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Ressaca. Sintomas e tratamentos

A ressaca descreve a soma de efeitos fisiológicos desagradáveis que se seguem ao consumo elevado de álcool. As características mais comuns da ressaca são dor de cabeça, náusea, sensibilidade à luz e ao barulho, letargia, disforia (mudança transitória e repentina do estado de ânimo) e sede.

Hipoglicemia, desidratação, intoxicação por acetaldeído (produto metabólico do álcool) e deficiência de vitamina B12 são teoricamente os causadores dos sintomas da ressaca.

A ressaca dura geralmente de 1 a 4 horas, embora alguns tenham relatado efeitos de até 2 ou 3 dias após o consumo de álcool.

Sintomas


A ressaca está associada a uma variedade de sintomas que podem incluir desidratação, fadiga, dor de cabeça, náusea, vômito, diarréia, fraqueza, temperatura corporal elevada, hiperventilação, dificuldade de concentração, ansiedade, irritabilidade, sensibilidade à luz ou ao barulho, funções motoras erráticas, sede e problemas para dormir.

Muitas pessoas também sentem repulsa ao gosto ou pensamento do álcool durante a ressaca. Os sintomas podem variar de pessoa para pessoa, e ocasião para ocasião, geralmente começando várias horas depois de beber.

Causas da ressaca

Os sintomas da ressaca têm várias causas. O álcool tem efeito desidratante causado pela elevação da produção de urina (efeito diurético), o qual causa dor de cabeça, boca seca e letargia. O efeito do álcool no revestimento estomacal pode contribuir para a náusea. Os produtos do metabolismo do álcool podem diminuir a glicogênese no fígado, causando hipoglicemia. Uma vez que a glicose é a fonte de energia para o cérebro, sua falta pode contribuir para sintomas da ressaca como fadiga, fraqueza, distúrbios de humor e perda de concentração e atenção. Outro fator que contribui para a ressaca são os produtos decorrentes da quebra do álcool pelas enzimas do fígado. O acetaldeído decorrente do metabolismo do álcool tem toxidade, contribuindo para a ressaca. Uma vez que a vitamina B12 é usada no metabolismo do álcool, seu consumo exagerado pode acarretar na deficiência desta. Como relação ao sistema nervoso central, a remoção dos efeitos depressores que o álcool tem sobre ele podem contribuir para a sensibilidade à luz ou ao barulho.

Possíveis remédios para a ressaca

Há debate se a ressaca poderia ser prevenida ou pelo menos abrandada. Atualmente não há nenhum mecanismo comprovado para prevenir a ressaca. Segundo estudo do British Medical Journal sobre remédios para a ressaca não há prova de nenhum mecanismo eficiente para preveni-la, sendo que o mais eficaz é moderar no consumo de álcool.

Alguns possíveis remédios úteis para amenizar a ressaca:

* Ácido tolfenâmico. Estudo publicado no jornal "Cephalalgia" indicou que ácido tolfenâmico reduziu os sintomas da ressaca.
* Magnésio e Zinco. O consumo excessivo de álcool pode ocasionar deficiência de magnésio, assim como de outros minerais como o zinco. Pessoas com níveis baixos de magnésio pode sofrer sintomas mais fortes de ressaca. Assim, uma dieta saudável com boas quantidades de magnésio e outros minerais poderia ajudar a atenuar os efeitos da ressaca.
* Vitamina B6. Alguns estudos indicam que a Vitamina B6 poderia reduzir a ressaca.
* Reidratação.
* Opuntia ficus indica. Estudo clínico de 2004 mostrou que tomar extrato da fruta do cacto "Opuntia ficus indica" 5 horas antes de beber diminuiu estatisticamente os sintomas da ressaca, principalmente a náusea, boca seca e perda de apetite.
* Comida e água. O simples consumo de água e comida pode ser suficiente para pelo menos hidratar o corpo e melhorar a ressaca.
Conteúdo do Saúde da Mulher é informativo/educativo. Não exclui consulta com profissional de saúde. Este artigo pertence ao Saúde da Mulher. Plágio é crime previsto no artigo 184 do Código Penal.

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