Gorduras do bem na dieta ajudam a emagrecer

Acima das polêmicas sobre produtos específicos, como o ácido linoleico conjugado (CLA) – cuja comercialização é proibida no Brasil desde 2007 – estão os resultados de pesquisas científicas que demonstram o poder emagrecedor da inclusão das gorduras do bem como as encontradas no óleo de cártamo que emagrece, numa dieta balanceada, contanto que se pratique exercícios físicos.

São tantas as informações sobre dietas milagrosas e anúncios publicitários de produtos que não funcionam no emagrecimento e – pior – que colocam a saúde em risco, que é natural e absolutamente compreensível que a maioria das pessoas desconfie e torça o nariz ao ouvir falar de qualquer produto, seja ele qual for, que possa ajudar no processo de perda de gordura corporal. Porém, quem precisa emagrecer principalmente por motivo de saúde precisa ter bom senso para separar o joio do trigo e ir em busca de informações confiáveis, com embasamento científico.

A primeira e principal fonte são os médicos, especialmente os endocrinologistas. Num segundo momento, quando se trata de alimentação saudável e programa de exercícios físicos, as melhores fontes são os nutricionistas e os personal trainers formados em Educação Física. E para combater a ansiedade psicológica que pode acompanhar uma dieta de emagrecimento e a adaptação a um novo estilo de vida, mais saudável, pode-se recorrer aos cuidados de um psicólogo. Uma abordagem multidisciplinar ajuda a manter corpo e a mente sob controle e ir em frente na busca do peso ideal e, consequentemente, por mais bem estar, saúde e longevidade.

Especificamente sobre a inclusão das gorduras na dieta, sabemos que frituras, gordura vegetal hidrogenada e gorduras trans devem ficar de fora. Quanto à gordura saturada, até há pouco combatida ferozmente, surgem indícios de que pode entrar no cardápio, desde que com moderação. E as gorduras monoinsaturadas e polinsaturadas continuam, sob todos os pontos de vista da ciência, no patamar das “gorduras do bem”, que comprovadamente fazem bem à saúde. As primeiras podem ser encontradas no azeite de oliva, oleaginosas (castanhas, nozes, avelãs), no açaí e no abacate, por exemplo. Já a segundas estão presentes nos peixes, óleo de canola, linhaça, semente de chia, entre outros.

Alimentação vs suplementação – Ler uma lista das melhores fontes das gorduras do bem ou de outros nutrientes benéficos é uma coisa. Outra bem diferente é conseguir incluí-las na alimentação diária. Por isso há quem queira facilitar essa ingestão, por meio de suplementos. Aí é que fica difícil escolher, já que na web você pode ter informações totalmente contraditórias sobre uma mesma substância.

O ácido linoleico (ácido graxo insaturado ômega-6) é um dos que geram grande confusão. Para começar, é preciso esclarecer um detalhe: produtos que contenham ácido linoleico conjugado (CLA) não podem ser comercializados no país desde 2007. Note: conjugado. Produtos que contenham ácido linoleico (não conjugado), como o óleo de cártamo, que é um antioxidante natural (exemplo: Linolen), disponibilizado na Sare Drogarias (http://www.saredrogarias.com.br), são eficazes. O mecanismo de ação que promove o emagrecimento é o mesmo. Se houver dúvida por conta das informações contraditórias encontradas pela web afora, a melhor forma de se certificar é conversar com o nutricionista e com quem já utilizou. Há pesquisas que mostram que ele funciona melhor em obesos e em quem faz atividade física. Segundo Alessandra Rocha, nutricionista da Sare Drogarias, diabéticos, pessoas com níveis alto de colesterol ou síndrome metabólica não devem utilizar.
Conteúdo do Saúde da Mulher é informativo/educativo. Não exclui consulta com profissional de saúde. Este artigo pertence ao Saúde da Mulher. Plágio é crime previsto no artigo 184 do Código Penal.

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