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Desordem do espectro alcoólico fetal atingi um bebê em cada 13 mães alcoólatras

Uma em cada 13 gestantes que bebem álcool tem filho com o distúrbio...

Créditos desta matéria: O Globo 

Uma pesquisa canadense indica que uma em cada 13 grávidas que consumem álcool durante a gestação tem filhos com alguma desordem do espectro alcoólico fetal. Tal distúrbio envolve uma série de problemas para os bebês, incluindo:

  • microcefalia, 
  • déficit intelectual e de crescimento, 
  • baixo peso ao nascer e 
  • perda de visão ou audição.

Leia também: Prevenção de doenças genéticas nos filhos: a difícil escolha dos pais

Desordem do espectro alcoólico fetal

O estudo foi realizado pelo Instituto de Pesquisa em Políticas de Saúde Mental, na cidade de Toronto, no Canadá, e publicado na edição atual da prestigiada revista científica "JAMA Pediatrics".

Uma vez que os efeitos do consumo de álcool durante a gravidez têm, em geral, implicações para toda a vida da criança, o custo disso para a saúde pública é alto.

Leia também: Autismo pode ser causado por desequilíbrio hormonal na gravidez, diz pesquisa

O estudo, liderado pela cientista sênior do instituto canadense, Svetlana Popova, consiste em uma meta-análise de 24 pesquisas científicas envolvendo 1.416 crianças e jovens diagnosticados com a desordem.



Essa revisão concluiu que uma em cada 13 mulheres que consumiram bebida alcoólica durante a gestação teve filhos com a desordem do espectro alcoólico fetal.

Continue lendo a matéria no site do O Globo.

Renata Fraia - farmacêutica e jornalista, atuando desde 2008 na atenção e assistência farmacêutica nos blogs Saúde da Mulher e Saúde com Ciência
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Suco PRÁTICO para TPM e Menopausa

Desenvolvi (Renata Fraia) essa fórmula farmacêutica caseira esse suco prático para TPM e Menopausa pensando especialmente nas mulheres que sofrem com os sintomas.

Ele é fácil de preparar -- por isso prático (bom para quem leva uma vida agitada), gostoso e super saudável. Combate sintomas como inchaço, nervosismo e calores da menopausa.




Os ingredientes do suco são em forma de pó e são encontrados facilmente em grandes lojas de produtos naturais. Anote a receita!

Suco prático para TPM e Menopausa

(por Dra. Renata Fraia)


Ingredientes

Como fazer o suco prático para TPM e Menopausa


Misture bem todos os ingredientes e beba a seguir. Tome 2 vezes ao dia.

Para melhores resultados confira também o artigo: Alimentos para TPM: o que comer nessa fase?

Redação: Renata Fraia - farmacêutica e jornalista, atuando desde 2008 na atenção e assistência farmacêutica nos sites Saúde da Mulher e Saúde com Ciência, cursando especialização em farmácia clínica voltada à prescrição e especialista em nutrição clínica



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Tipos de depressão pós-parto

A depressão logo após o nascimento do filho pode ter várias causas. Assim, tem-se tipos de depressão pós-parto. Saiba o que é depressão pós-parto e quais são elas.

A gestação e o pós-parto podem ser considerados um período temporário de crise para a mulher. Inicialmente, porque o parto faz com que a mulher assuma um papel novo – o de mãe. Além disso, a chegada de um bebê altera a composição familiar, a situação socioeconômica da família e prevê mudanças na vida da mulher e/ou do casal.

Tipos de depressão pós-parto


“Mesmo muito bem amparada por familiares e equipe multiprofissional competente, a mulher vivencia momentos de temor e de ansiedade no parto. É por isso que modificações intra e interpessoais desencadeadas pelo parto podem se refletir no pós-parto”, explica médico do Amparo Maternal, Eder Viana.

Dados da literatura apontam que a depressão pós-parto atinge cerca de 20% das mulheres. Mas essas alterações comportamentais surgem após a alta da maternidade. Por isso é importante os familiares ficarem atentos às recém-mamães.

Depressão pós-parto o que é

1. Depressão pós-parto - Síndrome da tristeza pós-parto:


Muito conhecido como “Blues Puerperal”, derivado do gênero musical norte americano, consiste em alterações do humor com tendência a depressão. Entre os principais sintomas estão a tristeza e choro sem justificativas conflitante com um bebe saudável.

“Esta ambivalência na maioria das vezes não é compreendida pela família”, conta o obstetra. Nesta fase é importante o apoio incondicional e o obstetra deve ser contatado para uma melhor avaliação do caso. O blues inicia-se nos primeiros dias do pós-parto e dura aproximadamente quinze dias na maioria dos casos.


2. Depressão pós-parto - Depressão Puerperal:


Possui sintomas mais intensos, como instabilidade emocional, irritabilidade , depressão ansiosa , anorexia, insônia, auto avaliações negativas e reprovações. “A mãe não se considera competente para cuidar de seu filho. Críticas negativas de seus familiares podem agravar os sintomas”, explica Viana.

Nestes casos, o suporte de um médico psiquiatra torna-se fundamental no seguimento e muitas vezes o uso de medicações se torna imperiosa. “São casos mais duradouros que o Blues e que podem se tornar mais crônicos, impactando no desenvolvimento emocional da criança”, avalia o médico. Nestes casos, a mãe deve ver vigiada o tempo todo que estiver com o bebe.


3. Depressão pós-parto - Psicoses:


São casos gravíssimos onde ocorre uma ruptura com a realidade. São comuns alucinações, depressão grave, agitação severa, delírios, severas alterações do pensamento. “Nestes casos o risco de agressão ao filho e real. Existem registros de morte do recém-nascido por parte da mãe”, pondera Viana.

Este evento é mais comum na primeira gestação, em gestantes que tiveram surtos antes da gravidez e em mulheres com história familiar de doença mental. O tratamento deverá ser conduzido por um psiquiatra clínico.

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Reprodução assistida: o que pode ou não, segundo a legislação

Na década de 1970, o mundo reagiu com surpresa à notícia de que havia nascido o primeiro “bebê de proveta”. Atualmente, milhares de crianças são concebidas por meio de diversas técnicas de fertilização -- por Reprodução Assistida --, sendo as mais comuns a fertilização in vitro e a inseminação artificial.

Em 2016, segundo dados da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), 67.292 embriões foram utilizados no Brasil em técnicas de reprodução assistida. No mesmo período, as clínicas de reprodução humana produziram 311.042 embriões.

Reprodução assistida: o que pode ou não legislação

Apesar dessas estatísticas, tais procedimentos ainda geram muitos questionamentos. Os mais comuns referem-se aos procedimentos permitidos por lei e, principalmente, quem pode submeter-se a eles.

Leia também: Novo medicamento para reprodução assistida: Rekovelle

A presidente da ADFAS (Associação de Direito de Família e das Sucessões), advogada Regina Beatriz Tavares da Silva, esclarece alguns desses pontos:

Reprodução assistida: quem pode realizar o procedimento?


Regina Beatriz a interpreta o Provimento do Conselho Nacional de Justiça, de 2016(Provimento n. 52/2016), no sentido de que os procedimentos de reprodução assistida podem ser realizados apenas por pessoas que estejam casadas ou vivam em união estável.

A produção independente (quando uma mulher solteira, separada, viúva ou divorciada, submete-se a procedimentos desse tipo) não é mais permitida no Brasil.

Inseminação artificial


Para que uma mulher viúva possa realizar o procedimento, é necessário que o marido ou companheiro de união estável tenha deixado documento, lavrado em cartório, manifestando sua concordância.

Em caso de divórcio ou separação, é necessária anuência do ex-cônjuge, em declaração firmada perante o tabelionato.



Gestação de substituição


Conhecido erroneamente no Brasil como “barriga de aluguel”, esse procedimento é realizado quando uma mulher cede temporariamente seu ventre para gerar uma criança para outro casal, sempre de maneira gratuita. A cobrança pelo “empréstimo” do ventre é proibida.

Essa gestação deve ser realizada entre parentes até o quarto grau de um dos cônjuges (mãe, filhas, irmãs, tias, sobrinhas ou primas). Apenas quando não existam parentes das duas partes em condições de gerar uma criança, e mediante autorização do Conselho Federal de Medicina, a gestação por substituição é realizada por uma terceira pessoa, sem qualquer vínculo de parentesco com os futuros pais.

E de quem é a maternidade de uma criança gerada via gestação de substituição? Embora seja expedida pelo hospital, no momento do parto, uma declaração de nascido vivo na qual consta o nome da “gestante de substituição”, a advogada explica que, no Direito brasileiro, não há qualquer vínculo entre a mulher que cede seu ventre temporariamente e a criança.

Dessa forma, quando a certidão de nascimento for expedida em cartório, constará no documento somente o nome do casal.

Doação de óvulos/espermatozoides


A doação de óvulos ou espermatozoides, não pode ser remunerada, devendo ser gratuita. Se o doador for casado ou viver em união estável, é necessário o consentimento expresso de seu cônjuge ou companheiro.

A doação de material genético deve ser realizada por meio de escritura ou instrumento público, lavrado em cartório. Desse modo, não há mais o sigilo do doador do sêmen ou da doadora do óvulo, o que é muito importante para preservar os direitos da personalidade do ser nascido de reprodução assistida.

Entre esses direitos da personalidade o direito ao conhecimento da sua identidade e memória familiar. Não existe mais o anonimato do doador e isto foi introduzido pelo Provimento do CNJ de 2016.

Fertilização in vitro


Seja realizada com gametas próprios ou com células obtidas via doação de terceiros, é imprescindível que haja expresso consentimento, tanto do cônjuge ou companheiro (a) daquela que será beneficiada com a realização do procedimento, quanto da esposa ou companheira do doador (a). Também conforme o Provimento do CNJ de 2016.



Vínculo de paternidade entre o doador de gametas e o filho gerado pelo procedimento


Embora, de acordo com a resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de 2016, seja obrigatória a revelação da identidade do doador, essa informação não cria vínculo de paternidade entre o doador de sêmen e a criança gerada por reprodução assistida.

Assim, segundo Regina Beatriz, que, como Presidente da ADFAS, manifestou-se quando aquele Provimento do CNJ de 2016 estava sendo debatido, não existem deveres nem direitos entre as duas partes. Ou seja, essa pessoa não terá direito, por exemplo, a pleitear uma parte da herança do homem que doou gametas para sua concepção.

E então, gostou do artigo? Complemente sua leitura com: Relação entre FIV e gestação múltipla.

Redação: Renata Fraia - farmacêutica e jornalista, atuando desde 2008 na atenção e assistência farmacêutica nos blogs Saúde da Mulher e Saúde com Ciência
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Câncer de Mama em Cães e Gatos: Dicas de prevenção!

Outubro Rosa: previna o câncer de mama em cães e gatos.

Estamos no final de outubro, o mês mundial de combate ao câncer de mama. E ontem, examinando as tetinhas dos meus cachorros pensei: "Nossa! A gente pode prevenir ou diagnosticar precocemente o câncer de mama em cães e gatos".

E já vou logo afirmando: sim, os cães e gatos machos também podem sofrer da doença, embora em menor número do que as fêmeas. Vamos lá?!

Câncer de Mama em Cães e Gatos

Câncer de mama em cachorros e gatos


Em qual idade é mais comum surgir a doença?


A doença surge, com mais frequência, em cachorros de 7 a 12 anos, mas pode aparecer em qualquer idade.



Castrar o animal previne o câncer de mama?


A castração pode reduzir o risco de desenvolver câncer para até 0,5%. “Castrar é um ato de amor! Além de diminuir o grande número de animais abandonados, diminui muito o risco de câncer de mama e de suas consequências”, afirma a veterinária Dra. Carolina Rodriguez, que falou ao Saúde da Mulher.

Cães de raça são os mais afetados?


Sim. O câncer atinge principalmente as cadelas de raça pura porque a miscigenação presente nos cães sem raça definida (srd) diminui a chance de desenvolver a doença.

Cães que já cruzaram têm menos chances de desenvolver câncer de mama?


Não. É mito que se deve cruzar o cachorro caso não seja castrado. Estudos provam que não existe correlação da procriação com a diminuição da incidência do câncer de mama.

Dicas de prevenção do câncer de mama em cães e gatos


Prevenir é sempre a melhor opção quando se tem um animal de estimação em casa. Abaixo, conheça algumas dicas para ajudar a cuidar do seu bichinho:

Castração Precoce 


Castrar o animal é sinônimo de redução nas chances de desenvolvimento do câncer de mama. Por isso, o quanto antes o tutor decidir pela castração melhor será para o animal.



Exames em casa


Esteja sempre atento. A maioria dos animais gosta de receber carinho na barriga. Este momento é bom para examinar cada mama (10 nas cadelas e de 8 a 10 nas gatas) e sentindo qualquer alteração, procure imediatamente seu veterinário de confiança.

Anticoncepcionais


Não caia em recomendações que só vão prejudicar o pet. “É extremamente perigoso submeter pets, como cães e gatos, a tratamentos com bombas de hormônio”, explica Dra. Carolina.

Primeiros indícios do câncer de mama e tratamento


Os animais, quando estão com alguma doença, ficam acima de tudo quietos. Fique de olhos nos seguintes sintomas: caroços, inchaços na mama e ao redor, desconforto abdominal, cheiro forte e desagradável nas secreções, perda de apetite, vômito e febre.

Normalmente, o tratamento para o câncer de mama é a remoção cirúrgica da mama afetada ou de toda a cadeia de mamas, como prevenção ou consequência de metástases.



Posteriormente à cirurgia, de acordo com o tipo de câncer, pode ser necessário realizar quimioterapia e/ou radioterapia.

Essas dicas foram da Dra. Carolina Rodriguez e eu (Renata Fraia) acrescentei mais uma dica...

Hábitos de vida saudáveis ajudam a prevenir o câncer em animais


Manter hábitos saudáveis contribui para a prevenção do câncer e de outras doenças. Uma boa alimentação, com a ração própria para raça e idade do seu cão, ou a que seu veterinário indicar ajuda a evitar qualquer tipo de câncer em seus pets.

Atualmente, existem rações capazes de auxiliar no tratamento de várias doenças. Elas são mais caras? Sim! Mas os gastos com medicamentos e até retornos ao veterinário serão proporcionalmente mais baratos.

Passear com frequência e ter contato com outros animais da família (sempre vermifugados e vacinados anualmente) contribuem para a boa saúde do seu melhor amigo.

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Redação: Renata Fraia - farmacêutica e jornalista, atuando desde 2008 na atenção e assistência farmacêutica nos blogs Saúde da Mulher e Saúde com Ciência
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Crioterapia Facial Estética: o que é Neve Carbônica?

A crioterapia facial estética é um tratamento para Acne (cravos e espinhas), Manchas, Oleosidade da Pele e Queda de Cabelo que se utiliza das baixas temperaturas para tratamentos estéticos e também terapêuticos na pele através da Neve Carbônica.

Como é feita a Crioterapia Facial Estética com Neve Carbônica?


A palavra é formada pelos termos crio + terapia, sendo que crio é derivado da palavra grega kryos, que significa frio e terapia é a forma terapêutica que é usada o frio - chegando a temperaturas de 196 graus Celsius negativos.

Crioterapia Facial Estética: o que é Neve Carbônica?

A crioterapia facial (ou criopeeling) pode ser feita com jatos em spray ou com sondas previamente resfriadas.Para atingir tais temperaturas tão baixas pode ser usado gelo seco ou dióxido de carbono liquido em contato com a pele.

Para que serve a Crioterapia Facial Estética com Neve Carbônica?


É uma técnica para tratar definitivamente a Acne, Manchas, Oleosidade de Pele e Queda Capilar.

A crioterapia melhora o tônus muscular, reduz inchaços contribui para atenuar manchas, marcas de acne e a acne em si.

Quem pode aplicar a técnica de crioterapia e criopeeling? 


Esteticistas, dermatologistas, enfermeiros estetas, fisioterapeutas e até fonoaudiólogos podem usar a crioterapia facial. Sendo que os dois últimos a utilizam apenas na fonoaudiologia estética facial para reduzir inchaços na pele.

Existe um curso de criopeeling / crioterapia facial / Neve Carbônica?


SIM. O "Curso de Criopeeling ou Neve Carbônica" foi criado pela cosmetóloga Marcia Arieta e objetiva atualizar profissionais que trabalham na estética e desejam melhorar os resultados dos pacientes com todos os problemas citados (Acne (cravos e espinhas), Manchas, Oleosidade da Pele e Queda de Cabelo), obtendo resultados 5 vezes mais potentes em menos sessões!

A quem se destina o curso?


A todos os profissionais que trabalham na área da estética, como: dermatologistas, esteticistas, enfermeiros estetas, biomédicos estetas e farmacêuticos estetas.

O curso de neve carbônica ou criopeeling tem certificado?


SIM. No final do curso, você receberá um certificado de conclusão com seu nome impresso nele, esse certificado poderá ser usado como banco de horas na faculdade.

Como é o "Curso de Criopeeling ou Neve Carbônica"?


O curso é dividido em dois módulos. Conheça-os:

Curso Criopeeling ou Neve Carbônica - MÓDULO 1 - TEORIA


Crioterapia Facial Estética: o que é Neve Carbônica?
No primeiro módulo do curso é aprendido os conceitos por trás dessa técnica, quais os materiais e produtos que serão utilizados na técnica.

Também serão mostradas todas as indicações e contra-indicações, além das vantagens e a desvantagem do Criopeeling, além de mostrar qual a frequência indicada de aplicação dessa técnica.

Curso Criopeeling ou Neve Carbônica - MÓDULO 2 - PRÁTICA


Crioterapia Facial Estética: o que é Neve Carbônica?

Este é o módulo mais importante do curso, pois é nele que mostra na prática a aplicação do Criopeeling passo-a-passo, de forma bem detalhada e fácil de se entender.

Primeiramente é mostrado como preparar os produtos para formar a neve carbônica e logo em seguida como fazer a aplicação em uma modelo facial e também no couro cabeludo.

>> Já entendi! Quero fazer o CURSO!

Além dos módulos são oferecidos os seguintes extras


#1 - [AULA] 5 Erros Que Você ou Seu Cliente Cometem que Impedem de Eliminar a Acne

#2 - [AULA] Como Fazer Uma Anamnese Perfeita + Fichas de Anamnese e Contrato

#3 - Protocolo Completo e Exclusivo Para Acne

#4 - Palestra Sobre Disbiose Intestinal da Professora Cássia Corrêa

#5 - [AULA] 5 Etapas Para o Tratamento de Acne

#6 - Grupo Exclusivo de Alunas no Whatsapp

#7 - Certificado de Conclusão

E se eu quiser desistir do curso?


Prevendo essa possibilidade, você tem sete dias (7 dias) para testar o curso. Se não gostar, seu dinheiro é devolvido!

Qual é o preço do curso de Criopeeling - Neve carbônica?


R$ 297,00 ou em 12 x de R$ 28,94 e aceita vários métodos de pagamento.

Como me matricular no curso criopeeling ou neve carbônica?


Acesse a página do curso criopeeling ou neve carbônica AQUI . Boas aulas e boa sorte com suas pacientes! Depois volta aqui pra contar o que achou do curso.

Curso Crioterapia Facial Estética: o que é Neve Carbônica?

#beleza   #acne  #cosmiatria

Redação: Renata Fraia - farmacêutica e jornalista, atuando desde 2008 na atenção e assistência farmacêutica nos blogs Saúde da Mulher e Saúde com Ciência
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Novo medicamento para reprodução assistida: Rekovelle

Medicamento é nova alternativa para auxiliar mulheres que tentam engravidar com ajuda da reprodução assistida.

Um novo medicamento para auxiliar mulheres que querem ter filhos foi aprovado pela Anvisa. O produto é o Rekovelle® que tem como princípio ativo a substância deltafolitropina.

O produto é uma versão recombinante do hormônio que estimula o ovário para a produção de folículos, que são necessários para a existência de uma gravidez.


O hormônio folículo estimulante humano (FSH) estimula o ovário para o desenvolvimento, crescimento e maturação folicular, assim como a produção de esteroides gonadais em mulheres que não apresentam insuficiência ovariana primária, ou seja, que não estão na menopausa precoce.

Indicação do Rekovelle (deltafolitropina)


O produto Rekovelle (deltafolitropina) foi aprovado com a seguinte indicação terapêutica: "Estimulação ovariana controlada para desenvolvimento de folículos múltiplos em mulheres submetidas a técnicas de reprodução assistida (TRA), como a fertilização in vitro (FIV) ou a injeção intracitoplasmática de espermatozoide (ICSI)".

Fonte: Anvisa

Redação: Renata Fraia - farmacêutica e jornalista, atuando desde 2008 na atenção e assistência farmacêutica nos blogs Saúde da Mulher e Saúde com Ciência
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Mulheres obesas sofrem mais na menopausa, diz estudo

Mulheres obesas sofrem mais na menopausa, aponta pesquisa da Unicamp

Do G1

Pesquisa feita com mulheres da Região Metropolitana de Campinas (RMC), que indica incidência de calores mais severos [na menopausa], foi publicada nos Estados Unidos.

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Redação: Renata Fraia - farmacêutica e jornalista, atuando desde 2008 na atenção e assistência farmacêutica nos blogs Saúde da Mulher e Saúde com Ciência
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