Descongestionantes usado por grávidas podem provocar defeitos em bebês

Uso de medicamentos descongestionantes por mulheres no primeiro trimestre de gravidez pode aumentar o risco de certos defeitos congênitos raros em seus filhos, de acordo com um estudo.

Alguns tipos de descongestionantes, incluindo o popular fenilefrina e pseudoefedrina, estão ligados a defeitos congênitos específicos do trato digestivo, ouvidos e coração.

"Os principais defeitos de nascimento de qualquer espécie afeta cerca de dois a três por cento dos nascidos vivos, por isso são raros", disse o autor do estudo, Dr. Allen Mitchell. "As associações que identificamos aos defeitos envolvidos, geralmente afetam menos de 1 em cada 1.000 recém-nascidos. Alguns deles podem exigir cirurgia, mas nem todos estão em risco de vida."
Descongestionantes usado por grávidas podem provocar defeitos em bebês

Enfermeiras entrevistaram as mães de bebês com defeitos congênitos que não são causados por problemas cromossômicos (genéticos), e o grupo de Mitchell analisou os resultados para um total de 12.700 crianças, comparando-as com as respostas das mães de 7.600 crianças sem deformidades.

As mães foram questionadas sobre os medicamentos que tomaram durante a gravidez e nos dois meses antes de engravidar.

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fonte: Reuters
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Anticoncepcionais de longa duração escolha de mulheres jovens

Embora haja diversos tipos de contraceptivos, é crescente a busca por anticoncepcionais de longa duração, principalmente por mulheres jovens, que não planejam engravidar nos próximos anos ou que não desejam ter filhos, porém não querem se submeter a processos irreversíveis.

Segundo o Dr. José Bento, ginecologista e obstetra dos hospitais Albert Einstein e São Luís, a procura por este tipo de contracepção aumentou inclusive entre as mulheres bastante jovens, na faixa dos 18 anos.
Anticoncepcionais de longa duração entre mulheres jovens

“É um movimento interessante, mulheres cada vez mais novas estão procurando contraceptivos de longa duração, não só para prevenir gravidez, mas para minimizar outros problemas”, comenta o especialista.


De acordo com o médico, os métodos de longa duração podem ser uma alternativa para aquelas mulheres que se esquecem de tomar a pílula diariamente. Além disso, esse tipo de método traz outros benefícios como diminuir sangramentos menstruais abundantes.

Atualmente, são considerados contraceptivos de longa duração:

  • DIU de cobre,
  • SIU hormonal,
  • Implante subcutâneo.


“O mais importante é sempre conversar com um médico para saber qual o contraceptivo mais indicado para cada mulher”, conclui o Dr. José Bento.
É importante lembrar que os métodos de longa duração não previnem as doenças sexualmente transmissíveis.

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Sabonete Íntimo Feminino

Até pouco tempo atrás os sabonetes íntimos não existiam [artigo escrito em 2013]. As mulheres lavavam a região genital com sabonete comum ou neutro. Sabonete de bebê ou glicerinado eram os mais recomendados pelos médicos ginecologistas. Quanto mais neutro fosse o sabonete, melhor.

SABONETE ÍNTIMO FEMININO


Só que, o pH vaginal fica em torno de 3,8 a 4,2. Traduzindo: Significa que o ph vaginal é ácido e não neutro. Logo, foi fácil para a indústria farmacêutica deduzir que o melhor seria produzir um sabonete com o pH ácido para lavar a região íntima, pois assim o pH seria o mesmo do natural. Assim surgiram os sabonetes íntimos femininos.



Hoje em dia, esses sabonetes se popularizaram e há muitas opções no mercado, para todos os bolsos. Mesmo assim, se você não puder comprar ou, na hora do banho, perceber que o seu acabou vai aqui uma dica: Após o banho, dê uma última enxaguada na região com uma solução de 200ml de água e 1 colher(chá) de vinagre (de preferência o de maçã).

Sabonetes íntimos se diferenciam dos comuns porque têm o ph ácido, assim como a vagina. Seu grau normal varia de 3,8 a 4,2.

Sabonete Íntimo Feminino
Sabonete Íntimo Feminino

O que acho que falta nas prateleiras são mais opções de sabonete íntimo sem perfume, só encontrei de uma marca, o da ISABELLE RUCKSTEIN COSMÉTICOS. Há muitas mulheres alérgicas e muitos ginecologistas recomendam que não se use papel higiênico e absorvente perfumados e menos ainda desodorantes na região, o que poderia causar uma irritação.

Um pouco mais a respeito dos sabonetes íntimos femininos


Quando o ph da vagina está básico, a mulher fica mais propensa ao desenvolvimento de bactérias nocivas na região. Isso porque os lactobacilos acidófilos (também conhecido como os bacilos de Döderlein), que habitam normalmente a flora vaginal e são EXTREMAMENTE BENÉFICOS, vivem em pH ácido ( 3,8 - 4,2 ), o normal da genitália feminina, como já foi dito. Esses bacilos são os guardas que impedem a entrada de bactérias nocivas, e, se necessário travam uma verdadeira batalha com elas. Os sabontes íntimos corrigem o ph e protegem mais, mantendo os bacilos de Döderlein vivos.




Se o ph básico não é saudável para a vagina, acidez em excesso também traz incômodos como a proliferação de fungos. Então, não exagere, utilize apenas uma pequena quantidade por vez. Uma pequena quantidade na palma das mãos já é suficiente. E você vai ter sabonete por mais tempo.


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Dicas dos ginecologistas quanto ao sabonete íntimo feminino


  • Não usar sabonetes comuns em excesso, além de eles terem o ph básico, se usados em grande quantidades, podem provocar irritação.
  • Evitar calças Justas. Mesmo que tragam mais conforto e beleza, elas provocam o abafamento da região, o que ajuda na proliferação de bactérias e fungos.
  • Dar preferência a calcinhas de renda e algodão que arejam mais a região íntima do que as de lycra.
  • Não depilar por completo a virilha, a vulva e o ânus. Esse tipo de depilação expõe a região a riscos, já que os pêlos estão ali com a função de proteger.
  • Dormir sem calcinha, isso ajuda a arejar o local, bactérias e fungos gostam de lugares quentes, úmidos e escuros.
  • Lavar as mãos antes de usar o banheiro e depois também.
  • Trocar o absorvente, interno de duas em duas horas, ou menos e o externo a cada 3 horas.
  • Lavar-se antes de dormir.
  • Opte por usar saias e vestidos mais vezes na semana.

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Laqueadura: o que é e quando fazer a laqueadura tubária

A esterilização feminina (também conhecida como laqueadura tubária) é um método de anticoncepção permanente, indicado para aquelas que estão seguras da escolha de não ter filhos ou para as que já tiveram filhos e estão satisfeitas com o tamanho da família.

Como é raríssimo o risco de falha da cirurgia, pode-se dizer que essa opção vale para a vida toda. Por este motivo, a decisão deve ser muito bem pensada, não apenas pela mulher, mas também por seu parceiro. Isso porque, caso haja alguma mudança de planos e surja a vontade de ter filhos, a reversão cirúrgica é difícil, dispendiosa, e - mesmo quando ocorre com sucesso - aumenta as chances de gravidez com complicações.

Laqueadura: o que é esterilização feminina e quando fazer a laqueadura?


Considerada a forma mais eficaz de prevenir uma gravidez, a laqueadura consiste na ligadura das trompas de falópio, impedindo o encontro do espermatozoide com o óvulo. É uma cirurgia simples, feita pelo médico ginecologista, sem qualquer outra finalidade além do controle de natalidade.

Além de ser bastante eficaz, o procedimento não apresenta riscos colaterais em longo prazo, não oferece qualquer efeito sobre a função hormonal, não interfere no ciclo menstrual, e ainda protege a mulher contra o câncer de ovário e reduzo risco de doença inflamatória pélvica.

Laqueadura: o que é e quando fazer a laqueadura tubária

Se eu me arrepender de fazer a laqueadura?


Para o dr. Rogério Bonassi, membro da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP) e professor de Ginecologia da Faculdade de Medicina de Jundiaí, é importante frisar que uma complicação séria da esterilização é o arrependimento.

De acordo com o Manual de Anticoncepção da Federação das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), apenas 30% dos casos de reversão da laqueadura, por meio de plástica tubária, são satisfatórios. A publicação ainda aponta que a taxa de arrependimento costuma ser inversamente proporcional à idade com que a paciente se submete à esterilização e ao número de filhos que ela possui, ou seja, quanto mais jovem e menos filhos tiver, maior a chance de voltar atrás na escolha.

“Há várias técnicas que podem ser utilizadas para a esterilização feminina. A mais comum é a laparotomia, por meio da qual o ginecologista faz uma incisão como a da cesárea na barriga da mulher, corta e “amarra” a trompa. Também existem a laparoscopia, em que o médico faz três furinhos no abdômen, passa o laparoscópio por um dos cortes e, com o auxílio da câmera, faz a laqueadura (corta, amarra ou queima as trompas); ou a histeroscopia, feita pelo útero através da introdução de alguns anéis que obstruem o trajeto do espermatozoide às trompas. O acesso pela via vaginal também é possível, mas menos utilizado”, explica o médico.

Pós operatório da laqueadura

O procedimento não tem nenhuma consequência ou repercussão. Se a cirurgia deu certo, a paciente muito provavelmente não terá problemas. São complicações raras da cirurgia, mas possíveis, sangramento, infecção, reações alérgicas à anestesia, etc. É muito raro que o procedimento venha a falhar. Estima-se em cerca de 0,5% dos casos a reversão espontânea da laqueadura.

Como é a laqueadura no SUS?


Quem não pretende ter mais filhos e realmente acredita que não vá mudar de ideia em relação a essa decisão pode entrar com um pedido de cirurgia no Sistema Único de Saúde (SUS). Para que a solicitação seja aprovada, a mulher deve estar dentro do perfil estabelecido – 25 anos e/ou pelo menos dois filhos.

Após o pedido, deve ser aguardado um prazo de 60 dias até a sua realização, período no qual o SUS oferece acesso a serviço de regulação da fecundidade e aconselhamento de equipe multidisciplinar. Estas reuniões de planejamento familiar, realizadas nos postos de saúde, são extremamente importantes, especialmente porque o SUS não faz reversão da laqueadura.

O planejamento familiar é um direito pela Constituição Federal brasileira. De acordo com a Lei n° 9.263 de 1996;

“Mulheres com capacidade civil plena e maiores de vinte e cinco anos ou, pelo menos, com dois filhos vivos, desde que observado o prazo mínimo de sessenta dias entre a manifestação da vontade e o ato cirúrgico” têm todo o respaldo legal para realizar o procedimento de esterilização se assim estiverem dispostas.

Leia também: Novas regras para autorização laqueadura
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Fonte: Dr. Rogério Bonassi, membro da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo.
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Novo remédio para menopausa sem hormônio se chama Brisdelle

Um novo remédio para menopausa sem hormônio acaba de ser aprovado nos Estados Unidos.

O novo medicamento da indústria farmacêutica Noven terá o nome de Brisdelle. Seu principal princípio ativo é um antidepressivo chamado paroxetina, um inibidor seletivo da serotonina.

A FDA apontou que era necessário encontrar um tratamento sem hormônios, mas considerou que o Brisdelle é minimamente eficaz, ou seja, a reposição hormonal ainda é mais eficiente para acabar com o calorão da menopausa.
novo remédio para menopausa Brisdelle

Entretanto, devido aos fortes efeitos colaterais dos hormônios (estrógeno ou estrógeno + progesterona), qualquer tratamento não hormonal deve sempre ser tentado antes de optar pelos hormônios, como exemplo temos alguns medicamentos fitoterápicos, que podem ajudar a combater o mal com menos efeitos negativos.

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Mas, até os fitoterápicos necessitam ser prescritos por um médico, pois é um erro acreditar que fitoterápicos não têm efeitos colaterais.

Não foi informado quando, e se o medicamento chegará ao Brasil.

fonte: Estadão

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Vacina contra HPV para meninas de 9 e 13 anos será grátis

A partir de 2014, a vacina contra HPV (o papilomavírus) será oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas de 10 e 11 anos e de graça. De acordo com o Ministério da Saúde, em anúncio nesta segunda-feira (1º).

A vacina estará disponível em cerca de 5 mil postos, entre escolas públicas e particulares (em forma de campanha) e unidades de saúde (de maneira permanente). O Brasil estima que vão ocorrer 17,5 mil novos casos de câncer do colo do útero em 2013, sendo o HPV uma das principais causas.

Vacina contra HPV para meninas de 10 e 11 anos será gratuita

A vacinação será feita em meninas de 9 e 13 anos, em intervalos de dois e seis meses entre a segunda e a terceira doses, respectivamente.

"Temos de preparar esse público, envolver as meninas e a família, reforçar a orientação, o porquê de a faixa etária ser de 10 a 11 anos, antes do início da atividade sexual".

Disse Padilha. A administração será feita depois da autorização dos pais.

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"A vacina não elimina a necessidade do uso de preservativo e da realização do exame papanicolau. Mesmo protegendo contra a maior proporção dos cânceres, não protege 100%. Essas meninas estarão mais protegidas, mas continuarão realizando o rastreamento [do vírus] com o exame preventivo", disse o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. Em 2012, 11 milhões de exames papanicolau foram realizados.

Complemente sua leitura com o artigo: Câncer no colo do útero: pesquisa reveladora!
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