Mulheres com estresse têm mais vontade de comer doces, revela estudo

Estudos comprovam: Mulheres com estresse têm mais vontade de comer doces. Uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP (Universidade de São Paulo) mostrou que mulheres estressadas têm sete vezes mais chances de desenvolver a Dependência de Substâncias Doces (DSD), também conhecida como fissura por alimentos doces.

O estudo foi realizado pela aluna de mestrado Danielle Marques Macedo, sob orientação da professora Rosa Wanda Diez Garcia, do Departamento de Nutrição e Metabolismo da FMRP.

Mulheres com estresse têm mais vontade de comer doces
Mulheres com estresse têm mais vontade de comer doces

A amostra do estudo foi composta por 31 mulheres com estresse e 26 mulheres sem estresse. A maioria das mulheres com DSD afirmou que comem doces para se sentirem melhor (ou para mudar o estado de humor).

Segundo Danielle, as principais características das mulheres com estresse foram: baixa escolaridade, baixa renda socioeconômica, presença de problemas conjugais e insatisfação com o ambiente de trabalho. Foram selecionadas 57 mulheres saudáveis de 20 a 45 anos e com o IMC (Índice de Massa Corporal) na faixa de sobrepeso.

Esta pesquisa me deixou com uma curiosidade. Será que o estresse aumenta a vontade de comer doces apenas em mulheres ou isso também vale para os homens também?

Foto: Flickr.

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Ultrassom Microfocado para tratar flacidez: o lifting sem cirurgia

Um novo (novíssimo, na verdade) tratamento de cosmiatria, o Ultrassom Microfocado para tratar flacidez está revolucionando a medicina estética.

Ultrassom Microfocado


O ultrassom microfocado consegue atingir as camadas mais profundas da pele, aliás ele penetra a epiderme e atravessa a derme sem lesioná-las e alcança o músculo, de onde vem a flacidez, atuando nas fibras de colágeno, esticando-as (veja a ação na imagem abaixo). Ou seja o novo procedimento trata a flacidez em sua origem promovendo um lifting sem cirurgia, um lifting verdadeiro, não aqueles "efeitos lifting" que alguns cremes rejuvenescedores trazem em sua composição.

Ultrassom Microfocado para tratar flacidez: o lifting sem cirurgia

Mas como tudo tem dois lados as más notícias são:
- o lifting por ultrassom dura cerca de 1 an
o, quando deverá ser refeito
- o preço: por enquanto o tratamento custa entre 5 a R$ 7000,00 (bem carinho, não)?

Ultrassom microfocado
Ultrassom microfocado resultado
No entanto, se você dispõe de dinheiro suficiente para bancar o tratamento, o custo benefício vale à pena, já que você não precisará mais recorrer à cirurgia plástica para tratar a flacidez, a não ser em casos de flacidez de grau elevado.

Vídeo do ultrassom microfocado:



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Retirar os seios câncer de mama - últimas notícias

Tirar os seios para prevenir câncer de mama é a notícia sobre saúde da mulher mais comentada deste mês. E tudo começou com o feito de Angelina Jolie (leia aqui).

E o furor da notícia fez com que mais mulheres recorressem ao método. Hoje, o G1 publicou algumas matérias a respeito da técnica e outras afins, confira:

Retirar os seios câncer de mama 

tirar os seios e câncer de mama

Angelina Jolie é fotografada pela primeira vez após anunciar cirurgia (G1)


Angelina Jolie foi fotografada pela primeira vez no sábado (18), em Los Angeles, após o anúncio de sua dupla mastectomia para evitar o câncer de mama. Segundo um comunicado divulgado pela agência Grosby Group, a atriz estava a caminho de uma sessão de fotos, nos estúdios Siren, com Brad Pitt, seus filhos e seu cachorro.


Miss americana vai retirar seios e comenta cirurgia de Angelina Jolie (G1)


A modelo e advogada Allyn Rose, miss distrito de Columbia, nos EUA, comentou nesta quinta-feira (15) sua decisão de realizar a cirurgia de dupla mastectomia preventiva, em entrevistas às redes de TV CNN e Fox News. O procedimento é o mesmo realizado pela atriz Angelina Jolie, no último dia 2 de fevereiro e anunciado pela atriz na terça-feira (16).

A miss disse à Fox News que seu pai teve a ideia de ela fazer a cirurgia quando ela tinha 18 anos. "Ele olhou no meu rosto e disse: 'Você vai acabar morta, morta, morta... Assim como sua mãe". Rose tem 25 anos e diz que sua mãe foi diagnosticada com câncer de mama aos 27 e morreu pela doença, assim como sua avó e uma tia-avó.

Angelina Jolie planeja cirurgia para retirar ovários, diz site (G1)


Após ter feito dupla mastectomia para evitar o câncer de mama, Angelina Jolie também planeja uma cirurgia para a remoção dos ovários. As informações foram divulgadas pelo site da revista "People" nesta quarta-feira (15).

De acordo com os médicos, a atriz ainda tem 50% de chance de desenvolver câncer ovariano por causa do "defeito" no gene chamado BRCA1.

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Fonte: G1
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Como combater os sintomas da TPM

Entre os principais sintomas da TPM estão uma maior irritabilidade, cansaço, dores de cabeça, inchaço, sensibilidade nos seios, ansiedade e depressão, de leve a moderada. A maioria das mulheres que sofrem de sintomas intensos de TPM precisam de acompanhamento para descobrir a causa do problema e poderem, assim, saber como combater os sintomas da TPM.

A principal causa seria hormonal, já que neste período do mês, o corpo se prepara para a menstruação, e há um aumento no nível de estrogênio ou queda da progesterona. Mas há várias outras causas, inclusive psicológicas, que podem influenciar a TPM.


1. Alimente-se bem e beba muitos líquidos. Apesar de nesta fase o corpo reter muito líquido, o que causa inchaço e outros sintomas, manter-se bem hidratada é fundamental. Chás ajudam muito, assim como sucos de frutas e folhas verdes, ricas em ferro. Consuma com alimentos que contenham muita vitamina C, como a acerola, laranja e limão, pois a vitamina C ajuda o corpo a absorver o ferro.

2. Tabela menstrual. Um hábito simples mas muito eficaz para ajudar com os sintomas da TPM é ter uma tabela menstrual em que você anote os dias de sua menstruação e outras fases do seu ciclo, todos os meses.

Esta tabela vai lhe ajudar a conhecer melhor seu ciclo e a compreender as mudanças pelas quais seu corpo passa todos os meses. Também te ajuda a se preparar: marque a semana pré-menstrual e evite marcar compromissos importantes nesta época e também nos dias de sangramento. Também evite tratamentos que envolvam algum nível de dor, como depilação com cera e tratamentos dentários, ou exercícios físicos intensos, como corrida. Nesta fase, o corpo está muito sensível e quer mais é descanso.
Como combater os sintomas da TPM
Como combater os sintomas da TPM

3. Consuma refeições mornas e evite gelados. A temperatura interna do corpo pode mudar quando consumimos muitos alimentos gelados. Pelo menos nesta fase, prefira alimentos mornos a quentes (mas não muito!), que ajudam o fluxo dos fluidos corporais.

4. Reserve um tempo para você. O dia a dia agitado que muitas de nós enfrentamos só faz piorar os sintomas de TPM. Na semana que antecede a menstruação e na semana da menstruação, nosso corpo pede descanso. Na medida do possível, reserve este período para diminuir o ritmo, dormir mais e relaxar a mente.

5. Exercícios leves ajudam. Algumas posturas de yoga, tai chi, caminhadas leves na natureza e outras atividades físicas que não exijam muito do corpo também ajudam nesta época.

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Se os sintomas da TPM estiverem muito intensos, é necessário se consultar com um profissional de saúde. O ideal é ir ao ginecologista e ele poderá inclusive que você vá a um psiquiatra para tratar os sintomas como depressão.
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Angelina Jolie retira os seios. Por quê?

Recebi com um susto e até com um certo preconceito: "A atriz Angelina Jolie retira os seios com medo de câncer de mama", mas - passado o susto - vi que sua atitude tem fundamento e foi recomendada por seus médicos.

A revelação foi feita em artigo publicado no jornal ‘The New York Times’. Os médicos da diva disseram que a atriz tinha 87% de chances de desenvolver um câncer de mama. Este tipo de câncer que Jolie corria grandes riscos de ter foi o mesmo que matou sua mãe aos 56 anos. Um tumor agressivo e presente em seus gens. Aos 37 anos, a atriz diz que descobriu ter um “defeito” no gene chamado BRCA1.

Segundo a atriz seus médicos disseram que suas chances de desenvolver o câncer de mama caíram de 87 para 5% (excelente prognóstico, não?), e revelou:

"Minha mãe lutou contra o câncer por quase uma década e morreu aos 56″, diz a atriz no começo do texto. “Ela viveu o suficiente para conhecer seus primeiros netos e segurá-los nos braços. Mas minhas outras crianças nunca terão a chance de conhecê-la e sentir quão amável e graciosa ela era”, afirma."
Angelina Jolie retira os seios. Por quê?


“Quando soube que essa era minha realidade, decidi ser pró-ativa e minimizar o risco o quanto podia. Tomei a decisão de ter uma dupla mastectomia preventiva”, diz a atriz. “Comecei com os seios, já que meu risco de câncer de mama é mais alto que meu risco de câncer no ovário, e a cirurgia é mais complexa”, afirma.

O tempo para a reconstrução das mamas com implantes foi relativamente demorado, durando nove semanas.

“Eu queria escrever isso para contar a outras mulheres que a decisão de fazer uma mastectomia não foi fácil. Mas estou muito feliz de tê-la tomado”, diz Angelina.

Um alerta que eu gostaria de deixar claro, não saiam por aí retirando seios para não terem câncer. O caso dela era pontual, ou seja, a chance de ela desenvolver a doença era de quase 90%.

E o que fica disso tudo para nós mulheres? Ainda hoje, há muitas mulheres que relutam em fazer a retirada das mamas mesmo em casos de câncer avançado, porque isso afetaria sua feminilidade. Mas elas não pensam que se não o fizerem, não terão chances de viver com ou sem feminilidade, pois não estarão vivas. E, com as técnicas de reconstrução mamária, esse medo de ‘deixar de se sentir mulher’ já não faz mais sentido.

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Fonte: NY Times
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A Reprodução Assistida após 50 anos é proibida

O Conselho Federal de Medicina (CFM) publica a atualização da resolução que trata dos procedimentos de reprodução assistida no país. A partir de agora, no Brasil fica proibida reprodução assistida para mulheres com mais de 50 anos.

O coordenador da Câmara Técnica de Reprodução Assistida do CFM, José Hiran Gallo, explica que esta medida levou em consideração a segurança da gestante e da criança: “pesquisas em todo mundo apontam que a fase reprodutiva da mulher é de até 48 anos e após essa idade os riscos são evidentes”.

Antes não havia um limite estabelecido e essa idade foi considerada pelo risco obstétrico. Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), membro da Câmara Técnica do CFM, Adelino Amaral, para as mães, após 50 anos, elevam-se casos de hipertensão na gravidez, diabetes e aumento de partos prematuros. E para a criança, os problemas mais comum são o nascimento abaixo do peso e o parto prematuro.

A Reprodução Assistida após 50 anos é proibida
A Reprodução Assistida após 50 anos é proibida


Doação compartilhada - A Resolução do CFM ainda definiu os termos para a doação compartilhada de óvulos. Isso ocorre quando uma mulher, em tratamento para engravidar, doa parte dos seus óvulos para uma mulher mais velha (que não produz mais óvulos) em troca do custeio de parte do tratamento. Neste caso, a norma define a idade limite do doador de 35 anos para mulher e 50 para homem.

A nova redação também deixa mais claro quanto ao número de oócitos [mesmo que óvulos] e embriões [fecundação entre óvulo e espermatozoide] a serem transferidos no caso de doação: estes devem ser respeitada a idade da doadora e não da receptora. José Hiran Gallo explica que a decisão se dá porque a qualidade dos óvulos doados são maiores:

“a paciente acima de 40 anos tem probabilidade de engravidar em torno 10%, já as pacientes menores de 35 tem chances acima de 40%. Essa limitação reduz as chances de gestação múltipla, que seria mais um fator de risco para mulheres mais velhas. É preciso ficar atento à maturidade desses óvulos e não de sua receptora”.

Diversidade - Outra questão abordada na nova norma do CFM diz respeito ao tratamento de reprodução para casais homoafetivos. A resolução anterior dizia que "qualquer pessoa" poderia ser submetida ao procedimento "nos limites da resolução", no entanto os casais formados por pessoas de mesmo sexo esbarravam em diferentes interpretações.

Agora a resolução do CFM deixou mais claro esse direito:
“é permitido o uso das técnicas de reprodução assistida para relacionamentos homoafetivos e pessoas solteiras, respeitado o direito da objeção de consciência do médico”.

De acordo com o presidente do CFM, Roberto d’Avila, a aprovação da medida é um avanço porque “permite que a técnica seja desenvolvida em todas as pessoas, independentemente de estado civil ou orientação sexual. É uma demanda da sociedade moderna. A medicina não tem preconceitos e deve respeitar todos de maneira igual”.

Para auxiliar nesses casos o CFM ampliou o parentesco para doadoras temporárias do útero. Estas devem pertencer à família de um dos parceiros num parentesco consanguíneo até o quarto grau (primeiro grau – mãe; segundo grau – irmã/avó; terceiro grau – tia; quarto grau – prima). Em todos os casos também devem respeitada a idade limite de até 50 anos.

Descarte de embriões - Com base em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que autoriza o uso de embriões para pesquisa com células tronco, e considerando o crescente estoque de material genético, o texto, elaborado pela Câmara Técnica de Reprodução Assistida do CFM, também abordou este tema.

Uma das alterações da Resolução trata do descarte de embriões que estão nas clinicas de reprodução assistida e que não serão mais utilizados pelos casais, como os casos dos que já tiveram seus filhos, estão em separação, ou houve morte de um dos cônjuges. Existem muitos embriões que estão abandonados há 15 anos e não são aproveitados.

Segundo a norma do CFM, após cinco anos, os embriões criopreservados podem ser doados para outros pacientes; doados para pesquisas; ou descartados.Se for da vontade do paciente, esses embriões também podem continuar congelados desde que os pacientes expressem essa vontade e assumam as responsabilidades por essa decisão.

Relatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aponta que no Brasil 26.283 embriões foram congelados somente no ano de 2011. Para congelar esses embriões, os casais pagam uma taxa que varia entre R$ 600 e R$ 1,2 mil, e para mantê-los neste processo é preciso arcar com uma mensalidade. Entretanto cerca de 80% desse material é abandonado pelos pacientes e o banco que arca com as despesas da manutenção repondo nitrogênio e garantindo espaço físico.

 “A responsabilidade técnica deste material abandonado só ficará a cargo da clínica por cinco anos. Faremos uma convocação desses casais que já abandonaram os embriões e conscientizaremos os próximos pacientes das possibilidades de doação e descarte”, declarou Adelino Amaral.

Veja as principais contribuições da Resolução CFM nº 2.013/13:

IDADE DA PACIENTE - a idade máxima das candidatas à gestação de reprodução assistida é de 50 anos.

DOAÇÃO COMPARTILHADA – Libera a medida e limita a idade da doadora em 35 anos.

IDADE LIMITE PARA DOAÇÃO DE ESPERMATOZÓIDES - 50 anos.

ÚTERO DE SUBSTITUIÇÃO – Ampliou-se para parentesco consanguíneo de até 4º grau.

TRANSFERÊNCIA - A nova redação também deixa mais claro quanto ao número de oócitos e embriões a serem transferidos no caso de doação: estes devem ser respeitado a idade da doadora e não da receptora.

DESCARTE – os embriões criopreservados acima de cinco anos, poderão ser descartados se esta for a vontade dos pacientes.

HOMOAFETIVIDADE – É permitido o uso das técnicas de reprodução assistida para relacionamentos homoafetivos e pessoas solteiras, respeitado o direito da objeção de consciência.

Fonte: Saude com Ciência e CFM.
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Laser para tratar menopausa: Monalisa Touch

Pesquisa da Universidade de Pavia, na Itália, aponta que a técnica terapêutica Monalisa Touch ameniza problemas do climatério como falta de elasticidade e umidade, proporcionando uma vida sexual mais ativa.

Sem contraindicação, nova técnica surge como alternativa aos riscos da terapia hormonal.

Depois de ser lançado na Europa, o Monalisa Touch chega ao país tratamento que restaura a funcionalidade vaginal na menopausa, condição que acomete 13,5 milhões de brasileiras, segundo estimativa do IBGE. Desenvolvido pela italiana Deka, empresa líder em laser nas áreas médica e odontológica, a técnica Monalisa Touch (V2LR) que é realizada por meio de um equipamento laser de CO2 fracionado (Smartxide 2), recupera a elasticidade, a espessura e a umidade da vagina, sintomas da atrofia vaginal.

Laser para tratar menopausa


Laser para tratar menopausa: Monalisa Touch

Dúvidas sobre o Monalisa Touch (laser para menopausa)


1. A partir de que idade a paciente pode utilizar o Monalisa Touch?
A partir do momento que sentir os sintomas da atrofia vaginal, da menopausa. Antes, porém, são necessárias avaliação e indicação do ginecologista.

2. Como é a aplicação, pode doer?
Não dura mais que 15 minutos, é feita no consultório do ginecologista. É indolor, mas se a paciente preferir pode ser usado um anestésico tópico. Ocorre uma leve sensação de calor somente.

3. Em média, quantas sessões são necessárias?
De 1 a 3, dependendo de cada caso.

4. Como é o pós-aplicação?
A paciente não deve ter relações por 15 dias.

5. Quem não pode fazer?
Mulheres grávidas, que tenham doenças contagiosas (DSTs, HPV), mudanças de citologia no último Papa Nicolau, inflamações da vulva ou doenças relacionadas à coagulação sanguínea.

6. Foi aprovado pela Anvisa?
Sim. O equipamento já tem seu uso legalizado no Brasil.

7. Onde as pessoas encontram o tratamento?
www.monalisatouch.com.br


Causada pela queda progressiva do nível do hormônio estrógeno, a atrofia vaginal faz com que a mucosa da vagina fique mais fina e com pouca lubrificação, tornando a atividade sexual insatisfatória, já que ocorre queimação, dor e desconforto durante a relação. Apesar de acometer mais de 40% das mulheres no climatério, somente 25% delas, segundo pesquisa da Sociedade Norte-Americana de Menopausa, se queixam da situação aos ginecologistas.

"Método substitui tratamento hormonal" - Para o coordenador científico da Academia Internacional de Ginecologia Cosmética e dermatologista italiano Nicola Zerbinati, que fez parte do Comitê Científico de análise do novo projeto da Deka, os resultados do Monalisa Touch significam um retardo no relógio biológico da mulher em cerca de 15/20 anos. "Usamos todo o conhecimento do laser aplicado em métodos de antienvelhecimento da pele para desenvolver algo específico para a atrofia vaginal. O método substitui os tradicionais tratamentos com hormônios", afirma o renomado dermatologista, que vem ao Brasil em abril para um workshop de lançamento do método com médicos.


"Devolvemos qualidade de vida e autoestima para as mulheres na medida em que restauramos a fisiologia da vagina. E como o laser também proporciona mudança de aspecto físico, acaba implicando em clareamento e rejuvenescimento do tecido vaginal, ou seja, essas melhorias estéticas são consequências do procedimento", complementa Zerbinati.

Pesquisa de análise laboratorial do método, coordenada pelo professor de Histologia e Embriologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Pavia, Alberto Calligaro, constatou a restauração do tecido vaginal após a aplicação do novo laser.

 "Conseguimos comprovar que esse tipo de laser não só estimula a produção de colágeno, devolvendo espessura à pele por meio da multiplicação celular, como melhora a frouxidão na parede vaginal. Indiretamente ainda reduz o ressecamento do órgão feminino, pois aumenta a atividade dos fibroblastos, melhorando a vascularização e o nível de hidratação da mucosa", explica.

Pesquisa aponta redução de 74% no ressecamento - Outro estudo clínico, parceria do San Raffaele Hospital, em Milão, com a Universidade da Pavia, ambos na Itália, com 50 mulheres um mês após as aplicações do laser, também demonstrou resultados otimistas, como reduções de 74.16% no ressecamento vaginal, 65,39% em irritações, 63,53% na dor durante a relação e 54,22% na perda de elasticidade. Os mesmos indícios também foram relatados num levantamento com 93 pacientes submetidas ao Monalisa Touch, na Universidade de Mendonza, na Argentina, e publicada no American Journal of Cosmetic Surgery.

A sexualidade após a menopausa é considerada um problema para 4 entre 10 mulheres, de acordo com pesquisa com mais de 4 mil casais liderada pela DEKA e apresentada em congresso europeu no ano passado. Mais de 50% das entrevistadas não relatam suas queixas aos parceiros, e se desabafam, após com muita dificuldade, atesta o mesmo estudo.


"Infelizmente a atrofia vaginal é uma condição subestimada e um tabu que pode trazer sofrimento. É importante que as mulheres procurem ajuda médica e saibam das opções de tratamento", opina a ginecologista Vera Lucia da Cruz, professora da Faculdade de Medicina do ABC que está coordenando estudo do Monalisa Touch no Brasil. Diferentemente da terapia hormonal que exige uso contínuo, o novo laser requer aplicações anuais, esclarece a especialista. Além do mais, a incidência do câncer em mulheres jovens tem aumentado nos últimos anos. "Essas pacientes jamais poderiam solucionar a atrofia vaginal com hormônios. O Monalisa Touch já é usado com sucesso nesses casos", aponta.

Sem incisão e indolor - O Monalisa Touch usa um tipo de laser de CO2 fracionado com alto poder de penetração. Indicado após avaliação médica e aplicado pelo ginecologista, o tratamento inclui, em geral, de 2 a 3 sessões, dependendo do caso, e deve ser feito pelo menos uma vez ao ano. Após a aplicação, recomenda-se apenas 10 dias sem atividade sexual.
O Monalisa Touch está sendo comercializado com exclusividade pela brasileira Top Consult, distribuidora exclusiva da Deka no Brasil.

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