Umbigo triste tem jeito? Melhores Tratamentos

Umbigo triste: Saiba quais os melhores tratamentos...

Muitas pessoas perdem peso e ficam com excesso de pele na região do abdômen, fazendo com que o umbigo fique caído, com aspecto triste, como muitas reclamam. Além do excesso de peso, a gestação e até uma cirurgia plástica, como uma lipoaspiração, também podem resultar no problema. Mas será que umbigo triste tem jeito? É o que vamos ler neste artigo:

Umbigo triste tem jeito? Conheça os melhores tratamentos
Umbigo triste tem jeito? Conheça os melhores tratamentos

A boa notícia é que a tecnologia está a favor das mulheres na luta contra o umbigo triste.

Segundo a fisioterapeuta dermato-funcional da Onodera Estética, Ingrid Peres, o umbigo triste decorre da diminuição da tonicidade da pele.

“Seu aspecto irá depender do fatores como a quantidade de peso que foi perdido, a idade da pessoa, a elasticidade da pele, a exposição à luz e até a genética”, esclarece.
“Com técnicas de massagem e uso de equipamentos de última geração, conseguimos estimular a produção de colágeno e reduzir a frouxidão da pele da região”, informa a especialista.

Umbigo triste tratamentos


Para fazer com que o “umbigo triste volte a sorrir”, é possível recorrer a Radiofrequência que gera um aquecimento profundo da pele, promovendo a contração das fibras de colágeno e a estimulação da renovação celular, o que devolve firmeza e melhora a textura da pele.

Outra opção é o TRILIPO que reúne num único equipamento radiofrequência tripolar e ativação muscular dinâmica e age profundamente na pele, acelerando o metabolismo da gordura, reduzindo a circunferência e melhorando o contorno corporal. Há ainda a CORRENTE RUSSA onde eletrodos estimulam a musculatura.

Gostou do artigo? Complemente sua informação sobre o tema lendo: "Radiofrequência para flacidez funciona mesmo?"

Fonte: ONODERA ESTÉTICA

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Parto cesária: entenda as novas regras para este tipo de parto

Nesta semana, o Conselho Federal de Medicina determinou que o agendamento de cesáreas sem indicação médica só pode ser feito após a 39ª semana de gestação (que em geral a penúltima). Saiba o que muda na prática.

Segundo o Ministério da Saúde, 55% dos nascimentos no Brasil acontecem por meio dessa cirurgia. Considerando apenas o setor de saúde privado, essa porcentagem sobe para 84%. Para se ter uma ideia, a Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que o ideal é que essa taxa seja de, no máximo, 30%.

Parto cesária: entenda as novas regras para este tipo de parto
Parto cesária: entenda as novas regras para este tipo de parto

E, infelizmente, grande parte das cesáreas realizadas por aqui acontecem antes de o bebê estar -- de fato -- pronto para deixar a barriga da mãe e enfrentar o mundo em que vivemos (rodeado de barulhos, alta luminosidade e temperatura oscilante). E isso pode levar os recém-nascidos a passarem mais tempo na UTI neonatal, além de estarem mais expostos a problemas respiratórios, por exemplo.

Com o objetivo de mudar essa realidade, o Conselho Federal de Medicina (CFM) anunciou, nesta segunda-feira (20), uma nova resolução que define critérios para as cesarianas feitas no Brasil a pedido das pacientes, ou seja, quando não há indicação médica para o procedimento.

De acordo com a norma, se não houver qualquer tipo de comprometimento da saúde da mãe ou do bebê, o parto cirúrgico optado pela gestante só poderá ser realizado após a 39a semana de gravidez – e ainda assim, a escolha deverá ser registrada em um prontuário.

"A decisão deve ser registrada em termo de consentimento livre e esclarecido, elaborado em linguagem de fácil compreensão, respeitando as características socioculturais da gestante", prevê o texto da resolução.

Orientação médica - exigência


Outra exigência do CFM é que o médico oriente a futura mamãe, ao longo de todo o pré-natal, sobre os benefícios do parto normal e os riscos e indicações da cesárea. Assim, a escolha do parto será feita de forma consciente pela grávida. "É ético que a mãe escolha a via de parto, contanto que ela saiba os riscos que está correndo", comenta a ginecologista e obstetra Ana Lucia Beltrame, especialista em reprodução humana, de São Paulo. "O que não pode acontecer é a gestante ser induzida pelo médico a fazer a cesariana", acrescenta.

Mudanças positivas relacionando o parto cesária


Para Ana Lucia, as novas regras vão ao encontro das boas práticas médicas e inclusive de diretrizes internacionais.

"O bebê é considerado a termo a partir da 37a semana de gravidez, o que não significa que ele esteja pronto para nascer", observa a ginecologista e obstetra.

Ela explica que, a fim de evitar riscos para o recém-nascido, é preciso ter certeza de que o pequeno já está maduro para vir ao mundo – o que acontece, geralmente, depois das 39 semanas.

"Uma das grandes críticas atualmente é o aumento das internações nas UTIs neonatais por problemas respiratórios", explica a médica. E isso se dá, muitas vezes, porque o bebê deixou o útero da mãe antes do tempo ideal. A reta final da gestação é fundamental para o desenvolvimento não só do sistema respiratório, mas também do cérebro da criança. E tirá-la de lá precocemente, ainda que a termo, pode trazer prejuízos.

A determinação do CFM vale para hospitais tanto da rede pública quanto da particular e entra em vigor a partir da data de sua publicação no Diário Oficial da União.

Espero que tenha gostado deste artigo. Recomendo a leitura do artigo: "Acupuntura na gravidez alivia enjoos e dores lombares".


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Quais alimentos comer ou evitar para prevenir câncer de mama

Já se sabe que o câncer de mama quando aparece após os 50 anos ele pode depender muito dos fatores 'gatilhos' como o fumo, obesidade, falta de exercícios físicos e má alimentação, já que nessa fase da vida o câncer de mama é menos hormônio-dependente do que a doença que aparece antes dos 50. Mas de qualquer forma, se a mulher ficar atenta aos vários fatores de risco citados acima pode conseguir prevenir que a doença apareça em qualquer idade. Mas é bom ter em mente que levar uma vida saudável "pode" ajudar a evitar, mas não livra as mulheres de fazer o auto-exame nos seios após cada menstruação e nem de ir a consultas anuais ao médico ginecologista e fazer mamografia com a periodicidade indicada por seu médico.

Leia também: 10 motivos para fazer mamografia.

O livro "The Breast Cancer Prevention Cookbook" de Hope Ricciotti e Vincent Connelly traz de forma sucinta a relação entre câncer de mama e alimentação. Segundo o livro, há alimentos que devem ser evitados e outros que devem ser acrescidos na alimentação.

Quais alimentos comer ou cortar para prevenir câncer de mama
Quais alimentos comer ou cortar para prevenir câncer de mama


O livro é resultado de um estudo de cinco anos, que analisou o que mais de 3.000 mulheres colocavam no prato diariamente. Confira o resultado:

Quais alimentos comer ou cortar para prevenir câncer de mama


Alimentos que devem ser evitados por serem fatores de risco para desenvolver câncer de mama:

Carne vermelha (sobretudo as gordas)


A gordura saturada presente na carne vermelha, por exemplo, está claramente associada aos riscos de se desenvolver câncer de mama no período pós-menopausa, segundo a publicação. Esta substância também diminui as chances de sobrevivência após o diagnóstico da doença.

O autor do livro recomenda que as mulheres comam menos de 70 g a 90 g por dia (1 bife pequeno ou médio), além de evitar as carnes bem-passadas e o churrasco (que também é cancerígeno - entenda o porquê no post: Carne vermelha, males que o consumo traz. Pela mesma razão, o uso de grills para preparação da carne vermelha não é recomendado. Segundo ele, este tipo de cozimento produz elementos cancerígenos.

Fritar, grelhar ou assar a carne até que ela fique "torradinha" pode formar substâncias químicas desencadeadoras da doença, mostrou pesquisa recente que analisou cerca de 1.700 pessoas que foram submetidas a uma dieta rica em carne "bem passada" e "ao ponto". Os resultados apontam que o grupo de voluntários que se alimentou com carne torrada (a popular sola de sapato) se tornou até duas vezes mais suscetível ao desenvolvimento de câncer do que o grupo que comeu a carne em outras condições.

Leia também: Aumenta incidência de câncer de mama entre mulheres jovens.

Bebidas alcoólicas


O consumo de álcool aumenta o risco de se desenvolver o câncer de mama, e também eleva a taxa de reincidência da doença — inclusive em pessoas que bebem apenas socialmente. Quanto mais álcool for ingerido, maior a chance de se desenvolver câncer de mama. Por exemplo: três ou mais drinques por dia aumentam em 50% essa probabilidade. E a provável razão está abaixo:

Segundo o livro, os médicos não conseguem especificar o porquê desta conexão, mas supõem que possa ser algo ligado ao funcionamento do fígado, que, sobrecarregado com a tarefa de processar o álcool, deixaria de extrair o estrogênio do sangue. Isso levaria a um aumento dos níveis desse hormônio no organismo, o que é prejudicial ao corpo feminino, já que o estrogênio é conhecido por estimular o crescimento das células dos seios, aumentando, assim, o risco de se desenvolver a doença.

Açúcar branco (refinado)


O açúcar também deve ser reduzido por aumentar o nível de glicose no sangue, o que eleva a concentração de insulina, um dos fatores mais conhecidos como vilão no surgimento do câncer de mama.

Leia também: Remédio DES dobra risco de câncer em filhas cujas mães o usaram na gravidez.

Gordura trans


A gordura hidrogenada (trans) está presente em alimentos industrializados como bolos, biscoitos, batatas congeladas e outras guloseimas. O livro mostra que alimentos deste tipo contêm "gorduras escondidas". Fora isso, a gordura hidrogenada presente neste tipo de comida aumenta o colesterol "ruim", e diminui o colesterol "bom".


Embutidos


Acredita-se que os conservantes adicionados às carnes processadas (nitritos e nitratos) como — bacon, presunto, mortadela e salsicha, por exemplo — sejam cancerígenos. Ainda que não haja provas concretas disso, o recomendável é que as mulheres evitem este tipo de alimento.


Alimentos que devem ser consumidos por acreditar-se previnem o câncer de mama:





Verduras com folhas verdes escuras e beterraba


Vegetais de folhas escuras como o espinafre e também a beterraba, são repletos de vitamina B, que tem o poder de "reforçar" o DNA, reduzindo, assim, os riscos de câncer. Por isso, devem estar presentes sempre que possível ao menos em uma das refeições do dia.

Soja


Por conter fitoestrogênio, substância vegetal que tem ação parecida com a do estrogênio no metabolismo, a soja ajuda a regular a produção do hormônio de uma maneira que previne o crescimento de células cancerígenas, de acordo com o livro.

Leia também: Teste genético que detecta câncer de mama.

Feijões e outros grão e leguminosas 


Eles têm muitas fibras e proteínas que ajudam o organismo a reparar os danos causados pelos tratamentos contra o câncer, além de cálcio, ferro e vitamina B. O livro sugere que as mulheres aumentem seu consumo acrescentando-os a sopas, caldos e saladas.

Frutas


As frutas são ricas em antioxidantes (sobretudo as bem vermelhas ou bem amarelas), que previnem um processo em que as moléculas de oxigênio se associam a outros elementos e causam danos genéticos às células — o que aumenta as chances de se desenvolver câncer de mama. Elas também são uma excelente fonte de fibras dietéticas, que, segundo estudos, ajudam a diminuir o risco de se ter a doença. Aposte em frutas como cereja, ameixa, suco da casca da uva roxa, amora, morango (prefira orgânico por causa dos agrotóxicos), etc.

Brócolis e seus parentes


Vegetais como o brócolis, couve-flor, couve, couve-de-bruxelas e repolho roxo e verde são ótimas fontes de nutrientes que comprovadamente previnem o surgimento de células cancerígenas e também auxiliam no controle de metástases.


Azeite extra-virgem

(este não está no livro, mas achei importante colocar aqui)

Segundo um novo estudo da Universidade de Navarra, na Espanha e publicado na revista científica JAMA Internal Medicine, a dieta mediterrânea, rica azeite de oliva extra virgem, diminui em 68% as chances de desenvolver câncer de mama. Lembre-se de que se aquecer o azeite além do ponto de fumaça, o azeite (mesmo o mais puríssimo extra-virgem com acidez menor que 0,5%) se torna maléfico em vez de benéfico. Use-o frio, em saladas! ;-)


O livro "The Breast Cancer Prevention Cookbook" foi escrito em inglês e pode ser adquiridos em vários sites, como a Amazon.

Leia também: 7 nutrientes para mulheres e + 1.
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Tipos de Celulite

Os tipos de celulite são divididos (ou classificados) em "graus" do problema. quanto maior o número de grau, maior o problema da celulite. Confira:






Tipos de Celulite


Tipos de Celulite


- Celulite grau 0 (sim, existe o grau zero): Sem ondulações ou irregularidades na pele ao ficar de pé ou deitado, mas ao pinçar a região surgem as ondulações, mas não covinhas ou depressões;


- Celulite grau 1: Sem ondulações e irregularidades na pele ao ficar de pé ou deitado, mas ao pinçar a região surgem as ondulações e também covinhas e depressões;

- Celulite grau 2: Ondulações, rugosidades, depressões e covas espontaneamente se fica de pé, mas não deitada;





- Celulite grau 3: Ondulações, rugosidades e covinhas estão presentes mesmo deitado.

- Celulite grau 4:Em casos graves e crônicos de celulite podem aparecer nódulos e endurecimento da pele.

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Cremes para pele mercúrio em altas doses

Este é - de fato - um importante alerta: Cremes para pele podem conter elevadas doses de mercúrio.

Enquanto a maioria dos países tenta livrar-se da poluição pelo mercúrio, algumas pessoas estão esfregando-o no rosto e até mesmo injetando no próprio corpo cremes com o metal pesado mercúrio (o único metal líquido).

Cremes para pele com altas doses de mercúrio
Cremes para pele com altas doses de mercúrio


Embora o mercúrio possa clarear a pele, eliminando manchas escuras e até mesmo acne, as pesquisas mostram que o líquido prateado pode causar uma série de problemas de saúde, incluindo deterioração cognitiva, danos nos rins, dores de cabeça, fadiga, tremores nas mãos, depressão e outros sintomas.

"Nos EUA, o limite de mercúrio em produtos é de 1 parte por milhão. Em alguns desses cremes, encontramos níveis tão altos quanto 210 mil partes por milhão," relatou o Dr. Gordon Vrdoljak, do Departamento de Saúde Pública da Califórnia.

"Se as pessoas usarem o produto com regularidade, suas mãos vão exalá-lo, ele vai entrar na sua alimentação, ficar nas suas mesas e nos lençóis que seus filhos dormem," denunciou ele.

Concentração de mercúrio nos cremes para pele


O grande problema com relação ao mercúrio em cosméticos é que é muito difícil identificar os produtos com mercúrio e medir sua concentração.

A boa notícia é que o Dr. Vrdoljak e sua equipe acabam de criar uma nova técnica capaz de fazer isso de forma rápida. Vrdoljak criou um instrumento que usa uma técnica chamada reflexão total de fluorescência de raios X.

A máquina pode medir o teor de mercúrio nas amostras com muito mais eficiência e precisão do que os métodos atuais.

"Testar um produto usando a técnica antiga pode levar dias," disse ele. "Com o novo instrumento, eu posso rastrear 20 ou 30 amostras em um dia com bastante facilidade. Identificando os produtos que contêm mercúrio, podemos instruir as pessoas para removê-los e limpar suas casas."

A expectativa é que a nova técnica possa ser incorporada em aparelhos de fácil uso, que possam chegar aos laboratórios de análise o quanto antes.

Complemente sua leitura com o artigo: "Teste avalia se cremes para rugas funcionam mesmo. Veja o resultado".
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Alteração no ciclo menstrual pode indicar Síndrome dos ovários policísticos

Alterações no ciclo menstrual podem ser indicativos da Síndrome dos ovários policísticos (SOP)

A síndrome dos ovários policísticos é um distúrbio endócrino caracterizado por alterações hormonais e funcionais dos ovários que, via de regra, apresentam múltiplos e pequenos cistos. De acordo com o Ministério da Saúde, estima-se que 20% a 30% das mulheres desenvolvem a SOP no país.

Alteração no ciclo menstrual pode indicar Síndrome dos ovários policísticos
Alteração no ciclo menstrual pode indicar Síndrome dos ovários policísticos

"As portadoras da síndrome costumam apresentar irregularidade menstrual, ciclos anovulatórios, infertilidade, maior produção de hormônios androgênicos, favorecendo o aparecimento de pelos e acne, aumento de gordura abdominal e maior risco de desenvolver obesidade, diabetes, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares e alguns cânceres", explica a Dra. Sônia Tamanaha, ginecologista e professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Apesar do desenvolvimento do distúrbio ocorrer durante toda a vida, o período em que a SOP mais acomete as mulheres é a idade reprodutiva. Geralmente, as primeiras manifestações começam ainda na adolescência - após 2 anos da primeira menstruação - com persistência de atrasos ou ausência dos ciclos menstruais, estendendo-se até o início do período da transição para a menopausa. Cerca de 6 a 10% da população feminina entre 18 e 45 anos apresentam a disfunção.

"Por outro lado, é importante destacar que são mulheres jovens que têm a possibilidade de adotar mudanças no seu estilo de vida, receber intervenções terapêuticas efetivas e minimizar as possíveis repercussões negativas - se diagnóstico e tratamento forem realizados precocemente", afirma a Dra. Sônia.

>> Leia também: Menstruar ou não menstruar.

A detecção dessa síndrome é feita por meio de um conjunto de critérios clínicos, laboratoriais e ultrassonográficos - que podem revelar os múltiplos cistos ovarianos.

Segundo a professora, o tratamento é direcionado às necessidades particulares de cada mulher, dependendo do desejo ou não de engravidar e na prevenção de futuras complicações em virtude da frequente associação com outras doenças.

"Nesse sentido, a orientação nutricional e estímulo à atividade física são as primeiras recomendações - especialmente para aquelas com excesso de peso. Além disso, podem ser necessárias orientações cosméticas, incluindo depilação a laser, medicações para normalizar a função menstrual, controlar o hiperandrogenismo, associação de tratamentos clínicos e da infertilidade", finaliza a Dra. Sônia.

Fonte: Dra. Sônia Tamanaha - Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

>> Leia mais sobre MENSTRUAÇÃO.
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Acupuntura na gravidez alivia enjoos e dores lombares

Acupuntura na gravidez ajuda no alívio de enjoos e dores lombares. Prática também auxilia em sintomas como enxaquecas, diabetes e hipotireoidismo e problemas emocionais; conheça os benefícios.

A acupuntura tem sido uma grande aliada das futuras mamães. Como alguns medicamentos e substâncias podem ser prejudiciais nos primeiros meses de gravidez, a prática da medicina chinesa é uma boa alternativa para colaborar no bem-estar e na saúde materna.

Acupuntura na gravidez: Ponto de acupuntura para enjoo
Acupuntura na gravidez alivia enjoos e dores lombares

“Durante a gestação, o uso da acupuntura é um dos recursos mais importantes para a mãe e para o bebê, uma vez que alguns remédios podem causar danos ao feto. Dessa forma, a prática tem trazido benefícios para ambos”, explica a médica e diretora do Centro de Pesquisa e Estudo da Medicina Chinesa (Center AO), Marcia Lika Yamamura.

Benefícios da acupuntura na gravidez


  • Recomendada para aliviar alguns desconfortos da gravidez, a acupuntura tem forte aplicação em enjoos e vômitos das gestantes, 
  • inchaço, 
  • hipertensões arteriais (DHEG), 
  • dores como cefaleias, enxaquecas, lombalgia,
  • auxilia no controle de doenças como diabetes e hipotireoidismo. 

No pós-parto a acupuntura também é eficaz na hipogalactia, ou seja, quando a mãe não produz leite suficiente.

A acupuntura ajudar nos seguintes sintomas da gravidez:

Dores de cabeça: Enxaquecas e cefaleias, comuns para algumas mulheres durante a gravidez, podem ter os sintomas minimizados durante a gravidez;

Enjoos e vômitos: Nos primeiros meses de gravidez esses sintomas podem ser corriqueiros e a acupuntura é mais uma aliada para trazer alívio às gestantes, o método usando o ponto de acupuntura para enjoo também pode ser eficaz contra a azia;

Inchaços: Em alguma fase da gravidez a gestante pode sentir as pernas inchadas. Para diminuir o incômodo, a acupuntura é uma alternativa para diminuir o desconforto, além de colaborar para uma melhor circulação sanguínea;

Lombalgias: Dores nas costas, na lombar ou mesmo má-postura pela nova condição corporal tendem a aparecer durante a gravidez. A prática também é bem-vinda para aliviar estes sintomas;

Sintomas emocionais: Tristeza, raiva, revolta, preocupação, tensão, medo, ansiedade, depressão. São muitas emoções nesta fase da vida e a acupuntura também pode auxiliar no equilíbrio da mente, proporcionando mais bem-estar a futura mãe.

Além dos sintomas acima, a acupuntura auxilia ainda a melhorar sintomas, como: constipação intestinal, sensação de falta de ar, indisposição, qualidade do sono, má posição fetal e pós-parto.

“Quanto mais à mulher estiver saudável e com as emoções equilibradas, mais tranquila pode ser sua gestação”, conclui Marcia Lika Yamamura.

Benefícios da acupuntura para o bebê (dentro da barriga da mamãe)


“Como a prática oferece mais bem-estar para a mãe, o bebê também sentirá o reflexo dos benefícios através da relação materno fetal. A mãe que sofre de alguma doença, seja por dores ou emoções, pode transmitir essas sensações ao bebê. Com o auxílio da acupuntura, o bem-estar fetal também será proporcionado”, explica Marcia Yamamura.

Como funciona a acupuntura na gravidez


Técnica milenar da medicina chinesa, a acupuntura estimula as terminações nervosas por meio de agulhas finas e equilibra as energias do corpo e da mente, restabelecendo as energias do corpo. A técnica geralmente é aplicada em pontos específicos do corpo.


Onde não aplicar as agulhas nas gestantes

Na gestação, as agulhas não devem ser aplicadas na pelve ou no abdômen abaixo da altura uterina, além de pontos que podem provocar contrações uterinas.

“Por isso, recomenda-se que a acupuntura seja feita por um médico especializado na prática, pois é preciso conhecer a anatomia humana”, afirma Marcia.

Espero que tenhas gostado do artigo sobre acupuntura na gravidez e o/a convidamos para ler outro artigo: Qual a relação entre gravidez x Alzheimer?
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Preenchimento com ácido hialurônico

Sabia que em alguns casos o preenchimento com ácido hialurônico além de suavizar pode, até, eliminar as marcas que remetem ao envelhecimento.

Preenchimento com ácido hialurônico onde aplicar?


O preenchimento de rugas pode ser feito em sulcos (depressões na superfície da pele) e olheiras com ácido hialurônico. No entanto, antes de saber como tudo funciona, é preciso compreender a origem e a função dessa substância.


Ele é indicado para corrigir os sulcos, as rugas, inclusive aquelas em torno dos lábios, bem mais visíveis quando a pessoa sorri. O nome é estranho e até difícil de pronunciar...

Ácido hialurônico no corpo humano


...Mas, acredite, o ácido hialurônico é produzido pelo corpo humano.

“É na pele onde encontramos cerca de 60% dele, que exerce o papel de lubrificante natural. O problema é que, com o passar dos anos, esse ácido perde a concentração, aparece em menor quantidade e, com isso, surgem as rugas”; 

Explica a cirurgiã plástica Wanessa Sigiane, da Clínica Angiovitta, localizada no Centro Clínico Sudoeste.

E qual seria a relação do ácido hialurônico com a estética?


Os pesquisadores descobriram que, após várias etapas químicas, ele está pronto para atacar as linhas de expressão, os verdadeiros inimigos da boa aparência. O processo de purificação resulta num gel poderoso.

Preenchimento com ácido hialurônico funciona como?


O preenchimento ocorre da seguinte maneira:

1. O profissional usa um creme anestésico para evitar desconforto e deixar o procedimento o mais indolor possível.

2. Em seguida, ele faz pequenos furos com uma agulha e, por fim, aplica o ácido em forma de gel.

Quanto tempo dura o preenchimento com ácido hialurônico?


O resultado esperado dura até um ano mais ou menos de acordo com o organismo da pessoa, que pode absorver mais rápido ou não o ácido hialurônico que está no local preenchido.

Quem 'não' pode fazer preenchimento com ácido hialurônico?


Mas, atenção! Se você tem hipersensibilidade e problemas de coagulação não deve utilizar o ácido hialurônico. Especialistas afirmam ainda não ser recomendável aplicar a substância dentro ou perto de áreas machucadas ou inflamadas.

Na gravidez:

O uso por parte das gestantes também exige cautela. Nos três primeiros meses, está terminantemente proibido. No restante da gravidez, só com a autorização do obstetra.

 A preocupação com a beleza e a adoção da tecnologia requer cuidado.

“Pode até parecer um procedimento extremamente simples, mas não é. As pessoas podem e devem buscar as novidades do mercado para impedir o envelhecimento da pele. No entanto, essa procura deve estar acompanhada do bom senso. Nada de fazer esse procedimento com qualquer pessoa. O correto é ir atrás de um profissional capacitado para isso", conclui a Dra. Wanessa Sigiane.

Espero que tenhas gostado do texto, sugiro a complementação da leitura com o artigo: Tipos de ácido hialurônico.

cor background: #FEDCF6 Leia mais sobre http://saude-mulher.com/search/label/ácido hialurônico
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Reposição hormonal: o estrogênio como medicamento faz mal mesmo?

Além de exercer a função reprodutiva - que todas nós mulheres modernas e bem informadas conhecemos -, o estrogênio está envolvido com a proteção cerebral, cardiovascular e óssea, evita surgimento de nódulos tireoidianos e a perda do colágeno da pele e articulações, previne diabetes mellitus e mantém a produção de hormônios do bem estar, como dopamina e serotonina, ou seja, é quase impossível imaginar a vida sem esse hormônio.

Apesar da sua importância para a longevidade saudável, a reposição do estrogênio, principal hormônio feminino, ainda enfrenta resistência e temor junto a um grande contingente de mulheres.



Para falar sobre os motivos desses receios, e apresentar os novos procedimentos para o restabelecimento do equilíbrio biológico feminino através da modulação hormonal, a Dra. Mariana Halla, especialista em ginecologia endócrina e envelhecimento saudável, será uma das palestrantes do ICAD Brazil 2016 – Congresso Internacional de Dermatologia Estética e Envelhecimento Saudável, que será realizado nos dias 16, 17 e 18 de junho de 2016 no Centro de Exposições Frei Caneca, em São Paulo.

Reposição hormonal: o estrogênio como medicamento faz mal mesmo?

Medo da reposição hormonal


“Esse medo vem sendo alimentado por situações já superadas, sendo a principal delas a publicação, em 2002, do estudo WHI (Women's Health Initiative), mostrando aumento do risco de câncer de mama após cinco anos de reposição hormonal”, afirma a especialista.

Acetato de Medroxiprogesterona


“O que a maioria das pessoas não sabe é que naquela época foi usado o Acetato de Medroxiprogesterona junto com o Estrogênio Equino Conjugado (derivado da urina de éguas prenhas), duas substâncias sintéticas que não são reconhecidas pelo nosso corpo. Além do risco de câncer de mama, também foi registrado aumento do risco de trombose, e algumas mulheres tiveram piora de doenças preexistentes e ganho de peso.”

A Dra. Mariana ressalta que, em 2005, a pesquisadora francesa Agnes Fournier publicou um estudo com quase 100 mil mulheres com media de idade de 52 anos, mostrando que o uso de estrogênio pela via transdérmica (através da pele) com a progesterona natural não aumenta o risco de câncer de mama.

“Assim, colocamos um ponto final na maior causa de medo entre as mulheres quando se fala de reposição hormonal. A diferença entre o hormônio usado anteriormente e o empregado no estudo é que este último mimetiza de forma perfeita a estrutura da molécula produzida pelo nosso corpo, por isso vem sendo chamado de bioidêntico”.

Embora controverso este nome apenas significa igualdade molecular e, segundo a Dra. Mariana, pode ser comprado já industrializado em farmácias de rede ou manipulado a pedido médico. As entidades internacionais de Ginecologia e Endocrinologia costumam priorizar os produtos prontos, industrializados, devido ao controle rigoroso da indústria farmacêutica internacional.

Os principais hormônios bioidênticos que costumam ser prescritos são Estrogênio, Progesterona, Testosterona e DHEA. A Testosterona ainda não existe industrializada no comércio mundial para mulheres, portanto deve ser manipulada.

“A deficiência desta última está diretamente ligada ao cansaço, redução da força muscular e falta de libido. Sabemos que até 88% das mulheres apresentam algum distúrbio da sexualidade nesta fase, mas felizmente, após 2001, no Consenso de Princeton, uma conferência internacional de especialistas, ficou estabelecido que mulheres com esse diagnóstico se beneficiariam da reposição de testosterona” diz a Dra. Mariana.. meu ip

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Prevenção de doenças genéticas nos filhos: a difícil escolha dos pais

A seleção de embriões sem alterações genéticas é especialmente indicada para famílias acometidas por doenças raras de caráter hereditário.

Prevenção de doenças genéticas nos filhos: a difícil escolha dos pais
Prevenção de doenças genéticas nos filhos: a difícil escolha dos pais

Impedir a transmissão de doenças hereditárias, selecionando os embriões sem essas alterações genéticas. Esse procedimento preventivo, é cada vez mais comum no Brasil, mas os casais ainda enfrentam vários dilemas no momento de tomar essa decisão. Isso porque o diagnóstico genético pré-implantacional vai além dos aspectos médicos e envolve também fatores sociais, familiares, legais e religiosos.



Doutor em Genética Reprodutiva e diretor da clínica Chromosome Medicina Genômica, o médico Ciro Martinhago ressalta que é preciso lembrar, em primeiro lugar, que ainda não existe tratamento para mais de 95% das doenças genéticas conhecidas.

“Por isso, nesses casos, a prevenção por meio do diagnóstico genético pré-implantacional é a única saída”, afirma.
O diagnóstico pré-implantacional é uma espécie de biópsia embrionária, na qual é examinado o DNA dos embriões, em seus primeiros estágios de formação, de forma que o profissional possa analisar toda a sua carga genética e rastrear alterações relacionadas a diversas enfermidades.

“Assim, é possível identificar o embrião saudável e transferi-lo para a mulher, prevenindo uma determinada doença da família”, explica Martinhago.

Cada vez mais utilizado no Brasil, o diagnóstico genético pré-implantacional pode ser útil para casais consanguíneos, para mulheres que sofreram abortos consecutivos e, principalmente, quando existem casos de doenças genéticas na família de um dos pais ou quando o casal planeja ter um segundo filho após o nascimento de uma criança doente.

Fonte: PFIZER
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