais nova descoberta é sua ação do cortisol do leite materno no bebê no crescimento e temperamento do bebê.

A cada dia se descobre um novo benefício do leite materno, ou seja, uma nova razão para amamentar o bebê. Se não bastassem os anticorpos que o bebê recebe da mãe, primeiramente pelo colostro e depois pelo leite materno, agora uma nova pesquisa revela algo ainda mais surpreendente.

Cortisol no leite materno afeta crescimento e temperamento do bebê
Cortisol no leite materno afeta crescimento e temperamento do bebê


Um hormônio do leite materno envia mensagem ao bebê durante a amamentação. Seria uma espécie de whats ap biológico?

Um novo estudo sobre o leite materno avalia a densidade energética do leite e o quanto ele é produzido.

Os glicocorticoides no leite materno (em particular o cortisol) têm sido associados com a herança comportamental em vários mamíferos, inclusive no homem.

>> Leia mais sobre amamentação no Saúde da Mulher.

Um estudo feito pela Harvard e publicado na Behavioral Ecology investigou a relação entre o leite materno e o temperamento infantil. O estudo foi realizado em macacos rhesus (Macaca mulatta) no National Primate Research Center California.

A pesquisa liderada por Katie Hinde mostra que os glicocorticóides no leite materno (em especial o cortisol), independente da energia disponível no leite, previu um temperamento mais nervoso, menos confiante nos filhos.

Também foram encontradas diferenças entre os sexos (meninos x meninas) quanto a magnitude da sensibilidade aos glicocorticóides de origem materna.

Mães de menos macacos fabricam leite com concentrações mais altas de cortisol. As concentrações de cortisol no leite também foram associadas com maior ganho de peso dos bebês ao longo do tempo.

Somados, estes resultados sugerem que as mães com menos recursos somáticos, mesmo em cativeiro, podem ser "programadas" através de sinalização do cortisol, a gerar uma prole cautelosa que prioriza o crescimento.

Os glicocorticóides ingeridos através do leite podem contribuir de forma importante para a assimilação da energia do leite disponível, o desenvolvimento do temperamento da criança, e orquestrar, em parte, a alocação da energia do leite materno entre crescimento e comportamento.

Fonte: beheco.oxfordjournals.org
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Cosméticos Multifuncionais, o que são


Com alta tecnologia, os cosméticos multifuncionais possuem diversos benefícios para o tratamento do corpo e dos cabelos.

Com o excesso de tarefas e a correria do dia a dia, as pessoas buscam cada vez mais formas de otimizar o tempo. Diante disso, até mesmo o mercado de cosméticos precisou se adaptar ao ritmo da vida moderna. Atualmente, no lugar de inúmeros cremes, cada um com uma função diferente, a indústria aposta nos produtos multifuncionais.

Cosméticos Multifuncionais, o que são
Cosméticos Multifuncionais, o que são / foto: Strecosa

De acordo com pesquisa realizada pela Mintel, empresa inglesa especializada em inteligência de consumo e produto, 38% dos brasileiros utilizam cosméticos com múltiplas funções frequentemente.

Seguindo o exemplo da maquiagem multifuncional
Hoje, é comum encontrarmos nas prateleiras os BB Cream, que segundo o levantamento da Mintel três em cada dez mulheres utilizam diariamente, CC Cream e DD Cream, além de cremes pós-barba com filtro solar, desodorantes com ação clareadora das axilas, xampus a seco, entre outros.

Cosméticos Multifuncionais - O que são

Trata-se de cosméticos produzidos a partir de matérias-primas de alta tecnologia, com propriedades capazes de cuidar de dois ou mais problemas específicos.

Para Juliana Frutuoso, Gerente de Negócios da divisão de Health & Personal Care da Beraca, essa é uma tendência que se fortalecerá com o passar dos anos.

"A indústria cosmética está focada em desenvolver fórmulas altamente tecnológicas e eficazes, pois as pessoas não querem mais perder tempo e dinheiro com diversos produtos. Hoje, os consumidores buscam praticidade em todas as suas ações, até mesmo nos cuidados com a beleza. É possível encontrar um creme facial, por exemplo, com propriedades regeneradoras, antioxidantes, hidratantes e nutritivas", avalia a especialista. 
Diante desse desejo do consumidor, a Beraca investe anualmente cerca de 3% do seu faturamento em inovação e tecnologia. "É o nosso papel estudar o comportamento do público e desenvolver ativos com múltiplas funções, que podem ser utilizados na formulação de produtos para os cabelos, o corpo e o rosto. Contamos com soluções como o exclusivo Beracare DPS, que atua na camada dérmica da pele e auxilia na proteção e regeneração", destaca Juliana Frutuoso.

Para apresentar os múltiplos benefícios desses cosméticos multifuncionais, a especialista da Beraca selecionou algumas das matérias-primas que possuem múltiplas funções e que podem ser utilizadas nos cuidados com a beleza.

Matérias-primas para os cosméticos multifuncionais:


Beracare DPS (Dermal Protective Active System): Possui ação dérmica anti-inflamatória, antioxidante, previne dos danos causados pela radiação UV, auxilia no aumento e na manutenção da elasticidade da pele.

Utilização: Antiaging, cremes noturnos e diurnos, hidratantes corporais e produtos masculinos.

ARS Body: Indicado para o tratamento da pele, promove a regeneração, nutrição, revitalização, além de garantir a sensação de bem-estar e de maciez.
Utilização: Antiaging, hidratantes, cremes e loções corporais e faciais, produtos pós-sol e produtos pós-depilação.

ARS Hair: Seu uso proporciona o aumento do brilho dos cabelos, garante a revitalização, hidratação, o aumento da maciez, redução de frizz, forma um filme protetor e contribui com a melhora do toque.
Utilização: xampus, condicionadores, máscaras capilares, reparadores de pontas e redutores de frizz.

Dermosoft 688: Potente antifúngico para formulações de cosméticos e hidratante para a pele.
Utilização: Todo tipo de formulação cosmética.

Centevita: Conta com propriedades capazes de promover o estímulo da síntese de colágeno, melhora a elasticidade, tem ação anti-inflamatória, protege dos danos causados pela radiação UV, além de ser antiedema e lipolítico.
Utilização: Produtos faciais e corporais.

Leia mais no Saúde da Mulher sobre os assuntos:
Beleza
- Cosméticos
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Chorar faz bem a saúde, por quê?

Entenda por que chorar faz bem a saúde e o que está por trás de tantas lágrimas e o que elas provocam em nosso organismo.

Se quando seus filhos choram você tem o hábito de dizer: "engole o choro, engole o choro!", desculpe a franqueza, mas você está agindo muito mal, mesmo quando for choro de birra.

Isso por sempre que há choro, há uma "emoção" por trás dele e essa emoção precisa ser LIBERADA em forma de lágrimas. Oras, quem nunca ouviu as expressões "chorar lava a alma" ou "chorar faz bem".
Chorar faz bem a saúde
Chorar faz bem a saúde

Mas por que chorar faz bem a saúde?


Depois de uma boa sessão de lágrimas teremos menos ansiedade, irritação e tristeza. Chorar provoca uma reação bioquímica relaxante no organismo. E é por isso que diz-se que chorar lava a alma.


Chorar faz bem bioquimicamente falando


- Excesso de manganês?

Chorar faz bem porque diminui o nível do mineral manganês do corpo, trazendo um alívio quase que imediato.

- Leucina-encefalina: como atuam no choro

Segundo a psicóloga Ana Maria Rossi, quando choramos nosso encéfalo produz uma substância chamada leucina-encefalina: ela gera uma sensação de alívio semelhante a da morfina.


- Curiosidades sobre as lágrimas


  1. Sabia que o nosso corpo produz 500 ml de lágrima / ano
  2. Podemos chorar de tristeza ou de felicidade
  3. As mulheres choram em média 5 vezes mais que os homens. Mas isso ocorre por que os homens são incentivados a não chorar desde pequeno. Quem nunca ouviu a expressão homem não chora?

- Homem não chora mesmo? Menino não chora?


Que bom que muitos homens já sabem que chorar não é sinal de fraqueza e sim de que há uma emoção que pode e precisa ser liberada em forma de lágrimas.

A cultura machista prega, desde sempre, que os meninos não devem chorar e assim, pais e mães vivem dizendo aos seus filhos quando estes choram: "menino não chora". E a cada vez que a criança escuta isso, ela aprisiona uma emoção... a qual, mais tarde, anos depois, pode ser liberada com agressividade, ou depressão ou deflagrando doenças. Sim, emoções bloqueadas podem ser somatizadas e se transformar em doenças físicas.

- Chorar de alegria!


Lembre-se que chorar não é necessariamente sinal de que há algo ruim, já que pode-se chorar de alegria. O choro é uma maneira de liberar uma emoção, sendo ela positiva ou negativa.

Então... Quando o choro vier... Não o engula, CHORE!

Fonte: as informações são da psicóloga Ana Maria Rossi e da farmacêutica&Bioquímica Dra. Renata Fraia
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Trombose por uso de anticoncepcional

Foi manchete nos principais veículos de informação: trombose por uso de anticoncepcional é um dos efeitos colaterais dos anticoncepcionais.

Como farmacêutica nunca entendi o porquê de muitos médicos receitarem anticoncepcionais sem antes saber o histórico familiar e pessoal de pacientes com relação a problemas de circulação, venosos ou arteriais. E a explicação é muito simples (daí minha indignação): um dos efeitos colaterais de certos anticoncepcionais é a trombose.

Que bom que as redes sociais existem e as pessoas possam divulgar o que antes ficava restrito ao sigilo hospitalar...

Trombose por uso de anticoncepcional
Trombose por uso de anticoncepcional - comunidade Facebook

Professora que sofreu trombose por causa de anticoncepcional divulga vídeo e cria página no Facebook!


Com a divulgação do vídeo e criação da página no Facebook, a professora atestou que o problema é bem mais comum do que se pensa.

“Nunca imaginei essa repercussão. Pensei que tinha acontecido isso comigo só, mas vi que esses eventos não são raros. Já recebi mais de 300 depoimentos de pessoas que tiveram o mesmo problema e que tomavam as mais diversas marcas de anticoncepcional. Acredito que repercutiu porque meu alerta é que anticoncepcional não é água, não pode ser tomado indiscriminadamente”, disse Carla.

Carla passou a usar o anticoncepcional Yasmim (conhecido por sua baixa taxa hormonal) para combater cólicas provocadas por miomas e disse que fez todos os exames que atestaram que não havia problema algum de saúde.

A Bayer HealthCare - laboratório que fabrica o anticoncepcional - comentou sobre o caso:

“A possibilidade de tromboembolismo venoso, associada ao uso de contraceptivos hormonais combinados é baixa”. “É aprovado por todos os grandes órgãos regulatórios mundiais, incluindo a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]” e que “mantém seu posicionamento de transparência na investigação minuciosa de relatos de efeitos adversos possivelmente relacionados a este produto”.

O médico responsável por Carla disse:

“O medicamento pode alterar a coagulação sanguínea, predispondo a pré-formação de trombos, tanto cerebral, quanto em membros inferiores. Quando um trombo desloca, pode ir, por exemplo, para o pulmão e causar embolia pulmonar”.

Comentários Saúde da Mulher sobre o caso da professora que teve trombose por uso de anticoncepcional.


Ainda que pareçam assustadoras, é sempre de fundamental importância que todas as bulas de medicamentos sejam lidas. Em vez de ficar com medo de usar o medicamento você poderá ficar mais alerta para qualquer sintoma que aparecer e se associar ao uso de tal medicamento, o que facilitará a busca por ajuda.

E se ao consultar o ginecologista ele não perguntar sobre seu histórico sobre a doença, informe você mesma a ele. Certo? (Renata Fraia - farmacêutica)

Assista ao vídeo da mulher que teve trombose por uso de anticoncepcional:




Você utiliza o anticoncepcional Yasmin e está cheia de dúvidas? Calma! Vamos dar mais informações:

Hormônios do anticoncepcional Yasmin


Cada comprimido contém 3 mg de drospirenona e 0,03 mg de etinilestradiol. Cart. c/ 1 env. c/ blíster-calendário de 21 compr. revestidos.

Contra-indicações do Yasmin


Contraceptivos orais combinados (COCs) não devem ser utilizados na presença das seguintes condições: - presença ou história de processos trombóticos/tromboembólicos (arteriais ou venosos) como, por exemplo, trombose venosa profunda, embolia pulmonar, infarto do miocárdio; ou de um acidente vascular cerebral; - presença ou história de sintomas e/ou sinais prodrômicos de trombose (por exemplo: ataque isquêmico transitório, angina pectoris); - história de enxaqueca com sintomas neurológicos focais; - diabetes mellitus com alterações vasculares; - a presença de um fator de risco grave ou múltiplos fatores de risco para a trombose arterial ou venosa também pode representar uma contra-indicação (veja item Precauções e advertências-); - presença ou história de pancreatite associada a hipertrigliceridemia grave; - presença ou história de doença hepática grave, enquanto os valores da função hepática não retornarem ao normal; - insuficiência renal grave ou aguda; - presença ou história de tumores hepáticos benignos ou malignos; - diagnóstico ou suspeita de neoplasias dependentes de esteroides sexuais (por exemplo, dos órgãos genitais ou das mamas); - sangramento vaginal não-diagnosticado; - suspeita ou diagnóstico de gravidez; - hipersensibilidade a qualquer um dos componentes do produto. Se qualquer uma das condições citadas anteriormente ocorrer pela primeira vez durante o uso de COCs, a sua utilização deve ser descontinuada imediatamente.

Leia mais sobre anticoncepcionais no Saúde da Mulher.

Fonte: G1
Vídeo: Youtube/carla simone castro
Foto:Facebook
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Queda de cabelo em mulheres é acentuada no Outono

Pesquisa revela que queda de cabelo em mulheres é maior no Outono


Estudiosos afirmam que é no outono que as mulheres perdem mais cabelo. A pesquisa, publicada na revista Dermatology e noticiada pelo Daily Mail desta quarta-feira (12), acompanhou 800 mulheres saudáveis por mais de seis anos e revelou que os fios caem mais nessa época do ano (lembrando que enquanto no hemisfério sul é Primavera, no hemisfério norte é Outono).

E por que os cabelos femininos caem mais no Outono?
O motivo está associado ao crescimento da cabeleira e ao sol. De acordo com especialistas, em qualquer momento do dia, 90% dos fios estão crescendo, enquanto o restante fica em estado de repouso por dois a seis meses (conhecida como fase telógena) para depois cair.

Os pesquisadores suecos descobriram que as mulheres tinham a maior proporção de cabelos descansando 100 dias antes de a estação começar. Isso tem a ver com a proteção do couro cabeludo contra o sol do verão em combate às queimaduras do astro, já que o Verão precede o Outono. [Terra]

Então, mulheres, se vocês moram no hemisfério sul (aqui no Brasil, por exemplo), se seus cabelos começarem a cair lá pelo mês de Maio (nosso Outono) saibam que isso pode ser normal.

Foto: Flickr
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Micose nas unhas? Trate com laser!

Sabemos que a micose nas unhas é, muitas vezes, um problema difícil de tratar, mas isso está com os dias contados...

Para resolver o problema da micose nas unhas, foi desenvolvido um tratamento a laser para micose nas unhas que recupera a situação dos pés rapidamente.

Micose nas unhas, tratamentos com laser
Micose nas unhas? Trate com laser! foto: Giuliamar

Laser Lúnula

O laser lúnula é o único capaz de eliminar micoses e manchas nas unhas com duas sessões de aplicação, cada uma com duração de 12 minutos.


Com esse tratamento para micose nas unhas as pomadas, cremes, esmalte e remédios para as unhas ficaram no passado, já que esses tratamentos são longos e, muitas vezes não curam de fato os problemas.

+ Unhas enfraquecem no inverno - saiba o que fazer!

O laser para os pés tem alcance superficial, não causando dor nem efeitos colaterais.

O único problema desse tratamento ainda é o preço, por ser bastante recente, uma sessão custa 500 euros! Como toda nova tecnologia ela ainda é muito cara, mas daqui alguns meses podemos ver a novidade por aí, a preços bem mais acessíveis.

micose nas unhas

Fonte: Unhas Decor

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Colesterol Alto na Gravidez: como evitar, incidência e consequências


No Dia de Combate ao Colesterol, médico alerta sobre o Colesterol alto na gravidez

O dia 8 de agosto é dedicado ao Dia de Combate ao Colesterol. Sabia que o colesterol alto na gravidez pode ser muito prejudicial?

O aumento de colesterol na corrente sanguínea pode ocasionar entupimento de veias e artérias causando o infarto e o derrame (AVC).

O colesterol provém de duas fontes: do seu organismo e dos alimentos que você ingere. Mohamad Barakat, médico, alerta sobre esse tipo de problema em mulheres grávidas.

Colesterol Alto na Gravidez

Incidência do colesterol alto na gravidez 

Durante o período de gestação o cuidado tem que ser redobrado.

“É esperado um aumento de cerca de 60% do colesterol total, e, portanto, as futuras mamães precisam ficar atentas a esses níveis. Geralmente eles começam a subir na 16ª semana de gestação e por volta das 30 semanas, ele pode chegar a ser 50 ou 60% mais alto que antes da gestação”, comenta Barakat.

Para quem já apresenta níveis altos de colesterol, o cuidado deve ser ainda maior, principalmente com a alimentação, pois o colesterol alto pode ser prejudicial para o bebê.

“Durante a gravidez, a criança pode acumular fios de gordura dentro de seus vasos sanguíneos, e consequentemente, pode vir a favorecer a instalação de doenças cardíacas ainda na infância”, ressalta o médico.

Dicas para evitar o colesterol alto na gravidez (alimentação na gestação): 

Para Barakat, a alimentação deve ser rica em fibras em vitamina C, ou seja, é aconselhável consumo de frutas, principalmente as vermelhas, que se mostraram eficazes na diminuição do colesterol ruim.

“Coma cerca de 3 vezes ao dia, como legumes duas vezes por dia e cereais integrais, sempre que possível. Prefira peixes e adicione azeite de oliva, esse tipo de óleo aumenta o colesterol bom, e isso fará muito bem para quem apresenta nível elevado do LDL (colesterol ruim), além de ficar longe de carboidratos, açúcares e sucos industrializados e refinados”, finaliza.

Leia mais sobre:
  1. Gravidez
  2. Colesterol
  3. Alimentação na gestação
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Candidíase, sintomas, tratamentos e causas


Aproximadamente 75% das mulheres (ou seja, a maioria) teve ou vai ter no decorrer da vida a menos um episódio de vaginite, causada em 90% dos casos pela doença candidíase, causada por um fungo chamado Candida Albicans.




Outro dado que não podemos esquecer é a reincidência, ou seja, um posterior episódio de infecção se verifica em pelo menos 40-50% das mulheres.

Ou seja, após uma suposta "cura", a candidíase volta a aparecer em quase metade das mulheres.

O fungo Cândida albicans está normalmente presente em pequenas quantidades na flora vaginal junto com outras bactérias.

Mas saiba que a cura da candidíase é possível!

*CANDIDÍASE, SINTOMAS TRATAMENTOS E CAUSAS*


Candidíase Sintomas


Os sintomas mais comuns da candidíase são secreções vaginais de cor branca acompanhada da sensação de coceira muitas vezes intensa seja a nível interno ou na parte exterior vaginal.

Candidíase Causas


Esse “hóspede” em nosso corpo pode passar da forma latente a forma clínica quando encontra as condições favoráveis, entre elas:
  • presença de açucares 
  • falta de ar (região genital abafada e sem ventilação) 
  • pouca defesa imunitária 
  • após um tratamento com antibióticos, que irá matar as bactérias benignas deixando espaço para a Cândida albicans se desenvolver

Candidíase Tratamentos





O tratamento para a candidíase se baseia na maioria dos casos no uso de medicamentos locais sob forma de aplicações e/ou banhos.

O cetoconazol, o fluconazol e o itraconazol são os medicamentos mais usados para tratar candidíase.

**A utilização desses medicamentos deve ser sempre receitada pelo seu médico ginecologista.**

E nesse ponto é bom fazer uma observação: Receitas caseiras para tratar candidíase e/ou remédios que suas amigas usaram podem não funcionar para você, porque cada corpo responde diferente a um medicamento ou a tratamentos diferentes. Só o médico vai lhe indicar o tratamento mais indicado para tratar a candidíase.

Candidíase como prevenir




IMPORTANTE sobre a candidíase!


Quanto antes a doença candidíase for tratada, mas sucesso a mulher terá na cura da candidíase, então, não deixar de ir ao ginecologista quando notar alguma secreção vaginal estranha é a conduta ideal para o diagnóstico e tratamento da candidíase.

Mais artigos relacionados à candidíase


 1. Saiba sobre a candidíase na gravidez.
 2. Leia também o que é vaginite e vulvovaginite aqui!

Texto de Renata Fraia - Farmacêutica/Jornalista do site Saúde com Ciência
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Endermoterapia: como funciona / regiões tratadas / quem não pode fazer


Com a endermoterapia, a gordurinha localizada e os indesejáveis furinhos na pele podem ser amenizados e tratados.

Uma das grandes preocupações, principalmente das mulheres são a celulite e a gordura localizada.Atualmente, há vários tratamentos para amenizar e tratar a celulite e a gordura localizada, e que oferecem ótimos resultados. Um deles é a endermoterapia.

Bastante eficaz, o método utiliza uma massagem profunda que mobiliza as camadas mais profundas da pele.

Endermoterapia: como funciona / regiões tratadas / quem não pode fazer
Endermoterapia: como funciona / regiões tratadas / quem não pode fazer

"Na endermoterapia, utilizamos um aparelho que produz sucção (pressão negativa) e rolamento do tecido, atingindo todas as camadas da pele. É usada uma massagem profunda com vácuo, diminuindo a retração do tecido e aumentando a circulação, oxigenação e nutrição do mesmo. Com o aumento da vascularização, há uma melhora do aporte sanguíneo que gera a eliminação de toxinas, atenuando o efeito 'casca de laranja' da celulite, por exemplo", explica Fabiana Barrese Duarte, fisioterapeuta e diretora da Estética Hollywood.

De acordo com a especialista, após a primeira sessão os resultados já podem ser observados: a pele fica mais viçosa e nutrida, além do efeito lifting que o procedimento proporciona, melhorando a modelagem do corpo. Fabiana afirma que o método pode também ser associado a outros tratamentos e que a pressão utilizada no procedimento deve ser dosada.

"Podemos associar a endermoterapia com a radiofreqüência, o ultrassom de alta potência, a lipocavitação e aos dermocosméticos. A pressão que usamos deve ser bem dosada para que não ocasione hematomas na região tratada. Não é normal o paciente sentir dores durante a sessão e sair com a pele roxa, pois se isso ocorrer significa que houve rompimentos de microvasos, o que não pode acontecer."

A técnica pode ser realizada em diversas áreas do corpo, como abdômen, culote, coxas, glúteo e flancos (os famosos pneuzinhos).


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Quem não pode fazer a endermoterapia?


O tratamento não é indicado para pessoas que tenham flacidez de pele grave e presença de varizes, fragilidade vascular, tromboses e tromboflebites na região a ser tratada. A fisioterapeuta recomenda realizar uma avaliação individual antes de qualquer procedimento:
"a avaliação é importante e sempre indicada, pois com ela podemos examinar a pele do paciente, indicar a melhor maneira de realizar o procedimento e outras possíveis contraindicações que podem existir."
fonte: Fabiana Barrese Duarte - fisioterapeuta e diretora da Estética Hollywood

Leia mais sobre dermatologia estética.
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Máscara de mamão para amolecer pelos antes da depilação

A substância presente no mamão conhecida como papaína é a responsável por conferir maciez à pele e ajudar a amolecer os pelos para facilitar na depilação. Veja receita:

Máscara caseira de mamão

Ingredientes

1/2 mamão papaia
1 colher de sobremesa de aveia em flocos finos
3 colheres de iogurte integral

Amasse bem o mamão, acrescente o iogurte, mexa bem e por último a aveia. Aplique sobre a área com pelos a ser depilada 30 minutos antes da depilação. Retire com água morna fazendo movimentos circulares. A depilação poderá ser feita normalmente.
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Hiperprolactinemia: o que é o distúrbio que faz produzir leite mesmo sem estar grávida


Hiperprolactinemia. De novo: Hiper-pro-lac-ti-ne-mia, uma condição de nome difícil, mas de fácil entendimento que significa uma produção excessiva do hormônio prolactina pelo organismo da mulher.

Tal disfunção interfere no ciclo menstrual, na libido e na fertilidade de homens e mulheres.

Hiperprolactinemia: o que é o distúrbio que faz produzir leite mesmo sem estar grávida
Hiperprolactinemia: o que é

Uma doença de nome complicado, mas que é mais comum do que se imagina e pode trazer uma série de inconvenientes. Causada pela produção em excesso de hormônio prolactina – que, entre outras funções, é responsável pela produção do leite materno – a hiperprolactinemia é um distúrbio que, se não identificado a tempo, pode atrasar o diagnóstico de um tumor benigno.




Um dos principais sintomas da doença é a produção de leite fora do período normal de amamentação após o parto.

“É a chamada galactorreia”, explica Nina Musolino, médica-supervisora do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), que ainda esclarece: “a hiperprolactinemia também causa alterações menstruais, como irregularidade e até falta de menstruação, e em homens, redução da potência sexual, além de redução da libido e infertilidade em ambos os sexos”.

Causas da Hiperprolactinemia


Entre as principais causas da hiperprolactinemia está o uso de alguns medicamentos, entre eles, antipsicóticos, antiácidos, antieméticos (remédios para enjoo) e anti-hipertensivos. Estresse, casos de hipotireoidismo primário e síndrome dos ovários policísticos também estão relacionados com o surgimento da alteração.




Diagnóstico da hiperprolactinemia


Além dos sintomas relacionados, o diagnóstico da hiperprolactinemia é feito por meio de um exame laboratorial que mede a concentração de prolactina no sangue. Níveis acima de 20 ou 25 ng/ml caracterizam o distúrbio. Já quando o resultado da análise for acima de 100 ng/ml, existe a possibilidade da existência de um tumor benigno da hipófise. “Esses tumores podem causar distúrbios neurológicos como cefaleia e perda visual”, diz a médica. Porém vale ressaltar que, geralmente, as consequências são reversíveis e os tumores são muito sensíveis ao tratamento medicamentoso.

Tratamento da hiperprolactinemia


Na maioria dos casos de hiperprolactinemia, o tratamento é feito com medicamentos com ação semelhante à da dopamina, como Dostinex (cabergolina), que agem diretamente na hipófise, reduzindo a produção da prolactina (ler: saiba mais sobre a prolactina)

“A cabergolina tem ação semelhante à dopamina e é o principal medicamento utilizado no combate à doença porque tem melhores resultados e menor interferência de efeitos colaterais”, diz a especialista.

Mesmo nos casos de tumores produtores de prolactina (prolactinomas) a substância é o tratamento de escolha.

“A duração do tratamento vai depender da causa da hiperprolactinemia e é muito variável. O medicamento pode ser indicado por muitos anos sem prejuízo do efeito”, conclui.

Em situações de falta de resposta à cabergolina, deve-se considerar a possibilidade de cirurgia para retirada do prolactinoma: no Brasil, apenas 15% a 20% dos indivíduos com hiperprolactinemia precisam ser submetidos à cirurgia.
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Sintomas da pré-eclâmpsia; causas e tratamento da doença que aumenta no inverno

Os dias frios aumentam os casos de hipertensão e isso pode ser ainda mais prejudicial para as gestantes. Assim; os casos de pré-eclâmpsia aumentam no inverno.

O frio característico do inverno pode trazer mais problemas do que os respiratórios. No caso das mulheres grávidas é preciso redobrar os cuidados, pois com a temperatura mais baixa é comum o aumento da pressão arterial por conta da contração dos vasos sanguíneos para conservar o calor no corpo.

E a consequência disso para as gestantes é o aumento da probabilidade de pré-eclâmpsia, doença que eleva a pressão durante a gestação e pode trazer danos graves à mãe e ao bebê.

Sintomas da pré-eclâmpsia


Sintomas da pré-eclâmpsia; causas e tratamento da doença que aumenta no inverno

• Inchaço, principalmente de mãos e rosto
• Ganho súbito de peso
• Dor de cabeça
• Distúrbio visual
• Dor de estômago
• Desconforto respiratório
• Mal estar
• Na eclâmpsia, além destes sintomas, ocorre a convulsão.

*Faça o pré-natal direitinho e, sentindo os sintomas acima, procure um pronto atendimento médico.


+ Chocolate evita pré-eclâmpsia na gestação.


Causas da Pré-eclâmpsia


A pré-eclâmpsia não possui uma causa específica, mas há diversos fatores que tentam explicar o seu aparecimento. A hipótese mais discutida pela medicina envolve fatores maternos e placentários e a principal teoria é uma anomalia no desenvolvimento dos vasos sanguíneos da placenta no início da gestação, que faz com que haja diminuição do fluxo sanguíneo placentário que causa a liberação de fatores antiangiogênicos e outras substâncias na circulação materna, que acabam resultando em hipertensão.

Por se tratar de uma complicação grave, é preciso tomar muitos cuidados, como explica o ginecologista Mario Macoto, do Hospital e Maternidade Santa Joana.

“A gravidade da doença é influenciada pelos fatores maternos e específicos da gravidez, mas fatores paternos e ambientais também podem estar relacionados”.

A doença ocorre em cerca de 7% das gestações, sendo mais comuns em casos de gravidez múltipla, adolescentes e mulheres com mais de 40 anos. A maior parte dos casos de pré-eclâmpsia se manifestam na segunda metade da gestação, a partir da 20ª semana, e é uma ameaça para o feto, pois pode diminuir o fluxo de sangue para a placenta, que é responsável pelo transporte de oxigênio e de nutrientes.

É importante ter muita atenção, já que o aumento da pressão leva a uma alteração do fluxo de sangue útero-placentário podendo ocorrer a restrição do crescimento fetal e alteração da vitalidade, sendo necessário, muitas vezes, antecipar o parto. Assim como, há o risco de ocorrer o descolamento prematuro da placenta, que é uma emergência obstétrica com indicação de parto imediato.

Fatores de risco da pré-eclâmpsia


São diversos os fatores de risco que podem ocasionar a pré-eclâmpsia ou DHEG (Doença Hipertensiva Específica da Gravidez) como uma primeira gravidez, hipertensão crônica, diabetes mellitus – decorrente do aumento anormal do açúcar ou glicose no sangue - obesidade, gravidez múltipla, neoplasia trofoblástica gestacional, doenças do colágeno, problemas renais e antecedente pessoal de pré-eclâmpsia em gestação anterior ou familiar (mãe ou irmãs).

Para não correr riscos, toda mulher deve ter consciência de que o momento da gravidez, além de especial, demanda muitos cuidados. Desta forma, é indispensável o acompanhamento pré-natal regular, como explica o dr. Macoto.

“Para evitar o surgimento da doença grave, o principal é fazer um bom pré-natal para garantir que a mãe e o bebê estejam bem, e em presença de ganho de peso súbito, inchaço principalmente de mãos e rosto, procurar imediatamente o seu médico. As futuras mamães devem praticar atividade física moderada, como caminhar trinta minutos três vezes por semana, além de beber bastante água diariamente, por exemplo.”

Protocolo DHEG do Santa Joana


Ainda com todos esses cuidados, os casos mais graves de pré-eclâmpsia necessitam de internação imediata, para isso, o diagnóstico precoce é essencial. Deste modo, o Hospital e Maternidade Santa Joana instituiu o protocolo DHEG para aumentar o controle da doença que é a maior causa de mortalidade materna no país.

Assim, uma equipe multidisciplinar composta por médicos e enfermeiras que realizam um atendimento baseado em rigorosos critérios clínicos garante mais segurança à gestante.

No protocolo DHEG, se forem identificados parâmetros de risco, a gestante é encaminhada para a UTI, para coleta de exames, avaliação fetal, monitorização clínica e tratamento.

Nos casos graves, a internação é necessária para controle pressórico com medicação hipotensora, avaliação diária da vitalidade fetal e exames laboratoriais para seguimento da condição clínica materna, sendo muitas vezes necessária a antecipação do parto.

“O principal objetivo do protocolo é evitar a eclampsia, diminuir a prematuridade extrema e a morbidade materno-fetal, tudo isso mediante a padronização do atendimento de uma condição obstétrica”, esclarece o dr. Macoto.

O médico ainda explica que sendo identificado uma pré-eclâmpsia leve, o tratamento pode ser feito sem internação.

"Nesses casos, a indicação é a diminuição do estresse, fracionamento da alimentação com cuidado na ingestão de sódio e carboidratos, controle no ganho de peso, atividade física moderada, uso eventual de medicação hipotensora e avaliação fetal quinzenal’’, conta o especialista.

Se não tratados, os casos graves podem evoluir para a eclâmpsia – quando ocorre a convulsão - sendo necessário o tratamento e estabilização do quadro materno e avaliação da vitalidade fetal para indicar o parto.

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Por que o formol faz mal à saúde?


O uso do formol em cosméticos para alisar os cabelos (escovas progressivas ) foi proibido nos Estados Unidos porque o formol faz mal à saúde.

Por que o formol faz mal à saúde?
Por que o formol faz mal à saúde?

O alerta vem do FDA (Foods and Drugs Administration), órgão americano que regulamenta medicamentos e alimentos. De acordo com a instituição, o formol altera o DNA das células de nosso organismo podendo levar à formação de tumores (câncer). Sua inalação durante o processo de alisamento capilar é altamente perigosa, tanto para clientes quanto para os profissionais de beleza.

Por que o formol faz mal à saúde?


A curto prazo, o formol pode provocar:
  • queda de cabelo, 
  • irritação, 
  • coceira, 
  • queimaduras 
  • vermelhidão. 

A longo prazo, a substância pode causar
  • enjoos, 
  • desmaios, 
  • vômitos,
  • câncer nas vias aéreas superiores ou de pele. 

Mas se você é dependente dos alisamentos, não se preocupe.

Você pode continuar alisando seus cabelos – procure um bom salão, hoje são inúmeras técnicas de alisamento que utilizam outro tipo de produto e tem um efeito tão satisfatório quanto o das fórmulas com formol.

Mas peça ao cabeleireiro para lhe mostrar a embalagem do produto que ele está usando, se estiver escrito em letrinhas miúdas: formol ou formaldeído, significa que o produto tem sim, formol. E mais, não existe dose menos nociva.

Conclusão: O formol faz mal à saúde, causa câncer e ponto final.

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fontes: O Dia | Saúde com Ciência
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Creme hidratante caseiro para mãos e unhas

A saúde das mãos e das unhas pode começar com uma receitinha simples de um creme hidratante caseiro para  mãos e unhas, à base de dois ingredientes que todas temos em casa, a salsinha e o azeite.

Com esses dois ingredientes cria-se um cosmético caseiro para mãos ressecadas bastante eficiente. Testei e comprovei sua eficácia.

Com a receitinha da máscara caseira para as mãos, as unhas e mãos ficam suaves e macias e a salsinha deu uma sensação refrescante.

Creme hidratante caseiro para mãos e unhas



Creme hidratante caseiro para mãos e unhas

Para fazer o creme hidratante caseiro para mãos e unhas você vai precisar:

  • 2 colheres de sopa de azeite,
  • 1 ramo de salsinha muito bem picado (folhas e caule também)
  • 1 colher de chá de limão

Leia sobre os benefícios da salsinha.

Como fazer o creme hidratante caseiro para mãos e unhas

Misture tudo, lave as mãos com água morna, aplique a máscara e deixe agir por 20 minutos massageando de de vez em quando e esfregando uma mão contra a outra para que o calor aumente a absorção dos ativos na pele das mãos e por entre os poros da queratina das unhas.

Veja várias máscaras hidratantes para os cabelos.


Depois de 20 minutos enxágue as mãos em água fria e lave com sabonete neutro ou gel de limpeza. Se as mãos estiverem muito ressecadas, finalize com um creme para mãos à base de ureia, além de repetir o procedimento 2 vezes por semana e tomar alguns cuidados básicos com as mãos, como a escolha de detergentes menos agressivos, usar luvas para lavar a louça e não tomar banho com água muito quente.
 

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Pílula do dia seguinte em excesso faz mal


A contracepção de emergência foi inventada justamente para ser usadas apenas em situações de emergência, como o nome já diz. Ou seja, quando a 'camisinha estourou' (como dizem). No entanto, muitas mulheres a usam com frequência. Mas lembre-se: Pílula do dia seguinte em excesso faz mal. E por quê?

Tomar pílula do dia seguinte em excesso (toda vez que tiver relações) faz mal porque sua dose hormonal é muito alta. Para se ter uma ideia, 1 única pílula contém a mesma quantidade de hormônio que uma cartela inteira de anticoncepcional.





O Ministério da Saúde facilitou acesso à pílula do dia seguinte, distribuindo gratuitamente o medicamento, contudo existem orientações médicas para que a usuária não tenha a saúde comprometida.

Pílula do dia seguinte em excesso faz mal

A pílula do dia seguinte é um medicamento cujo uso tem se popularizado nos últimos anos, mas sua utilização indiscriminada pode trazer complicações severas para a saúde das mulheres. Por conta disso, existem alguns cuidados a serem tomados para o uso do remédio não comprometer a saúde da mulher nem a eficácia da medicação, como explica o Dr. Fernando Moreira de Andrade, ginecologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos.

"É importante deixar claro que a pílula foi desenvolvida para uso emergencial, e por isso deve ser usada apenas em casos de extrema importância", explica o ginecologista.

Além de não apresentar 100% de eficácia mesmo quando usado com moderação, o medicamento perde ainda mais suas características se ingerido usualmente. O uso frequente aumenta o risco de uma gravidez indesejada. Em alguns casos, o medicamento pode ocasionar vômitos, fadiga, náuseas e sangramentos. Acompanhe algumas dicas sobre o uso do medicamento.

► Leia também: Leia tudo o que já foi escrito sobre Pílula do Dia Seguinte.

Alertas:

Pílula do dia seguinte - Efeitos colaterais


O consumo sem orientação médica pode acarretar algumas modificações no organismo, o mais comum é a alteração no ciclo menstrual e o tempo de ovulação. Em alguns casos, torna-se impossível calcular o período fértil e o dia menstruação, trazendo complicações. Dor de cabeça, diarreia, sensibilidade nas mamas, náuseas e vômitos são outros sintomas comuns.






Pílula do dia seguinte - Contra indicação


O medicamento é contraindicado para quem possui problemas de hipertensão vascular, obesidade mórbida e hematológica. A alta quantidade de hormônios pode provocar pequenos coágulos no sangue que obstruem as artérias.

Pílula do dia seguinte - Contraceptivo


Em nenhuma hipótese a pílula deve ser considerada um anticoncepcional de rotina, o consumo deve ser feito apenas em casos excepcionais.

Fonte: Dr. Fernando Moreira de Andrade, ginecologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos.
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#DurmoSemCalcinha Dermacyd: dormir sem calcinha faz bem

#DurmoSemCalcinha Dermacyd é a hashtag da Dermacyd (marca de sabonete íntimo) que visa a conscientização das mulheres para adotarem o hábito de dormir sem calcinha.

Dormir sem calcinha faz bem
#DurmoSemCalcinha Dermacyd: dormir sem calcinha faz bem

Dormir sem calcinha pode trazer benefícios para a saúde da mulher e melhorar a qualidade de vida das mesmas, e por isso a Demacyd está contando com a ajuda de celebridades para fazer a moda pegar.

Dormir sem calcinha reduz o risco de infecções na região genital, por deixar o corpo respirar, ajuda a relaxar e faz com que você durma melhor.




O Saúde da Mulher lembra que outra forma de deixar a área genital arejada é usar saias mais vezes na semana e evitar calças muito apertadas. É claro que nestes dois casos você deverá estar de calcinha para se proteger dos efeitos da poluição e de outros problemas inclusive de violências.

Veja o vídeo da Dermacyd #DurmoSemCalcinha:





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Tratamento Natural para Candidíase 
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O que é mini-abdominoplastia?

Cirurgia possui recuperação mais rápida do que a técnica convencional e é menos invasiva.

Para ficarmos mais belas/os existem diversas opções, especialmente quando se fala em cirurgias plásticas. São vários procedimentos e alguns ainda possuem as chamadas versões ‘mini’, que são menos invasivas e também podem dar bons resultados dependendo dos resultados que se deseja alcançar. “A mini-abdominoplastia, por exemplo, é uma cirurgia com o mesmo objetivo da abdominoplastia normal, melhorar o abdômen inferior, mas em uma área menor”, observa Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico mestre em princípios da cirurgia utilizando o laser.

O que é mini-abdominoplastia?

A mini-abdominoplastia é indicada para homens e mulheres que tenham estrias, pequenas deformidades na parede abdominal ou quando o abdômen está desproporcional a estrutura do corpo.

Na técnica convencional é feita uma incisão até o quadril, possibilitando a retirada de uma grande quantidade de pele e gordura.

Na mini-abdominoplastia o corte é pequeno e não é feita a retirada de pele, somente a gordura é removida. “A incisão é realizada na região púbica e, diferente da abdominoplastia completa, não há necessidade de reposicionar o umbigo. São feitas pequenas suturas para fechar os cortes e podem ser colocados pequenos drenos no paciente. A cirurgia tem a duração de aproximadamente três horas”, esclarece.

Quem pode fazer abdominoplastia?

 “Este procedimento deve ser realizado somente em pessoas com pouco volume abdominal e que desejam eliminar apenas a gordura da barriga. Caso contrário a técnica não atenderá as expectativas e os resultados serão insatisfatórios, por isso a avaliação do cirurgião é imprescindível para a recomendação da cirurgia ideal”, ressalta o médico, que é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

O que é mini-abdominoplastia?

Para que o abdômen fique firme os músculos abdominais são suturados e aproximados, fazendo com que a parede abdominal fique mais plana e a cintura mais esbelta. O risco de infecção e de formação de coágulos de sangue é considerado muito raro. “Normalmente é utilizada a anestesia denominada peridural, procedimento que bloqueia o estímulo doloroso que transita pela medula espinhal, deixando a parte do corpo localizada abaixo deste ponto de bloqueio anestesiada. Somente em alguns casos é necessária a anestesia geral”, destaca.

A vantagem é que na mini-abdominoplastia a cicatriz é menor, não há necessidade de internação e os efeitos colaterais mais comuns são inchaço, dormência e desconforto temporários. Por ter uma abrangência menor, na mini-abdominoplastia o tempo de recuperação também é menor. “Após a cirurgia o paciente deve utilizar uma cinta elástica por pelo menos um mês e as suturas são removidas em duas semanas. A cinta auxilia a minimizar o edema, evita a formação de líquidos e também oferece suporte durante a cicatrização”, afirma o médico.

O paciente pode voltar ao trabalho duas ou três semanas depois do procedimento, a exposição ao sol e a prática de exercícios físicos são liberados após seis semanas dependendo do caso. A dor é minimizada com o uso de analgésicos e as cicatrizes ficam menos perceptíveis a partir do terceiro mês. “Quem ainda planeja ficar grávida ou perder peso deve conversar com o cirurgião, já que estes fatores podem influenciar os resultados da mini-abdominoplastia. O aumento de peso após a cirurgia também pode prejudicar a eficácia e a duração do tratamento”, acrescenta.

Doutor Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715)
Cirurgião Plástico
Site: http://www.alplastica.com/

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Menstruar ou não menstruar

Menstruar ou não menstruar? A possibilidade de se livrar ‘daqueles dias’ é cada vez mais incentivada. Veja os pontos baixos e altos

por MICHELE NUNES
michele.nunes@diariosp.com.br

Não dá para negar que o período da menstruação é chato. Além do desconforto de usar absorventes, ainda têm as cólicas e a TPM que incomodam. Com os métodos contraceptivos e as intervenções hormonais de hoje, é possível suspender a menstruação sem contraindicações. Especialistas garantem que interromper a menstruação pode ser benéfico. Mesmo assim, muitas mulheres ainda têm receio de aderir à medida.

“Não existe nenhuma contraindicação para a interrupção do fluxo menstrual. A princípio, qualquer mulher pode procurar o médico e perguntar qual é o método ideal para ela fazer isso”, explica a ginecologista Ana Lucia Beltrame. Para o ginecologista e obstetra Soubhi Kahhale, é importante que a decisão seja exclusivamente da mulher. “Ninguém deve se deixar influenciar pelo desejo do parceiro ou por imposição médica. A mulher pode parar de menstruar se isso for um grande incômodo para ela”, defende o médico.

Além da pílula de uso contínuo, dos adesivos anticoncepcionais e do anel vaginal, Ana Lucia explica que existe outro método eficiente para fazer a interrupção. “O DIU de progesterona é uma opção de baixa dosagem hormonal e é colocado dentro do útero. Ele pode interromper o fluxo ou aumentar para vários meses o espaço entre cada menstruação.” Kahhale conta que esse DIU causa baixíssima absorção hormonal, pois age direto no útero. “Sua ação é apenas no endométrio. Além de suspender a menstruação, é um método anticoncepcional eficiente”, completa o médico.

Mais benefícios de não menstruar

Os médicos explicam que não há estudo comprovando que a suspensão cause qualquer mal também para a mulher que queira engravidar. “Não existe o menor risco de infertilidade. Pelo contrário, já está comprovado que mulheres vítimas de endometriose (que causam dores e podem dificultar a vida sexual) podem resolver o problema parando de menstruar”, diz Ana Lucia. “A interrupção também tende a diminuir as chances de câncer nos ovários.”

SIM (menstruar)

TERMÔMETRO
A menstruação serve como um aviso de que tudo está bem com o organismo

TESTE DE GRAVIDEZ
Muitas mulheres gostam de menstruar para terem certeza de que não estão grávidas

SENSAÇÃO DE LIMPEZA
Mesmo sem comprovação médica, algumas mulheres juram que se sentem mais limpas

MENOS INCHAÇO
Com a baixa dos
hormônios, a retenção de líquido cai, diminuindo o inchaço

EFEITOS COLATERAIS
Os medicamentos para parar de menstruar podem causar inchaço, cólicas e dor de cabeça


NÃO (não menstruar)

SEM CÓLICAS
Para quem sofre de cólicas fortes, parar de menstruar pode ser a solução

PREVINE DOENÇAS
Cortar a menstruação ajuda a prevenir endometriose, anemia e alguns miomas

SEM TENSÃO
A alteração hormonal do organismo é muito menor, o que leva a TPMs menos intensas

PRATICIDADE
Viver sem os comuns incômodos da menstruação pode tornar a vida mais prática

REVERSÍVEL
A mulher pode voltar a menstruar sempre que quiser, sem efeitos colaterais

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Fonte: Este artigo tem como totais créditos o site Diário de sp
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10 motivos para fazer mamografia


O Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR), a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) entendem ser de suma importância combater informações inverídicas e sem embasamento científico referentes a um problema grave de saúde pública como o câncer de mama. Isso pode trazer consequências sérias e prejudicar programas de controle desta doença no Brasil.

10 motivos para fazer mamografia


Portanto, baseado em fatos científicos, podemos apontar os:

10 motivos para fazer mamografia


1.O risco do surgimento do câncer de mama decorrente da exposição anual à radiação (denominado de câncer radiogênico) é DESPREZÍVEL. Um estudo recente, publicado em 2011 no British Journal of Cancer, estimou que o rastreamento mamográfico evita 1.121 mortes a cada 100 mil mulheres rastreadas (entre 50 a 74 anos), enquanto pode induzir 1 câncer.

2. A compressão do tecido mamário durante o exame NÃO causa a disseminação do câncer pelo corpo. Não existe nenhum estudo clínico ou laboratorial sério que demonstre que este tipo de disseminação mecânica ocorra. O processo de disseminação das células tumorais para outros locais, conhecido como metástase, ocorre de maneira bastante complexa, progressiva e em nível molecular. O simples deslocamento mecânico das células não leva ao desenvolvimento de novos focos tumorais.

3. A capacidade de detecção do câncer em fase inicial, na qual as chances de cura são próximas a 100%, é maior com o uso da mamografia, mesmo sabendo da existência do falso-negativo (que existe em todos os métodos de imagem). Lembramos que a taxa média de falso negativo da mamografia é de 10%, enquanto que o falso negativo da ultrassonografia é muito maior (próximo de 90% nos casos de carcinomas denominados “in situ”, que se manifestam principalmente através de microcalcificações – não visualizadas na ultrassonografia).

4. As chances de cura realmente reduzem quando há atraso no diagnóstico e tratamento do câncer de mama. Isso pode ocorrer por vários motivos, mas os principais ainda são devido à falta de programas de rastreamento mamográfico adequados e a adesão da população aos programas oferecidos – principalmente devido à falta de informação ou então informações errôneas, como esta que esta que foi recentemente veiculada na mídia.

Leia também: importância da mamografia na detecção precoce do câncer de mama.

5. O carcinoma de intervalo, ou seja, aquele câncer de mama que surge no intervalo entre os exames de mamografias, realmente é um problema. Para reduzi-lo, muitos programas de rastreamento já diminuíram o intervalo entre os exames de mamografia. Para as pacientes de alto risco, outros métodos diagnósticos foram introduzidos no rastreamento para reduzir o câncer de intervalo, porém sempre após a realização da mamografia.

6. O risco de falso positivo – ou seja, da mulher não ter câncer, mas ser diagnosticada como tendo câncer – também existe em todos os métodos. Lembramos que um dos grandes impedimentos para que a ultrassonografia seja utilizada como método de rastreamento isolado do câncer de mama é o alto percentual de falso positivo. Foi descrito em um trabalho recente que a cada 8 pacientes submetidas a biópsia percutânea por achado ultrassonográfico, 7 não tinham lesão maligna. O percentual de falso positivo da mamografia é bem menor.

7. O diagnóstico exagerado e o tratamento excessivo do câncer de mama recentemente foram discutidos na mídia. Entretanto, esse risco é apenas teórico e calculado, já que não existem dados reais sobre isso. Os dados mais consistentes mostram apenas a redução da mortalidade para todas as mulheres acima de 40 anos submetidas ao rastreamento mamográfico periódico.

8. A baixa qualidade dos exames de mamografia ainda é um problema no Brasil (leia sobre mamografia 3d). Entretanto, esse fato não deveria servir para eliminarmos o rastreamento mamográfico do câncer de mama no Brasil (que existe na maioria dos países). Deveria servir para ampliarmos nossos programas de controle de qualidade, a exemplo do Programa de Qualidade de do CBR, que há existe há 18 anos, assim como o PNQM que está sendo implantando de forma obrigatória no Brasil a partir deste ano pelo INCA//ANVÌSA/MS.

9. A mamografia COMPROVADAMENTE REDUZ a mortalidade por câncer de mama. Esse fato foi demonstrado através de diversos estudos realizados na década de 70, envolvendo mais de 500 mil mulheres acompanhadas por mais de 18 anos, demonstrando uma redução na mortalidade de 15% até 45% em relação ao grupo de mulheres que não realizaram mamografia. Aliás, a mamografia é a único exame que, quando realizado de forma sistemática a partir dos 40 anos, comprovadamente reduz a mortalidade pelo câncer de mama.

10. É um absurdo dizer que “a mamografia é um exame superado por outros mais modernos e eficientes, particularmente pela ULTRASSONOGRAFIA, a ELASTOGRAFIA e a RESSONÂNCIA MAGNÉTICA”. Qualquer médico com um mínimo de conhecimento sobre o diagnóstico do câncer de mama sabe que os outros exames (como a ultrassonografia e a ressonância magnética) auxiliam muito na avaliação das mamas, porém sempre após a realização da mamografia.

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Prótese de silicone e câncer de mama

Prótese pode atrapalhar diagnóstico em exames como raio x e mamografia. No entanto, implante pode facilitar a detecção manual dos tumores.

Um estudo canadense divulgado nesta quarta-feira (1º) na publicação britânica “British Medical Journal” sugere que implantes de silicone no seio de mulheres pode dificultar o diagnóstico de câncer de mama, reduzindo as chances de cura devido à demora na descoberta da doença.

Prótese de silicone e câncer de mama


De acordo com a pesquisa, as próteses não são as causadoras dos tumores, mas dificultam o diagnóstico do câncer em seus estágios iniciais. Os autores, o epidemiologista Eric Lavigne e o professor Jacques Brisson, ambos da Universidade de Quebec, analisaram os resultados de 12 estudos publicados desde 1993 nos Estados Unidos, Canadá e no Norte da Europa.
Eles concluíram que mulheres com silicone tem 26% mais chances de serem diagnosticadas com câncer nos estágios avançados da doença - justamente porque a prótese impediu o diagnóstico no estágio inicial. Uma análise de cinco estudos mostrou que a chance de morte entre pacientes com prótese aumenta 38%.
Prótese de silicone e câncer de mama
Prótese de silicone e câncer de mama

A investigação científica mostra que o silicone pode impedir a descoberta do câncer em exames como o de raio x o e mamografia. No entanto, o implante pode facilitar a detecção manual dos tumores, já que fornece uma superfície contra a qual o nódulo se apoia.

Os canadenses defendem a necessidade de mais estudos para investigar os efeitos a longo prazo dos implantes cosméticos de mama na identificação e prognóstico de câncer.

Próteses estão mais populares
As próteses de mama foram criadas nos anos 1960 por um cirurgião inglês e, na época, eram mais duras e redondas, feitas de silicone líquido e material sintético. Até o início dos anos 2000, os modelos mais vendidos não chegavam a 200 ml. Hoje, os mais pedidos e usados são os de perfil alto e 300 ml. E há também os implantes ajustáveis.

O maior problema, em geral, é uma rejeição do organismo da mulher. Por isso, a cirurgia precisa ser feita com um profissional qualificado. A grande oferta tem ajudado a baixar o preço médio dos implantes, que hoje já podem ser pagos em até 12 parcelas e saem em torno de R$ 1.400, correspondendo a cerca de um terço do valor da cirurgia (R$ 4.200).

Leia mais sobre câncer de mama.

Fonte: Bem Estar
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Aumenta incidência de câncer de mama entre mulheres jovens

Nos últimos 30 anos, mais mulheres que vivem nos Estados Unidos com idade entre 25 e 39 anos (mulheres jovens) foram diagnosticadas com câncer de mama com metástase, informa pesquisa publicada no final de fevereiro no site http://www.breastcancer.org/.

São 1,53 casos para cada 100 mil mulheres em 1976 e 2,90 para 100 mil em 2009, crescimento médio de casos de 2,1% ao ano. Isso significa que 800 mulheres com menos de 40 anos são diagnosticadas com câncer com metástase a cada ano. A doença com metástase em mulheres jovens tende a ser mais agressiva e de tratamento mais difícil.

A pesquisa não traz a comprovação do motivo deste crescimentos de casos entre as jovens, mas sugere uma combinação de fatores como a causa. Uma delas seria o fato de as mulheres terem o primeiro filho mais tarde, após os 30 anos, o que eleva a chance de aparecimento da doença. O consumo de bebidas alcoólicas e de cigarro e o aumento da obesidade também são fatores de risco

Embora o crescimento da incidência da doença com metástase seja assustador, os números ainda são pequenos. Mas o importante é as mulheres desta faixa etária terem o conhecimento destas informações e, desta forma, não aceitar que o seu médico descarte a incidência da doença apenas pelo fator idade se estiver com algum sintoma, como inchaço e vermelhidão.

Conforme o oncologista do Instituto do Câncer Mãe de Deus, Stephen Stefani, a triagem não costuma ser recomendada em pacientes jovens, até porque a mama ainda é muito densa e a mamografia pode não ser confiável. A recomendação vigente para mulheres jovens sem sintomas é fazer a revisão com o médico e discutir vantagens e desvantagens de outros exames mais complexos. Se a paciente tem qualquer sintoma, como nódulos ou secreção mamária, não é mais triagem, passa a ser investigação, esclarece Dr. Stefani. Segundo ele, a recomendação sempre é que as seja feita avaliação médica.

Existem diferenças nas taxas de incidência da doença entre as regiões do Brasil. As maiores incidências ocorrem nas regiões Sul e Sudeste. A medida utilizada para quantificar esta incidência chama-se taxa bruta , que corresponde ao número de casos para cada 100mil mulheres. Na região Sudeste, esta taxa é de 64.54 casos/100mil mulheres; região Sul, 64.3/100mil mulheres; região Centro-Oeste, 37,68/100mil mulheres; região Nordeste, 30,11/100mil mulheres e região Norte com a menor incidência, 16,62/100mil mulheres.

Estas diferenças provavelmente são decorrentes do fato já conhecida de quanto maior o desenvolvimento da região maior a incidência de câncer de mama. Isto reflete uma sociedade mais industrializada com consumo cada vez maior de uma alimentação inadequada e excesso de peso. Esses números referem-se a mulheres de todas as faixas etárias. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) mostram que o diagnóstico em mulheres entre 25 e 39 anos subiu de 3% para 17% do total de casos nos últimos anos

É importante manter alguns hábitos para reduzir os riscos da doença, tais como:
- dieta leve, evitando alimentos com açúcar e processados;
- pratique exercícios regulares
- evite o álcool
- não fume

Fonte: www.breastcancer.org

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Ácido fólico na gravidez, dose e importância

Médicos serão orientados a prescrever ácido fólico para todas as grávidas!

Isso é piada?

Ácido fólico na gravidez, dose e importância

Será que existe algum obstetra que não sabe que a gestante (ou mesmo quem está pretendendo engravidar logo) precisa tomar a dose de 400 mg de ácido fólico (esta dose pode variar de acordo com a alimentação ou outros fatores)?

Gente! Se não tomar ácido fólico (ou Vitamina B9) pode ocorrer má formação do tubo neural (a 1° parte no nosso corpo a ser formada - 'saudades de minhas aulas de fisiologia e anatomia' -) e a pessoa ter problemas sérios na coluna, além de poder nascer anencéfalo!!

Ácido fólico na gravidez, dose e importância
Ácido fólico na gravidez, dose e importância

Acho incrível, o fato de eu ter aprendido isso no 2° ano de faculdade (farmácia & bioquímica) e acho temível imaginar que uma pessoa que estudou 6 anos de medicina e fez residência em obstetrícia simplesmente não saiba disso (???).

Para se precaver, se você está grávida, e cair nas mãos de um ginecologista/obstetra que não prescrever ácido fólico nos 3 primeiros meses de gravidez, PELAMORDEDEUS, peça a ele para prescrever a você.

E se você (ou uma parente ou amiga) pretende engravidar JÁ, acrescente os alimentos ricos em ácido fólico à dieta:

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Unhas enfraquecem no inverno

O friozinho da estação pode ser aconchegante, mas tem suas desvantagens - principalmente para a saúde. O clima gelado afeta a pele, os cabelos e até as unhas. É isso mesmo o Unhas enfraquecem no inverno.

Isso acontece devido à desidratação, acentuada com a exposição ao vento, ar seco, frio e à água excessivamente quente do banho. Não raro as unhas ficam fracas e descamam, fazendo o esmalte durar apenas um ou dois dias.

Segundo Fátima Rabay, membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Dermatologia - Regional São Paulo (SBD-SP ), outros fatores também explicam a descamação das unhas.

"Doenças como micoses, psoríase, diminuição do hormônio feminino estrógeno, anemia e hipotireoidismo são algumas causas. Também pode agredir a unha o próprio esmalte quando é usado continuamente, devido à presença do formol", explica.

Inverno enfraquece as unhas

É importante deixar a unha "respirar", ou seja, ficar sem nenhum produto, por, pelo menos, dois dias entre uma esmaltação e outra. E optar, sempre que possível, por removedores que não contêm acetona, pois são menos agressivos.

"Usar base antes de cada aplicação de esmalte também protegerá suas unhas e ajudará a fortalecê-las. Outra dica legal para manter suas unhas protegidas, tanto no inverno, quanto no verão, é utilizar luvas para lavar louça e realizar tarefas domésticas"; 

Aconselha Fernanda Monteiro, consultora de tendências e proprietária do Brigitte Nail Bar.

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Hidratação nas unhas é a palavra-chave


Beber muita água e ter uma alimentação balanceada irão tratar suas unhas de dentro para fora. Também vale marcar uma consulta com um dermatologista para avaliar se a causa não é algo mais grave.

Mas se o problema já se instalou, a solução é caprichar na hidratação. "Nesta estação é imprescindível hidratar constantemente as mãos e as cutículas. Para isso, não é necessário ir à manicure. Em casa, você pode aplicar um creme e massagear cada unha e cutícula por alguns segundos, para que o produto seja completamente absorvido, e lembrar-se de reaplicar logo após lavar as mãos e sempre que sentir necessidade", afirma Fernanda.

Para saber qual produto é o mais indicado entre a infinidade de opções nas prateleiras, fique de olho no rótulo. "Procure hidratantes contendo silicone ou lactato de amônia", sugere a dermatologista.

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Fernanda indica óleo de cravo e creme com a substância Dexpantenol. "Mas a escolha varia do gosto e preferência da pessoa. O importante é sempre estar atenta ao poder de hidratação dos cremes e ver qual óleo ou produto é indicado para o seu tipo de unha", ressalta.

Fonte: Unhas Decor
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