Como engravidar de menina

É menino ou menina? Hoje em dia em poucos meses a gente já pode saber o sexo do bebê e começar a preparar o enxoval. Mas a gente sempre tem uma preferência. Ou por que sempre sonhamos em dar um cero nome para nosso bebê, ou por que temos preferência por crianças de determinado sexo ou ainda porque já temos um filho do outro sexo. Mas como fazer valer essa preferência?

Como engravidar de menina?


Para engravidar de uma menina, os cientistas recomendam aumentar o consumo de certos alimentos. Os indicados são os ricos em cálcio e em magnésio.

Como engravidar de menina

Então, se você quer engravidar de menina consuma:
- leite e derivados,
- espinafre,
- couve,
- rúcula
- germen de trigo
- aveia
- farelo de arroz
- arroz integral
- nozes e castanhas.

De acordo com os pesquisadores, esse tipo de alimentação muda a concentração desses minerais no sangue e pode determinar se o bebê será menino ou menina. Para que os resultados sejam alcançados, a mulher deverá iniciar a nova dieta cerca de 9 semanas antes da primeira tentativa de engravidar.

Leia mais sobre Gravidez

Quando ter relações para engravidar de menina?


Tenha relações de 2 a 3 dias antes do período fértil, com um contato íntimo menos profundo, fazendo com que os espermatozoides que carregam os gametas X, que são os femininos, vençam a corrida contra os de gameta Y. Essa técnica tem até 80% de chances de dar certo.

Empenhar-se em ter um contato íntimo menos profundo e não chegar ao clímax antes do companheiro.

Através desse estudo os investigadores concluíram que a alimentação da mulher é determinante na escolha do sexo do bebê. Se somente essa dieta for levada em consideração, a probabilidade de ter uma menina ainda fica em torno de 73%.

Fontes:
Female gender pre-selection by maternal diet in combination with timing of sexual intercourse - a prospective study.
AM Noorlander; JPM Geraedts; JBM Melissen.
Leia Mais ►

Candidíase na gravidez prejudica o bebê?

A candidíase na gravidez é muito comum, já que nesta fase o pH vaginal fica alterado, facilitando a contaminação por fungos como o da candidíase.

Candidíase na gravidez prejudica o bebê?


A resposta é simples e vai deixá-la aliviada se estiver grávida e com candidíase. Não! A candidíase na mãe não prejudica o bebê, pois a infecção é localizada na área vaginal da mulher.

No entanto, se você tiver candidíase no momento do parto, há uma pequena chance de contágio quando a criança passar pelo canal vaginal em caso de parto normal.

Se estiver com sintomas de candidíase ou outra vaginite não deixe de avisar o médico para tratar antes de o parto acontecer.

Candidíase na gravidez prejudica o bebê?
Candidíase na gravidez prejudica o bebê?

No entanto, se na hora do parto você ainda tiver o problema, AVISE o obstetra (o médico que estiver fazendo o parto), isso poderá evitar que o recém-nascido entre em contato com a infecção.

>> Leia tudo sobre Candidíase!

E qual o problema da infecção por candidíase no bebê recém-nascido?


Esta infecção pode provocar feridinhas brancas na boca do bebê (o famoso sapinho). O problema ainda pode ser transmitido para os seios da mãe por causa da amamentação.


Dicas Saúde da Mulher
  1. Evite alimentos muito ácidos (limão e outras frutas cítricas e vinagre) quando estiver com sintomas de candidíase, pois eles podem causar sintomas parecidos aos da infecção. 
  2. Se você está grávida e com candidíase saiba que a infecção por cândida não é grave e pode ser tratada facilmente.
Leia Mais ►

Candidíase, sintomas, tratamentos e causas

Aproximadamente 75% das mulheres (ou seja, a maioria) teve ou vai ter no decorrer da vida a menos um episódio de vaginite, causada em 90% dos casos por um fungo chamado Candida Albicans.

Outro dado que não podemos esquecer é a reincidência, ou seja, um posterior episódio infectivo se verifica em pelo menos 40-50% das mulheres.

O fungo Cândida albicans está normalmente presente em pequenas quantidades na flora vaginal junto com outras bactérias.


Artigos relacionados!

1. Saiba sobre a candidíase na gravidez.
2. Leia também o que é vaginite e vulvovaginite aqui!


*Candidíase*


Candidíase Sintomas


Os sintomas mais comuns da candidíase são secreções vaginais de cor branca acompanhada da sensação de coceira muitas vezes intensa seja a nível interno ou na parte exterior vaginal.

Candidíase Causas

Esse “hóspede” em nosso corpo pode passar da forma latente a forma clínica quando encontra as condições favoráveis, entre elas:
  • presença de açucares 
  • falta de ar (região genital abafada e sem ventilação) 
  • pouca defesa imunitária 
  • após um tratamento com antibióticos, que irá matar as bactérias benignas deixando espaço para a Cândida albicans se desenvolver

Candidíase Tratamentos

O tratamento para a candidíase se baseia na maioria dos casos no uso de medicamentos locais sob forma de aplicações e/ou banhos.

O cetoconazol, o fluconazol e o itraconazol são os medicamentos mais usados para tratar candidíase.

**A utilização desses medicamentos deve ser sempre receitada pelo seu médico ginecologista.**

E nesse ponto é bom fazer uma observação: Receitas caseiras para tratar candidíase e/ou remédios que suas amigas usaram podem não funcionar para você, porque cada corpo responde diferente a um medicamento ou a tratamentos diferentes. Só o médico vai lhe indicar o tratamento mais indicado para tratar a candidíase.

Candidíase como prevenir

  • Coma menos doces 
  • Acrescente verduras e frutas à alimentação (para aumentar a imunidade do seu corpo, ou seja para o sistema de defesa natural do seu organismo ficar mais forte.) 
  • Coma iogurtes e alimentos lácteos que contêm as bactérias "boas" que ajudam a combater a candidíase. 
  • Evite calcinhas sintéticas, prefira as de algodão 
  • Evite jeans muito apertados 
  • Use saia mais vezes, para deixar as partes íntimas respirarem 
  • Use sabonetes íntimos diariamente, mas não use grandes quantidades por vez. 
  • Veja dicas para manter a região íntima feminina saudável! 

IMPORTANTE!

Quanto antes a candidíase for tratada, mas sucesso você terá na cura da candidíase, então, não deixe de ir ao ginecologista quando notar alguma secreção vaginal estranha.

Texto de Renata Fraia - Farmacêutica/Jornalista do site Saúde com Ciência
Leia Mais ►

Como fazer um spa caseiro


Hoje eu estava me sentindo especialmente cansada e, em um certo momento, parei tudo o que estava fazendo e resolvi fazer um spa caseiro. Enquanto estava relaxando comecei a bolar um post sobre o assunto para que todos os leitores obtenham os mesmos benefícios de um dia de spa em casa. Espero que gostem. A foto fui eu mesma quem tirou, nela, faltam apenas alguns itens que estão relacionados abaixo (infelizmente, não consegui enviar a foto via bluetooth), por isso a foto é apenas do sabonete massageador Natura.

Como fazer um spa caseiro


sabonete massageador Natura
Sabonete massageador e esfoliante Natura

O seu spa caseiro contará com 2 etapas


1. Banho relaxante
2. Spa para os pés

O item 2 inclui música ou fonte de água, lanchinho light, manicure e pedicure (se for você mesma quem cuida das suas unhas), aparelho para massagear os pés.

Acessórios para o spa caseiro


Antes de começar, separe os produtos relacionados abaixo: alguns deles são imprescindíveis, marquei um asterisco neles:

Para o banho:

  • Sabonete massageador Natura (aquele que tem bolinhas massageadoras e ainda esfolia a pele) * [compre aqui]
  • Creme ou sabonete esfoliante para corpo e rosto (pode ser caeiro) *
  • Vela perfumada
  • Toalha na cor verde claro, branca ou lilás com flores (são cores relaxantes) 
  • Roupão de uma das 2 cores acima
  • Máscara de tratamento capilar. (eu uso a da Natura Plant - máscara intensa ou a da C. Kamura Máscara de tratamento) *
  • Touca de alumínio


Para o spa caseiro:

  • 1 aparelho de spa para os pés (se não tiver pode ser uma bacia)
  • 1 sachê de escalda pés Granado (R$ 8,50) (se não tiver pode ser um punhado de sal grosso e gotas de alguma colônia que você goste) *
  • Creme refrescante para pernas e pés com cânfora na fórmula ou algo que deixe o cheiro e a refrescância da hortelã *
  • Creme para as mãos *
  • Acessórios de manicure (se for fazer as unhas)
  • Massageador manual - com bolinhas salientes - para o corpo (foto)
  • Seu batom preferido *
  • Seu perfume mais doce *
  • Fonte de água ou música que imita barulho de água *
  • Incenso (se gostar)


Para o lanchinho

  • 1 copo grande e bonito com suco gelado
  • 1 lanche de sua preferência (minha sugestão é um sanduíche com duas fatias de pão integral, 1 fatia de queijo minas frescal, duas rodelas de tomate, orégano e 1 pitada de sal - faça na sanduicheira)
  • chá calmante ou refrescante (camomila, cidreira, hortelã ou chás prontos em saquinhos com várias ervas relaxantes)


Finalização

  • Na primeira hora após o spa em casa, faça algo que te dê prazer


Fazendo seu spa caseiro propriamente dito


Preparação...
  1. Separe tudo o que relacionei acima (para não perder tempo, nem ter que parar seu relax na metade para ficar procurando as coisas - não há nada mais estressante) *
  2. Deixe o spa para os pés ou bacia próximo de onde você for se sentar *
  3. Deixe 1 panela com 2 litros de água no fogão (mas não acenda o fogo) *

Banho...
  1. Tome um banho com água morna e em vez de acender a luz, acenda 2 velas perfumadas 
  2. Esfolie o rosto e o corpo e faça massagens circulares no pescoço com o sabonete massageador *
  3. Lave o cabelo com shampoo, mas não passe condicionador * 
  4. Saia do banho e se enxugue com a toalha verde claro, branca ou lilás com flores lentamente e respirando fundo, sem pressa *
  5. Com a mesma toalha seque bem o cabelo *
  6. Coloque o roupão e um chinelo bem confortável
  7. Use a máscara capilar [compre aqui] e coloque a touca de alumínio ou enrole com uma toalha aquecida * 

Spa propriamente dito...
  1. Acenda o fogo para esquentar a água * 
  2. Enquanto isso prepare deu lanchinho *
  3. Coloque uma mesinha ao lado da poltrona e ponha seu lanche e o suco nela *
  4. Coloque a água quente - mas não fervendo - no spa ou na bacia *
  5. Despeje o sachê ou o sal grosso e um pouco da sua colônia *
  6. Deixe o ambiente com pouca luz *
  7. Acenda o insenso
  8. Ligue a fonte de água ou a música com barulho de água *
  9. Acomode-se na poltrona e relaxe por, no mínimo 40 minutos *
  10. Nesse momento coma seu lanchinho assim que quiser *
  11. Se for fazer a sua manicure, este é o momento
  12. Seque os pés *
  13. Passe o creme para pés e pernas * 
  14. Use o massageador com bolinhas para massagear as pernas e massageie os pés com os dedos das mãos *
  15. Passe o creme para as mãos *
  16. Levante-se admire-se em um espelho e passe um pouco do seu batom favorito e de seu perfume mais doce *
  17. Na hora seguinte faça algo de que goste muito como ler, assistir seu filme preferido, etc. (eu costumo cozinhar ou tocar piano) *
  18. Faça um chá relaxante, adoce a gosto e beba *
  19. Ah! Deixe a máscara secar no cabelo, só enxágue no dia seguinte. *


Custo do Spa caseiro


1. Não há como calcular com precisão o preço do spa caseiro, já que você poderá ter que comprar todos os itens ou já ter todos em casa.

2. O spa para os pés, por exemplo, custa cerca de 350 reais, mas você só vai gastar 1 vez, já os cremes para o cabelo também só serão comprados de tempos em tempos. Os outros itens como toalha, roupão e massageadores também serão substituídos após longo período de uso.

Leia mais sobre BELEZA.

Foto: Natura
Leia Mais ►

Máscara de mamão para amolecer pelos antes da depilação

A substância presente no mamão conhecida como papaína é a responsável por conferir maciez à pele e ajudar a amolecer os pelos para facilitar na depilação. Veja receita:

Máscara caseira de mamão

Ingredientes

1/2 mamão papaia
1 colher de sobremesa de aveia em flocos finos
3 colheres de iogurte integral

Amasse bem o mamão, acrescente o iogurte, mexa bem e por último a aveia. Aplique sobre a área com pelos a ser depilada 30 minutos antes da depilação. Retire com água morna fazendo movimentos circulares. A depilação poderá ser feita normalmente.
Leia Mais ►

Como prevenir rugas no pescoço

Pescoço pode envelhecer antes do tempo: saiba como prevenir rugas e sobre novos tratamento que melhoram a pele no local

Dermatologista ensina a cuidar da região, evitando os temidos colares, rugas e manchas que costumam denunciar a idade das mulheres. Laser, radiofrequência e peeling são aliados.

É difícil descobrir a idade das mulheres hoje a não ser por um detalhe que não passa despercebido: o pescoço. Infelizmente ele enruga e forma os chamados colares, por isso não deve ser esquecido.

Como prevenir rugas no pescoço
Como prevenir rugas no pescoço

A pele desta região, explica a dermatologista Érica Monteiro, da clínica Sthetica, no Campo Belo, em São Paulo, costuma envelhecer mais rápido que a das mãos, outro ponto que entrega a idade.

"Por ser mais fina, fica sujeita à contração dos músculos do pescoço que acabam por resultar em rugas, vincos, os chamados colares - marcas ao redor da região. A exposição solar piora a situação, caso não haja proteção adequada", alerta.

As manchas são outros agravantes que pioram com o sol. Quanto mais clara a pele e sem cuidados, aliás, mais precocemente elas se instalam. Segundo a médica, elas costumam aparecer aos 36-40 anos, na mesma época em que a flacidez relacionada ao envelhecimento também dá sinais de vida no pescoço.

Os vasos vermelhos, aranhas vasculares, que atormentam as mulheres, dependerão da cor da pele e também da exposição crônica ao sol. A regra é a mesma para as manchas, quanto mais branquinha a pele, a chance deles se instalarem é maior, a partir dos 38-40 anos. Mais uma vez, a vantagem é das morenas, já que em peles mais escuras, eles aparecem após 40-45 anos.

Como prevenir rugas no pescoço

Além de usar protetor solar diariamente, a Dra Érica indica maneiras de cuidar do pescoço em faixas etárias distintas.

Entre 20 anos e 30 anos: além do FPS 30 ou FPS 50, é interessante usar hidratantes na região com os seguintes ativos: ácido hialurônico, alfahidróxiácido, polihidróxi ácido, uréia (grávidas não podem) e prolipid 141.

Entre os 30 anos e 40 anos, o hidratante continua o mesmo, assim como o filtro solar, mas o uso tópico de produtos à base de vitamina C são recomendáveis.

Entre 40 anos e 45 anos, o uso dos ácidos (glicólico ou retinóico) durante a noite é aconselhado, além do já prescrito a partir dos 30 anos.

Após os 45 anos, os hidratantes, os ácidos e o filtro solar passam a ser complementados com laser, luz intensa pulsada, radiofrequencia, ultrassom - este último dependendo do problema que predominar e do tipo de pele da paciente, informa a dermatologista. Outro caminho possível são os peelings que estimulam a renovação celular.

+ Leia mais sobre BELEZA

A flacidez na região do pescoço, de acordo com a especialista, também depende de uma carga genética. Por outro lado, o emagrecimento rápido demais, como acontece em pacientes submetidos à cirurgia bariátrica, também pode comprometer a região. "O ideal é que essas pessoas se consultem com o dermatologista para saber qual o melhor tratamento nesses casos. Há sempre alternativas para melhorar o aspecto do local afetado", conclui.

Por fim, a Dra Érica recomenda:

"Os produtos do rosto devem ser usado também no pescoço. Já que ativos para o corpo podem irritar a pele mais sensível na região".

Sobre a Clínica Sthetica - Centro especializado em dermatologia e estética, localizado no Campo Belo (Av. Vereador José Diniz, 3.457, 10.º andar – Conj. 1.008, tel. 5090-1244)

Fonte: Dra. Érica Monteiro - dermatologista com formação e especialização na Escola Paulista de Medicina - UNIFESP, Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e Membro Efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)

Leia Mais ►

Vitamina B combate a TPM e seus sintomas


Há muito que se diz que as vitaminas do complexo B são auxiliares contra a TPM, mas agora cientistas comprovaram a eficácia da vitamina B para aliviar os sintomas da TPM.

Uma pesquisa recente comprova que as vitaminas do complexo B aliviam muitos dos sintomas da TPM como cólicas, dores de cabeça, náuseas e irritabilidade. O estudo foi publicado na revista American Journal of Clinical Nutrition e revelou que a vitamina B presente em muitos alimentos pode fazer muito para combater os sintomas incômodos. A tiamina (vitamina B1) e a vitamina B2 ( riboflavina), assim como a vitamina B6 são as principais delas.


Os alimentos que são ricos em tais vitaminas devem estar sempre presentes na alimentação das mulheres, especialmente nas 2 semanas imediatamente anteriores ao início da menstruação.

Os alimentos ricos em vitaminas do complexo B são:
  • cereais integrais, 
  • leguminosas, 
  • nozes, 
  • leite 
  • gema de ovos, 
  • carne 
  • vegetais de folhas verdes
  • banana (especialmente B6)

Os pesquisadores dizem que os suplementos (em forma de comprimidos ou cápsulas) não são necessários. É importante que a ingestão dessas vitaminas seja constante, através da dieta diária feminina.

ATENÇÃO mulheres, namorados e maridos! Saiba mais sobre a TPM abaixo:
Fonte: AJCN e Saúde com Ciência
Leia Mais ►

Rachaduras nos pés: tratamento natural

Ninguém gosta de exibir pés com rachaduras não é mesmo? E se você já experimentou vários tipos de tratamentos para rachaduras nos pés, que tal tentar algo novo e natural?

Rachaduras nos pés: tratamento natural


Moa um punhado de arroz até obter uma farinha fina, adicione algumas colheres de mel e vinagre de cidra da maçã o suficiente para obter uma pasta grossa.
Se as rachaduras são muito profundas, adicione uma colher de azeite de oliva.


Rachaduras nos pés: tratamento natural

Mergulhe os pés em água morna por 20 minutos e faça uma massagem suave com essa pasta.
Pode deixar a pasta nos pés, só tire o excesso!

Se o pé estiver com a pele muito grossa, à medida que for sarando dá para ir lixando até que fique fininho e curado!

OBS1.: Para moer o arroz coloca num pacotinho e bate com o martelo até virar pó ou bate no liquidificador, é fácil.

Leia mais sobre beleza no Saúde da Mulher 

Fonte: Agrega Pais
Leia Mais ►

Hiperprolactinemia: o que é o distúrbio que faz produzir leite mesmo sem estar grávida

Hiperprolactinemia. De novo: Hiper-pro-lac-ti-ne-mia, uma condição de nome difícil, mas de fácil entendimento que significa uma produção excessiva do hormônio prolactina pelo organismo da mulher.

Tal disfunção interfere no ciclo menstrual, na libido e na fertilidade de homens e mulheres

Uma doença de nome complicado, mas que é mais comum do que se imagina e pode trazer uma série de inconvenientes. Causada pela produção em excesso de hormônio prolactina – que, entre outras funções, é responsável pela produção do leite materno – a hiperprolactinemia é um distúrbio que, se não identificado a tempo, pode atrasar o diagnóstico de um tumor benigno.

+ Saúde dos Seios.

Um dos principais sintomas da doença é a produção de leite fora do período normal de amamentação após o parto.

“É a chamada galactorreia”, explica Nina Musolino, médica-supervisora do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), que ainda esclarece: “a hiperprolactinemia também causa alterações menstruais, como irregularidade e até falta de menstruação, e em homens, redução da potência sexual, além de redução da libido e infertilidade em ambos os sexos”.


Causas da Hiperprolactinemia


Entre as principais causas da hiperprolactinemia está o uso de alguns medicamentos, entre eles, antipsicóticos, antiácidos, antieméticos (remédios para enjoo) e anti-hipertensivos. Estresse, casos de hipotireoidismo primário e síndrome dos ovários policísticos também estão relacionados com o surgimento da alteração.

Hiperprolactinemia: o que é o distúrbio que faz produzir leite mesmo sem estar grávida

Diagnóstico da hiperprolactinemia


Além dos sintomas relacionados, o diagnóstico da hiperprolactinemia é feito por meio de um exame laboratorial que mede a concentração de prolactina no sangue. Níveis acima de 20 ou 25 ng/ml caracterizam o distúrbio. Já quando o resultado da análise for acima de 100 ng/ml, existe a possibilidade da existência de um tumor benigno da hipófise. “Esses tumores podem causar distúrbios neurológicos como cefaleia e perda visual”, diz a médica. Porém vale ressaltar que, geralmente, as consequências são reversíveis e os tumores são muito sensíveis ao tratamento medicamentoso.

Tratamento da hiperprolactinemia

Na maioria dos casos de hiperprolactinemia, o tratamento é feito com medicamentos com ação semelhante à da dopamina, como Dostinex (cabergolina), que agem diretamente na hipófise, reduzindo a produção da prolactina (ler: saiba mais sobre a prolactina)

“A cabergolina tem ação semelhante à dopamina e é o principal medicamento utilizado no combate à doença porque tem melhores resultados e menor interferência de efeitos colaterais”, diz a especialista.

Mesmo nos casos de tumores produtores de prolactina (prolactinomas) a substância é o tratamento de escolha.

“A duração do tratamento vai depender da causa da hiperprolactinemia e é muito variável. O medicamento pode ser indicado por muitos anos sem prejuízo do efeito”, conclui.

Em situações de falta de resposta à cabergolina, deve-se considerar a possibilidade de cirurgia para retirada do prolactinoma: no Brasil, apenas 15% a 20% dos indivíduos com hiperprolactinemia precisam ser submetidos à cirurgia.
Leia Mais ►

Sintomas da pré-eclâmpsia; causas e tratamento da doença que aumenta no inverno

Os dias frios aumentam os casos de hipertensão e isso pode ser ainda mais prejudicial para as gestantes. Assim; os casos de pré-eclâmpsia aumentam no inverno.

O frio característico do inverno pode trazer mais problemas do que os respiratórios. No caso das mulheres grávidas é preciso redobrar os cuidados, pois com a temperatura mais baixa é comum o aumento da pressão arterial por conta da contração dos vasos sanguíneos para conservar o calor no corpo.

E a consequência disso para as gestantes é o aumento da probabilidade de pré-eclâmpsia, doença que eleva a pressão durante a gestação e pode trazer danos graves à mãe e ao bebê.

Sintomas da pré-eclâmpsia


Sintomas da pré-eclâmpsia; causas e tratamento da doença que aumenta no inverno

• Inchaço, principalmente de mãos e rosto
• Ganho súbito de peso
• Dor de cabeça
• Distúrbio visual
• Dor de estômago
• Desconforto respiratório
• Mal estar
• Na eclâmpsia, além destes sintomas, ocorre a convulsão.

*Faça o pré-natal direitinho e, sentindo os sintomas acima, procure um pronto atendimento médico.


+ Chocolate evita pré-eclâmpsia na gestação.


Causas da Pré-eclâmpsia


A pré-eclâmpsia não possui uma causa específica, mas há diversos fatores que tentam explicar o seu aparecimento. A hipótese mais discutida pela medicina envolve fatores maternos e placentários e a principal teoria é uma anomalia no desenvolvimento dos vasos sanguíneos da placenta no início da gestação, que faz com que haja diminuição do fluxo sanguíneo placentário que causa a liberação de fatores antiangiogênicos e outras substâncias na circulação materna, que acabam resultando em hipertensão.

Por se tratar de uma complicação grave, é preciso tomar muitos cuidados, como explica o ginecologista Mario Macoto, do Hospital e Maternidade Santa Joana.

“A gravidade da doença é influenciada pelos fatores maternos e específicos da gravidez, mas fatores paternos e ambientais também podem estar relacionados”.

A doença ocorre em cerca de 7% das gestações, sendo mais comuns em casos de gravidez múltipla, adolescentes e mulheres com mais de 40 anos. A maior parte dos casos de pré-eclâmpsia se manifestam na segunda metade da gestação, a partir da 20ª semana, e é uma ameaça para o feto, pois pode diminuir o fluxo de sangue para a placenta, que é responsável pelo transporte de oxigênio e de nutrientes.

É importante ter muita atenção, já que o aumento da pressão leva a uma alteração do fluxo de sangue útero-placentário podendo ocorrer a restrição do crescimento fetal e alteração da vitalidade, sendo necessário, muitas vezes, antecipar o parto. Assim como, há o risco de ocorrer o descolamento prematuro da placenta, que é uma emergência obstétrica com indicação de parto imediato.

Fatores de risco da pré-eclâmpsia


São diversos os fatores de risco que podem ocasionar a pré-eclâmpsia ou DHEG (Doença Hipertensiva Específica da Gravidez) como uma primeira gravidez, hipertensão crônica, diabetes mellitus – decorrente do aumento anormal do açúcar ou glicose no sangue - obesidade, gravidez múltipla, neoplasia trofoblástica gestacional, doenças do colágeno, problemas renais e antecedente pessoal de pré-eclâmpsia em gestação anterior ou familiar (mãe ou irmãs).

Para não correr riscos, toda mulher deve ter consciência de que o momento da gravidez, além de especial, demanda muitos cuidados. Desta forma, é indispensável o acompanhamento pré-natal regular, como explica o dr. Macoto.

“Para evitar o surgimento da doença grave, o principal é fazer um bom pré-natal para garantir que a mãe e o bebê estejam bem, e em presença de ganho de peso súbito, inchaço principalmente de mãos e rosto, procurar imediatamente o seu médico. As futuras mamães devem praticar atividade física moderada, como caminhar trinta minutos três vezes por semana, além de beber bastante água diariamente, por exemplo.”

Protocolo DHEG do Santa Joana


Ainda com todos esses cuidados, os casos mais graves de pré-eclâmpsia necessitam de internação imediata, para isso, o diagnóstico precoce é essencial. Deste modo, o Hospital e Maternidade Santa Joana instituiu o protocolo DHEG para aumentar o controle da doença que é a maior causa de mortalidade materna no país.

Assim, uma equipe multidisciplinar composta por médicos e enfermeiras que realizam um atendimento baseado em rigorosos critérios clínicos garante mais segurança à gestante.

No protocolo DHEG, se forem identificados parâmetros de risco, a gestante é encaminhada para a UTI, para coleta de exames, avaliação fetal, monitorização clínica e tratamento.

Nos casos graves, a internação é necessária para controle pressórico com medicação hipotensora, avaliação diária da vitalidade fetal e exames laboratoriais para seguimento da condição clínica materna, sendo muitas vezes necessária a antecipação do parto.

“O principal objetivo do protocolo é evitar a eclampsia, diminuir a prematuridade extrema e a morbidade materno-fetal, tudo isso mediante a padronização do atendimento de uma condição obstétrica”, esclarece o dr. Macoto.

O médico ainda explica que sendo identificado uma pré-eclâmpsia leve, o tratamento pode ser feito sem internação.

"Nesses casos, a indicação é a diminuição do estresse, fracionamento da alimentação com cuidado na ingestão de sódio e carboidratos, controle no ganho de peso, atividade física moderada, uso eventual de medicação hipotensora e avaliação fetal quinzenal’’, conta o especialista.

Se não tratados, os casos graves podem evoluir para a eclâmpsia – quando ocorre a convulsão - sendo necessário o tratamento e estabilização do quadro materno e avaliação da vitalidade fetal para indicar o parto.

Leia mais sobre gravidez
Leia Mais ►

Não encontrou o que buscava? Pesquise

Pesquisa personalizada
sem acentos