Prolactina, o hormônio do leite materno

O  hormônio prolactina é produzido durante a gravidez e, após parto, durante a amamentação. A prolactina (LTH) atua sobre as glândulas mamárias, estimulando seu crescimento e a produção de leite.

A continuidade da produção da prolactina depende de estímulos nervosos produzidos pela sucção da mama pelo bebê. É por isso que quanto mais amamentamos, mais leite produzimos.

A prolactina em conjunto com os hormônios femininos progesterona e o estrógeno promovem o crescimento e funcionamento das glândulas mamárias.

Em algumas patologias, como na gravidez psicológica, pode ocorrer a hiperprolactinemia, que é a produção exagerada do hormônio, estimulando a produção de leite, mesmo quando a mulher não está grávida ou amamentando.
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Nível de colesterol varia com o ciclo menstrual

Um novo estudo revelou que, assim como os níveis de estrogênio – que sobem e descem ao longo do mês – as taxas de colesterol também variam ao longo do ciclo menstrual da mulher.
Segundo os pesquisadores responsáveis pelo estudo, isso indicaria que, para ter uma ideia mais clara de como estão os níveis de colesterol de uma paciente, os médicos talvez precisem solicitar medições durante vários meses antes de decidir se suas pacientes realmente devem ter seus níveis de gordura no sangue reduzidos com algum tratamento.
"Os médicos que estão avaliando os níveis de colesterol de suas pacientes precisam levar em conta a fase do ciclo menstrual em que elas estão quando solicitam a medição", afirma o co-autor da pesquisa Enrique F. Schisterman, chefe do Setor de Epidemiologia no Instituto Nacional de Saúde Infantil e Desenvolvimento Humano Eunice Kennedy Shriver, dos Estados Unidos. Para fazer leituras de colesterol mais consistentes e confiáveis, as medidas devem ser tomadas no mesmo período a cada mês por um par de ciclos, acrescentou o médico.
"De forma bem prática, é mais fácil reconhecer o início de um ciclo. Então, se você fizer a medição no início de cada ciclo, vai ter medidas consistentes ao longo do tempo."
O estudo foi publicado na edição online do periódico de Endocrinologia Clínica e Metabolismo (do inglês Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism). Para o estudo, o grupo Schisterman comparou os níveis de estrogênio com níveis de colesterol e de triglicérides em 259 mulheres saudáveis, com idade entre 18 e 44 anos.
A maioria das mulheres (94%), teve 14 ou mais medições feitas ao longo de dois ciclos menstruais. Elas também mapearam as fases de seus ciclos de fertilidade utilizando em casa monitores que detectam os níveis de hormônio e indicam quando ocorre a ovulação.
Das mulheres avaliadas, apenas 5% tinham níveis de colesterol superiores a 200 mg/dL – nível que está no limite para o alto risco de doença cardíaca –, e a maioria era fisicamente ativa e não fumava. No entanto, os níveis de colesterol em 19,7% das mulheres chegaram a 200 mg/dL pelo menos uma vez. Além disso, as obesas com mais de 40 anos apresentaram maior variação nos níveis de colesterol do que o resto do grupo.
Os pesquisadores descobriram que, com o aumento dos níveis de estrogênio, o HDL, ou “colesterol bom” também aumenta, chegando ao pico na ovulação. Ao mesmo tempo, na medida em que os níveis de estrogênio aumentavam, o colesterol total e o LDL, ou também chamado de “colesterol ruim”, bem como os níveis de triglicérides, caíram, constatou a equipe. Este declínio começou alguns dias após os níveis de estrogênio terem atingido o pico na ovulação. Os pesquisadores observaram ainda que os níveis de colesterol total, colesterol LDL e triglicérides atingiram os níveis mais baixos um pouco antes do início da menstruação.
“Esta é mais uma constatação de que os hormônios desempenham um papel muito importante na vida das mulheres influenciando em todos os níveis, incluindo em testes básicos, como o de colesterol” disse Schisterman, acrescentando que o ciclo menstrual desempenha um papel muito importante na saúde das mulheres em geral.
“Eu realmente não tinha conhecimento de que os níveis de lipídios poderiam flutuar tanto ao longo do ciclo” afirmou Jennifer Glueck, professora-adjunta de clínica médica da Divisão de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo da Escola de Medicina da Universidade de Miami. No entanto, as conclusões do estudo, afirma Glueck, não podem ser clinicamente relevantes para o grupo particular de mulheres jovens avaliadas.
“São as mulheres saudáveis, para as quais não se consideraria a possibilidade de iniciar a medicação para baixar o colesterol”. Para a médica, apesar da constatação ser “bastante interessante” os resultados do estudo não devem mudar a prática clínica.
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A tireoide e o hipotireoidismo e hipertireoidismo

Ainda hoje é comum ouvir algumas pessoas dizendo (acredite!): "_estou com tireoide". Como se a palavra TIREOIDE fosse por si só uma doença, como se todos nós, homens e mulheres não a tivéssemos.

A tireoide é uma glândula presente em nossa anatomia, na região do pescoço, Seu formato lembra o de uma borboleta, e a glândula é responsável pela produção dos hormônios T3 e T4, que controlam nossa temperatura, os batimentos cardíacos, o ciclo menstrual, o crescimento de pelos e o intestino. 

Quando as quantidades dos hormônios liberados estão muito acima ou abaixo do considerado normal, os problemas começam a surgir.

Há dois tipos de disfunção da tireoide, ambos detectados por meio de exame de sangue: 

Hipotireoidismo
Ocorre quando a produção dos hormônios é baixa.

Hipertireoidismo
Ocorre quando a produção hormonal é alta.

As mulheres com mais de 40 anos têm seu corpo sofrendo mudanças hormonais da menopausa e devem ficar atentas quando aos problemas da tireoide.

O hipotireoidismo é a disfunção mais comum no Brasil e atinge dez mulheres para cada homem. Os gatilhos para seu surgimento são o excesso de sal na comida e alguns remédios para emagrecer.

Podem agravar o problema:

Sal
O iodo presente no sal é utilizado pela tireoide para fabricar hormônios. Porém, o excesso de iodo (alto consumo de sal) prejudica o funcionamento da tireoide.

Medicamentos para emagrecer que contêm: anfetaminas, diuréticos, laxantes, ansiolíticos (calmantes) e hormônios.

- Tratamentos

Hipotireoidismo
A solução é a reposição hormonal. Normalmente, a dose inicial é baixa e, aos poucos, vai sendo ajustada pelo médico.

Hipertireoidismo 
Usa-se remédios que impedem a produção excessiva da tireoide. Infelizmente, só 20 - 30% melhoram. Os outros 80 ou 70% podem fazer terapia com iodo radioativo para destruir as células que produzem hormônio em excesso. Se nada disso adiantar é necessário fazer uma cirurgia em que se retira parte ou toda a glândula tireoide. A pessoa deverá fazer reposição hormonal para sempre.
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Amenorreia, significado, causas e sintomas

A palavra Amenorreia significa ausência de menstruação.

Logo conclui-se que, quer seja por causas naturais (como a menopausa), quer seja por gravidez ou antes da puberdade, ou por alguma enfermidade, a amenorreia é quando a mulher não menstrua.



Amenorreia significado


A amenorreia pode ser classificada em primária ou secundária. A amenorreia primária define a ausência de menarca. Já a amenorreia secundária se dá por falta de menstruação por 3 ciclos consecutivos ou 6 meses em mulheres que já apresentaram ciclo normal.

Em qualquer dos casos acima, é necessário que seu médico seja consultado.

As causas da amenorreia podem ser muitas, como por exemplo alguns medicamentos, gravidez, stress, tumores no sistema nervoso central (ex. tumor hipersecretante prolactina). Mulheres corredoras podem ter amenorreia numa frequência maior do que mulheres que não praticam esportes.
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A Deficiência de vit. D e o autismo

Como a deficiência de vitamina D pode causar o autismo, uma doença genética? Esta é a pergunta de cientista de Harvard, Dr. Dennis Kinney que passou a se preocupar com a vitamina D, já que a mesma é um dos nutrientes que regulam a expressão de genes e que protegem o genoma. Caso a teoria dele e de outros colegas se confirme, a suplementação de vitamina D passará a ser tão importante na gestação quanto a de ácido fólico.
 
Mais sobre o assunto:

1. Glaser G. What If Vitamin D Deficiency Is a Cause of Autism? Sci Amer April 24, 2009.
2. Kinney DK, Barch DH, Chayka B, Napoleon S, Munir KM. Environmental risk factors for autism: do they help cause de novo genetic mutations that contribute to the disorder? Med Hypotheses 2010;74:102-6.
3. Eyles DW. Vitamin D and Autism, Does skin colour modify risk? Acta Paediatr 2010 Mar 8.
4. Cannell JJ. On the Aetiology of Autism. Acta Paediatrica.  May 2010
5. Cannell JJ. Autism and Vitamin D. Med Hypotheses 2008;70(4):750-9. Epub 2007 Oct 24.
6. Fernell E., et al. Serum levels of 25-hydroxyvitamin D in mothers of Swedish and of Somali origin who have children with and without autismActa Paediatr. 2010 May;99(5):645-7.
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Cenoura aumenta produção de leite materno em grávidas

Abaixo, vários dos benefícios da cenoura, dentre eles a produção de leite materno, em negrito.

A cenoura é uma grande fonte de vitamina A, cujas necessidades diárias podem ser quase que totalmente supridas com apenas 100 gramas  desse legume. Essa vitamina contribui para o bom estado da vista, da pele e das mucosas.

Além disso, a cenoura contém muitos sais minerais, como Fósforo, Cloro, Potássio, Cálcio e Sódio, necessários ao bom equilíbrio do organismo, e vitaminas do Complexo B, que ajudam a regular o sistema nervoso e a função do aparelho digestivo.

Crua, ralada e bem lavada, a cenoura limpa os dentes e desenvolve os músculos mastigadores; seu suco ou caldo concentrado de seu cozimento adicionado ao mel ou suco de limão é ótimo para curar bronquite; é indispensável para gestantes e lactantes, pois melhora e aumenta o volume sanguíneo que, consequentemente, aumenta e melhora a produção do leite materno.

Cenoura aumenta produção de leite materno
Cenoura aumenta produção de leite materno / foto: Couleur

A cenoura funciona como laxante, sendo que seu suco combate a prisão de ventre, favorece o bom funcionamento do fígado, purifica a bile, ajuda na cura da icterícia, além de ser um bom remédio para as enfermidades dos brônquios e pulmões.

A cenoura é um dos legumes que se conserva por longo tempo, e seu sabor, levemente adocicado, combina com inúmeros outros alimentos. Por ser tão nutritiva recomenda-se que seja ingerida pelo menos três vezes por semana.Para compra deve-se escolher cenouras lisas, firmes, sem irregularidades ou rugas , cor uniforme e tamanho não muito grande.



A cenoura é uma excelente fonte de betacaroteno que é um importante antioxidante, anticancerígeno, protetor circulatório e imunológico devido os princípios ativos:

  • xantotoxina,
  • ácido cinâmico Kaempferol,
  • ácido ferrúlico,
  • licopeno,
  • quercitina,
  • betacaroteno.

A cenoura apresenta importante ação ocular devido a vitamina A, presente em sua composição (na forma de betacaroteno). Na pele promove a proteção contra os raios ultravioleta. O betacaroteno existente na cenoura se transforma em vitamina A em nosso corpo auxiliando no equilíbrio imunológico, melhorando a resistência orgânica e prevenindo doenças nos olhos e a hemeralopia ou cegueira noturna.



Estudos indicam que a cenoura diminui a incidência de derrame em mulheres e a fibra solúvel presente na cenoura diminui o colesterol sanguíneo. Um experimento na Escócia demonstrou que 200g de cenoura crua durante 3 semanas reduziu o nível de colesterol em 11% de voluntários saudáveis.

CREDIDIO, E. V., "Alimentos Funcionais na Nutrologia Médica" - Editora Ottoni - Itu, SP, 4º Edição - 2008.
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Chá verde previne câncer de ovário

Consumir ao menos menos 4 xícaras diárias de chás (preto, verde ou de ervas) ajuda a prevenir o câncer de ovário em quase 30%, é o que revelou estudo do instituto de pesquisas médicas de Queensland.

 Durante a pesquisa foram entrevistadas aproximadamente 2.700 mulheres australianas sobre estilo de vida, dieta e hábitos de consumos de bebidas como os chás.

O estudo publicado na revista Cancer causes & control aponta os antioxidantes presentes nos chás como as substâncias responsáveis por este efeito protetor contra câncer de ovário.
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10 dicas para voltar ao trabalho após a maternidade

Essas dicas vão ajudar, e muito, a diminuir a culpa em ter que deixar o bebê em casa e voltar a trabalhar.

1. Confie no cuidador
Na sua ausência, a criança vai ficar sob os cuidados de alguém da família, de uma babá ou de uma escolinha? Não existe fórmula, mas nem pense em deixar seu filho com a sogra por preguiça de procurar uma boa creche ou uma babá treinada. "O ideal é fazer uma opção consciente, e não por falta de outra escolha", aconselha Vânia Solé, psicóloga clínica e obstétrica da Clínica Genesis, em São Paulo.
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Ácido fólico suplemento para corredoras

As mulheres que praticam corrida e que sua dieta tem baixas calorias podem desenvolver irregularidades menstruais severas, com baixa produção de estrogênio e, consequentemente maior risco de doenças cardíacas.

O primeiro sinal de doença cardíaca pode ser medido pela redução da dilatação da artéria braquial em resposta ao fluxo de sangue, limitando o consumo de oxigênio, o que afeta negativamente a performance atlética.

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Luminária Rosas de Simone

luminária rosas de Simone

Desejo a todos que visitarem o blog Saúde da Mulher  hoje, um Feliz Dia das Mães. A luminária das Rosas de Simone, cheia de rosas iluminadas representa muito bem as mães. Que mãe não gosta de ganhar rosas? E essa é minha homenagem a todas as mães.
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Suco para TPM, alivia os sintomas





Esta receita de suco para TPM, tem o poder de desinchar o corpo (sabia que podemos "engordar" até 3 quilos na TPM?) e aliviar o nervosismo -- tão comum e famoso -- da tensão pré-menstrual.

SUCO PARA TPM


Ingredientes do suco para TPM

- 3 folhas de agrião (diurético);

- 1/4 de beterraba (rica em magnésio, regula a serotonina);

- 1 fatia de abacaxi (estimula a digestão, diurético);

- 1 maçã com casca (Vitamina B6 e folato, que regula a serotonina);

- 1 colher de chá rasa de levedo de cerveja (tem vitamina B6, para o nervosismo);

- 200 ml de água

Como preparar o suco para TPM


Bata tudo no liquidificador. Beba o suco para tpm 2 vezes ao dia, 7 dias antes da menstruação, durante a TPM.

Fonte: Saúde com Ciência Criação do suco/Renata Fraia - Farmacêutica
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Cintas para depois da gravidez, modelos

Cintas para depois da gravidez

O blog Mãe e Mulher, com layout muito bonito, é de uma mamãe recente, nele, Rita Tescke, conta suas experiências como mãe. Uma delas é sobre as cintas para depois da gravidez.

Veja no blog como os modelos de cintas modeladoras para depois da gravidez são muitos e saiba qual escolher uma cinta para gestante para cada fase de sua pós gestação.

Para ver o blog acesse aqui.
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Bebidas alcoólicas podem piorar alergias em mulheres

Estudos recentes indicam que o álcool pode causar ou piorar os sintomas comuns de alergias. Mas o problema nem sempre é o próprio álcool.

Cerveja, vinho e licor contêm histamina, produzida pela levedura e bactérias durante o processo de fermentação. A histamina, é claro, é o químico que deflagra sintomas de alergia.
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Disque 180: Canal de Atendimento à mulher



O governo disponibiliza à toda mulher que sofre algum tipo de violência um canal de atendimento à mulher ofendida. É o Disque 180. E a mulher pode ligar a qualquer horário, pois o serviço funciona 24h por dia, inclusive aos domingos e feriados.

Via: Portal da Saúde - governo federal
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Chocolate amargo evita a pré-eclâmpsia na gestação

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Yale (EUA) verificou que consumir chocolate amargo  durante a gestação, teria a capacidade de diminuir os riscos da pré-eclâmpsia, que é a hipertensão, retenção de líquidos e presença de proteína na urina durante a gestação.

Chocolate amargo evita a pré-eclâmpsia na gestação
O estudo, publicado pela Epidemiology e conduzido pela médica Elizabeth W. Triche do centro médico de Yale indicou que “a teobromina, substância presente no chocolate, tem a capacidade de melhorar a circulação sanguínea dentro da placenta, assim como bloquear o estresse oxidativo no organismo”

A teobromina está presente em maior quantidade no chocolate amargo e meio-amargo. A teobromina equilibra os batimentos do coração, relaxa os músculos e dilata as artérias, o que diminui a hipertensão e, consequentemente, a pé-eclâmpsia.As mais benificiadas seriam as mulheres no segundo trimestre da gestação.

Pergunte ao médico se você deve e qual o máximo consumí-lo.
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Diabetes na gravidez (gestacional)

A Diabetes Gestacional acomete subitamente mulheres não-diabéticas que engravidam. 

No Diabetes Gestacional, a mulher desenvolve o Diabetes somente durante a gestação (gravidez) porque produz uma quantidade insuficiente de insulina para ela e seu bebê. Ao término da gestação, a mulher volta ao seu estado normal de produção de insulina. Isto ocorre porque, neste período, a placenta produz substâncias que bloqueiam a ação da insulina, o que pode provocar a elevação de glicose. 


Diabetes na gravidez (gestacional)
Diabetes gestacional

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Chá verde gelado e máscara de gelatina para o cansaço da pele do rosto


Para melhorar a aparência de cansaço do rosto nada melhor que um bom banho morno, uma compressa com chá verde gelado e uma boa noite de sono num travesseiro adequado.

Quer mais? Sabia que a gelatina em folhas pode melhorar e muito essa aparência, suavizando linhas de expressão, dando firmeza à pele e nutrindo. Veja como fazer essa máscara de gelatina em folhas para o rosto aqui.
Fonte e Foto: Saúde com Ciência
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Quadril e bumbum grandes protegem as mulheres contra o infarto - O Globo

A seguinte notícia - mulheres de quadril e bumbum largo e coxas grossas têm menos chance de sofrer um infarto - tem agradado as mulheres brasileiras, já que nossa genética tendencia a engordarmos mais nas regiões dos quadris e coxas.

Já com relação a engordar na barriga... Leia a notícia completa no link abaixo:

Quadril e bumbum grandes protegem as mulheres contra o infarto - O Globo


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