Alimentos para TPM

Um estilo de vida saudável e bons hábitos alimentares são grandes aliados no combate mensal contra esse mal que aflige tantas mulheres (e seus companheiros também). Neste post vamos tratar especificamente sobre os alimentos para TPM, ou seja, o que comer na TPM.

Alimentos para TPM: o que comer na TPM
Alimentos para TPM


Para produzir o texto, tivemos ajuda da nutricionista Sinara Menezes da Nature Center. Segundo ela...

“Mesmo que boa parte dos sintomas resultem de agentes fisiológicos, é possível preparar o organismo e oferecer, através da alimentação, nutrientes que atenuem a queda de determinadas substâncias, principalmente a serotonina e a endorfina”. 

Ela ensina que um cardápio balanceado, rico em certos micronutrientes pode melhorar tanto os aspectos emocionais quanto os físicos. Veja quais alimentos não podem faltar nessa dieta da TPM:

Os melhores alimentos para TPM 


Fibras contra TPM


Aveia, arroz integral e milho favorecem o trânsito intestinal por possuírem nutrientes de estrutura mais complexa, combatendo possíveis constipações e inchaços. Eles ainda fornecem energia lentamente, mantendo a saciedade por mais tempo.


Alimentos com baixo índice glicêmico


Eles estabilizam a glicose e fornecem energia de forma mais lenta. Combatem a queda brusca do açúcar (glicose) no sangue e evitam a fome repentina que nos leva comer demais. E isso é ainda mais sentido nas mulheres muito ansiosas. A dupla TPM + Ansiedade é a principal causadora dos ataques (noturnos ou não) à geladeira.

São carboidratos com baixo índice glicêmico os grãos: lentilha, ervilha e soja. A batata-doce também já ficou famosa por seu índice glicêmico baixo. A glicose desses alimentos é diminuída de maneira bastante lenta e contínua, fazendo com que demoremos mais tempo para sentir fome.

Hortaliças (leguminosas e verduras) 


Além de ricas em fibras, elas são ricas em vitaminas e sais minerais importantes para o organismo. Vegetais como a cenoura, a abóbora o brócolis e o espinafre a são ricos em cálcio, magnésio, vitamina A e vitamina B6. Esses nutrientes ficam em baixa durante a menstruação e podem estar associados à diversos males dessa fase, incluindo o inchaço.

Triptofano 


Por ser agente precursor da serotonina, o triptofano auxilia na produção do hormônio do bem estar, combatendo crises de depressão e ansiedade.

“Alimentos como o salmão, atum, e queijo – além de ricos em triptofano são boas fontes de proteína animal. Porém, também existem opções de origem vegetal como a banana, o abacate e oleaginosas.” – indica Sinara.


Alimentos ricos em antioxidantes


As propriedades anti-inflamatórias e antienvelhecimento dos antioxidantes ajudam a diminuir sintomas como inchaço, alterações de humor e as espinhas (a variação hormonal na TPM pode causar espinhas).


Peixes e linhaça


Peixes como salmão, sardinha e atum, além da linhaça são ótimas fontes de ácidos graxos eficazes no combate a diversos males do organismo. O óleo de prímula é um suplemento que também traz os mesmos benefícios.

Água


Beba bastante água (cerca de 2 litros/dia) tanto para evitar o inchaço, quanto para auxiliar na digestão das fibras que você ingeriu para sua alimentação para TPM. Hidratar-se regularmente ao longo do dia, e evite beber muito líquido durante as refeições.

Nos dias que antecedem a menstruação, redobre o cuidado com a ingestão de líquidos. São boas opções a própria água em temperatura refrescante (a água gelada pode precipitar cólicas), água de coco, suco de melancia ou melão e chás relaxantes. [veja uma receita de suco para TPM]


Chocolate


A vontade de comer doce na TPM é comum na maioria das mulheres. E o doce mais lembrado é mesmo o chocolate que é capaz de estimular a produção da serotonina e de trazer muitos antioxidantes benéficos. Prefira os chocolates meio-amargos ou amargos. Quanto mais concentração de cacau tiver (com 50% ou mais), mais benéfico será o chocolate.

Espero que tenham gostado do post. Sugiro que complemente sua leitura com o artigo: "Como combater os sintomas da TPM".

Fonte: Nature Center e Saúde com Ciência
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Olheiras: tratamentos, causas, tipos e prevenção


Conheça as causas, os tipos, modo de prevenção e os novos tratamentos para olheiras.

As olheiras são grandes inimigas de nós mulheres há muito tempo e vários fatores do dia a dia estão implicados na sua piora. Vamos conhecer as causas, os tipos e os novos tratamentos.

Olheiras: tratamentos, causas, tipos e prevenção
Olheiras: tratamentos, causas, tipos e prevenção / foto: kropekk_pl

Olheiras Causas


  • cansaço,
  • má alimentação (principalmente rica em muito sal - o que acaba por aumentar as bolsas sob os olhos), 
  • dormir pouco,
  • trabalhar demais, 
  • chorar,
  • ingestão excessiva de álcool
  • alergia na pele 
  • rinite alérgica
  • genética* (esta é a causa principal das olheiras e determinante sobre todas as outras). 

Segundo a dermatologista Dra. Daniela Ribeiro, "muitas vezes não conseguimos evitar o problema (*por ser genético) mesmo que tenhamos uma vida extremamente saudável".

Leia também: Itens de beleza pra lá de diferentes, inusitados mesmo!

Olheiras tratamentos


Hoje as técnicas mais modernas de tratamentos para olheiras, nos permitem corrigir e tratar as olheiras mais facilmente. São eles:
  • Peelings químicos,
  • Laser Elekra (laser Q-Swichted Fracionado),
  • Luz pulsada,
  • Preenchimentos a base de ácido hialurônico, com o skinbooster ou com o Ulthera
  • Laser Fracionado de Co2 ipixel com impact fazendo infusão de medicamentos (como a vitamina C e o ácido tranexâmico).


Antes de decidir qual o melhor tratamento é importante que um profissional médico dermatologista avalie qual o tipo da sua olheira para então poder fazer um plano de tratamento adequado para o seu caso.

A Dra Daniela explica que existem basicamente quatro tipos de olheiras:

Tipos de olheiras


1. Pigmentar - ocorre por depósito de pigmento na pele. As olheiras nesse caso são de cor marrom. Muito comum em pessoas de pele morena, em pessoas com tendência genética e alérgicos. O tratamento destas olheiras podem ser feitos com peelings químicos ou Laser Elekra (laser Q-Swichted Fracionado).

2. Vascular - ocorre quando existe um aumento de vasos sanguíneos na região ou por depósito de hemossiderina (um composto do sangue). Elas geralmente são avermelhas, azuladas ou arroxeadas. Podemos tratá-las com LUZ PULSADA.

Leia também: Sucos que evitam rugas.

3. Estrutural - ocorre por falta de tecido na região quando a pele fica muito fina e vemos o músculo por transparência ou até por formar uma sombra na goteira lacrimal deixando uma aparência de olho profundo. Muitas vezes o envelhecimento da região palpebral acaba acentuando esse tipo de olheiras. Geralmente são tratadas com preenchimentos a base de ácido hialurônico, com o skinbooster ou com o Ulthera (para melhorar a flacidez na região). Ou até combinando as técnicas.

4. Mista - é o tipo mais comum de olheiras. Geralmente existe uma combinação dos fatores acima levando às olheiras. Nesse caso uma mistura de tratamentos deverá ser utilizada. Além destes citados acima pode-se usar o Laser Fracionado de Co2 ipixel com impact fazendo infusão de medicamentos (como a vitamina C e o ácido tranexâmico).


Olheiras Prevenção


Na prevenção de olheiras, podem ser usados produtos tópicos como cremes e séruns e devem sempre ser utilizados para evitar as olheiras.

Leia também: Como esconder as olheiras com maquiagem.

A Dra Daniela ainda lembra que todos os tratamentos amenizam as olheiras mas não as fazem desaparecer portanto você sempre precisará tratar. Os tratamentos com produtos tópicos como cremes e séruns ajudam a prevenir a formação das mesmas e devem sempre ser utilizados mas não corrigem olheiras já formadas.

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Obesidade na gravidez. Riscos de engordar na gravidez

Será que a obesidade na gravidez pode prejudicar a gestação? As mamães devem ficar atentas à dieta?


Obesidade na gravidez. Riscos de engordar na gravidez
Obesidade na gravidez. Riscos de engordar na gravidez


Ao engravidar, inicia-se no organismo da mulher várias transformações, para que se torne um ambiente seguro para o desenvolvimento do bebê.

Para isso, as futuras mamães devem ter cuidado redobrado, principalmente com sua alimentação, afinal, a obesidade na gravidez é um problema comum e que pode ser perigoso.

O Dr. Renato de Oliveira - ginecologista da Criogênesis - nos presenteou com algumas dicas para as mulheres terem uma gravidez mais saudável sem engordar demais. As dicas são complementadas com informações da farmacêutica Renata Fraia.

Fome psicológica


Sabemos que a fome não é apenas uma necessidade fisiológica, afirma o médico, ela pode estar associada, principalmente neste período tão ansioso na vida de qualquer mulher, a alterações psicológicas e emocionais, como ansiedade e fragilidade, que podem levar à compulsão alimentar.

Então, a nossa dica aqui do Saúde da Mulher é que a gestante encontre prazer em outras atividades, além de saborear coisas apetitosas e engordativas. Meditar e fazer exercícios de respiração também ajudam a controlar a ansiedade e, assim, o apetite.


Quantas calorias a gestante deve ingerir para evitar a obesidade na gravidez?


O médico explica que, a partir do terceiro mês de gestação, a mulher deve ingerir apenas 300 calorias a mais do que o normal, totalizando assim, 2.800 calorias por dia*.

“Ganhar peso excessivo no período gestacional ou, até mesmo, iniciar a gestação com sobrepeso, são fatores de risco que podem gerar complicações como diabetes e doenças hipertensivas específicas da gestação, como a pré-eclâmpsia hipertensão e pré-eclâmpsia”, alerta o especialista.

* Nota: este valor pode variar de mulher para mulher.



Mulher grávida deve comer por dois?


O ditado popular “mulher grávida deve comer por dois” é válido? O Dr. Renato diz que é importante ter em mente que isso é um mito, sendo que o fato de estar carregando uma vida dentro de si não quer dizer que a grávida possa abusar da sua alimentação diária.

Aliás, o peso é algo com que a gestante e o seu médico precisam sempre estar atentos. A recomendação é que as gestantes ganhem, ao longo de toda gestação, e dependendo da massa corporal inicial e da altura, uma média de 12 kg. Pode-se considerar como ideal, um ganho médio de 300 a 400 gramas por semana.

Além dos problemas com a saúde da mamãe, a obesidade na gravidez pode gerar bebês mais pesados, com macrossomia fetal, ou seja, a condição em que o recém-nascido apresenta mais de 4 quilos, e com possibilidades de desenvolver hipoglicemia ao nascer.

E os desejos das grávidas por algumas comidas específicas ou "estranhas"?


A farmacêutica Renata Fraia diz que sempre gosta de lembrar que o intenso desejo na gravidez por alimentos específicos é um sinal do organismo da mamãe dizendo que o corpo precisa de mais de um ou outro nutriente.

Por isso, fique atenta, o desejo por limão, por exemplo, pode ser sinal de que seu estômago está com baixa acidez (o que pode prejudicar a digestão, ou ainda que signifique que seu organismo precise de vitamina C.

Além disso, sempre que sentir um desejo (do tipo insuportável) por algum alimento, procure saber quais nutrientes (vitaminas, minerais, aminoácidos, etc.) que está presente neste ingrediente, para que, mesmo que no momento você não possa agradar seu paladar, talvez possa se alimentar com algo com valor nutricional semelhante.

E não se esqueça: alguns tipos de desejos alimentares também podem ser por pura ansiedade, sobretudo se der uma inexplicável e repentina vontade de comer chocolates e doces gordurosos, que não fazem nada bem. Mais uma diquinha: se quiser comer chocolate que seja um bombom ou um "quadradinho" de chocolate meio amargo.


Agora as dicas citadas para evitar a obesidade na gravidez


Hidrate-se


Beba água constantemente. Cerca de 1,5 a 2 litros por dia;

Consuma vegetais


Consuma frutas, legumes e verduras, sempre bem lavados e de boa procedência, mas lembre-se de que as frutas costumam ser ricas em açúcar (frutose). A saúde da mamãe e do bebê agradecem e você ainda previne a obesidade na gestação;


Evite alimentos gordurosos


Consuma alimentos com baixo teor de gordura e evite ingerir líquidos durante as refeições, para facilitar a digestão e evitar azia tão comum na gravidez;



Coma mais vezes durante o dia


Faça várias refeições ao longo do dia, aproximadamente seis a oito vezes ao longo do dia, com pequenas quantidades, e sempre mastigando devagar;


Consuma carne


A carne é muito importante nesse período, por ser rica em ferro e em proteínas importantes para a saúde da mamãe e para o corpo do bebê. O ferro das verduras verdes escuras e do feijão, por sua vez, pode ser melhor absorvido se consumido com frutas ricas em vitamina C, como laranja, limão, acerola, caju, goiaba, tangerina e abacaxi. Mas para não engordar, não coma carne em demasia e prefira as carnes magras e sempre cozidas hein mamãe!


Esperamos que tenham gostado das dicas, mamães. Continue se informando lendo o artigo: Tratamentos Estéticos na gravidez. O que pode e o que não pode fazer?, mas se ainda estiver pensando em engravidar leia este post: Abacate aumenta a fertilidade.

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Câncer no colo do útero: pesquisa reveladora!

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha, encomendada pela Roche, entrevistou 5.508 pessoas, entre homens e mulheres, de diferentes faixas etárias, níveis de escolaridade, classes sociais e em todas as regiões do Brasil, com o objetivo de conhecer a percepção da população sobre o câncer no colo do útero, considerando seus estágios inicial e avançado.

Câncer no colo do útero: pesquisa reveladora!


A pesquisa constatou que 73% dos brasileiros não conhecem pessoas que tenham ou que já tiveram câncer de colo do útero. Porém, dados alarmantes do Instituto Nacional do Câncer (INCA) estimam que mais de 5 mil mulheres morrem por ano em decorrência da doença, o que totaliza uma morte a cada 90 minutos, e deve ter mais de 16 mil novos casos este ano.

Câncer no colo do útero - Dados sobre a doença


Considerado o terceiro tipo de câncer que mais atinge as mulheres no Brasil, o câncer de colo do útero é causado pela infecção persistente e não tratada adequadamente de alguns tipos de vírus, entre eles o HPV, mal que atinge 685,4 mil pessoas no Brasil.

Segundo Dra. Angélica Nogueira, médica oncologista e presidente do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos –  EVA, o conhecimento insuficiente da doença e das ferramentas para sua prevenção e tratamento justificam as altas taxas de incidência, morbidade e mortalidade no país.

Para a especialista, a falta de informação é o principal gargalo para o controle do câncer de colo de útero.

"O câncer de colo de útero atinge principalmente mulheres  jovens, com poucos anos de estudos (aproximadamente 10% das pacientes com câncer de colo de útero no Brasil não foram alfabetizadas) e com  limitado poder aquisitivo. Mas muitas vezes barreiras culturais se somam a falta de informação , como a vergonha de realizar exame ginecológico ou proibição por parte de companheiros. Por isto a informação sobre as ferramentas de controle, como vacina, exame preventivo de papanicolaou e avanços no tratamento precisam ser globalmente difundidos na população."

Diagnóstico de câncer de colo de útero é tardio


Um dado PREOCUPANTE.No Brasil, 77% das pacientes com câncer de colo do útero são diagnosticadas com a enfermidade já em fases mais avançadas, quando começam a surgir os primeiros sintomas, como sangramentos e dores pélvicas.

Como evitar este tipo de câncer que atinge as mulheres

Evitar o câncer de colo de útero é possível com a vacina (em meninas de 9 a 13 anos, ou seja, que ainda não atingiram a idade de iniciar a relação sexual) e com o exame de Papanicoalau, que detecta este tipo de câncer em seus estágios iniciais.

Sintomas de câncer no útero


Veja na imagem do infográfico abaixo, quais são os sinais e sintomas do câncer no colo do útero:

Câncer no colo do útero: pesquisa reveladora!
Câncer no colo do útero: pesquisa reveladora!

Cura do câncer de colo no útero


A chance de cura ou controle da doença são diretamente proporcionais a precocidade do diagnóstico. A morbidade relacionada a doença e ao tratamento também aumenta com o avançar dos estágios.

Medicamento bevacizumabe


Diante desse cenário, a Anvisa aprovou recentemente a utilização de um medicamento biológico já utilizado em outros países, o bevacizumabe, como a primeira terapia-alvo oferecida para o tratamento do câncer de colo do útero e o único avanço nos últimos 10 anos para tratar a doença em seu estágio mais grave.

Trata-se do primeiro medicamento biológico que trouxe o benefício de sobrevida global sem redução da qualidade de vida das pacientes com esta doença. Até então, o tratamento neste contexto era quimioterapia isolada. A escolha da terapia ideal para cada paciente dependerá do estágio da doença e condições clínicas da paciente, comumente sendo necessárias combinações de cirurgia, quimioterapia e radioterapia.

“É a primeira vez que uma terapia-alvo específica mostrou benefício em sobrevida global em câncer de colo de útero, abrindo novas perspectivas para pacientes, em sua maioria jovens, economicamente ativas e com possibilidades terapêuticas restritas”, finaliza Dra. Angélica.

CONHEÇA MAIS NÚMEROS DA PESQUISA:

  • O câncer de colo do útero o terceiro câncer mais lembrado pela população brasileira, principalmente pelas mulheres;
  • 58% dos brasileiros não sabem ou não conhecem nenhum tratamento para câncer de colo de útero avançado;
  • Entre as mulheres, 51% não citaram colo do útero, ao serem indagadas sobre o tipo de câncer que conhecem, dessas, apenas 29% conhecem os sintomas do CCU;
  •  Em relação à saúde das brasileiras, 27% nunca realizaram ou não costumam realizar o exame Papanicolau, 78% o teste de HPV e colposcopia. Esse dado é mais evidente entre as mulheres mais jovens, de escolaridade fundamental e de classe D/E;
  • Após estímulo com conceito, 33% das mulheres declaram que não conheciam ou não tinham ouvido falar sobre câncer de colo do útero avançado;
  • Há maior fragilidade entre as mulheres que utilizam o serviço público de saúde, as menos privilegiadas economicamente e menos escolarizadas;
  • 81% dos entrevistados acreditam que sem ter plano de saúde é mais demorado o diagnóstico da doença.
  • 84% dos brasileiros acreditam que quando o câncer de colo do útero se espalha por outras partes do corpo, a pessoa tem pouco tempo vida.
Espero que este artigo sobre o câncer no colo do útero. Complemente sua leitura com o artigo: "Vinagre detecta câncer de colo de útero".

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Umbigo triste tem jeito? Melhores Tratamentos

Umbigo triste: Saiba quais os melhores tratamentos...

Muitas pessoas perdem peso e ficam com excesso de pele na região do abdômen, fazendo com que o umbigo fique caído, com aspecto triste, como muitas reclamam. Além do excesso de peso, a gestação e até uma cirurgia plástica, como uma lipoaspiração, também podem resultar no problema. Mas será que umbigo triste tem jeito? É o que vamos ler neste artigo:

Umbigo triste tem jeito? Conheça os melhores tratamentos
Umbigo triste tem jeito? Conheça os melhores tratamentos

A boa notícia é que a tecnologia está a favor das mulheres na luta contra o umbigo triste.

Segundo a fisioterapeuta dermato-funcional da Onodera Estética, Ingrid Peres, o umbigo triste decorre da diminuição da tonicidade da pele.

“Seu aspecto irá depender do fatores como a quantidade de peso que foi perdido, a idade da pessoa, a elasticidade da pele, a exposição à luz e até a genética”, esclarece.
“Com técnicas de massagem e uso de equipamentos de última geração, conseguimos estimular a produção de colágeno e reduzir a frouxidão da pele da região”, informa a especialista.

Umbigo triste tratamentos


Para fazer com que o “umbigo triste volte a sorrir”, é possível recorrer a Radiofrequência que gera um aquecimento profundo da pele, promovendo a contração das fibras de colágeno e a estimulação da renovação celular, o que devolve firmeza e melhora a textura da pele.

Outra opção é o TRILIPO que reúne num único equipamento radiofrequência tripolar e ativação muscular dinâmica e age profundamente na pele, acelerando o metabolismo da gordura, reduzindo a circunferência e melhorando o contorno corporal. Há ainda a CORRENTE RUSSA onde eletrodos estimulam a musculatura.

Gostou do artigo? Complemente sua informação sobre o tema lendo: "Radiofrequência para flacidez funciona mesmo?"

Fonte: ONODERA ESTÉTICA

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Parto cesária: entenda as novas regras para este tipo de parto

Nesta semana, o Conselho Federal de Medicina determinou que o agendamento de cesáreas sem indicação médica só pode ser feito após a 39ª semana de gestação (que em geral a penúltima). Saiba o que muda na prática.

Segundo o Ministério da Saúde, 55% dos nascimentos no Brasil acontecem por meio dessa cirurgia. Considerando apenas o setor de saúde privado, essa porcentagem sobe para 84%. Para se ter uma ideia, a Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que o ideal é que essa taxa seja de, no máximo, 30%.

Parto cesária: entenda as novas regras para este tipo de parto
Parto cesária: entenda as novas regras para este tipo de parto

E, infelizmente, grande parte das cesáreas realizadas por aqui acontecem antes de o bebê estar -- de fato -- pronto para deixar a barriga da mãe e enfrentar o mundo em que vivemos (rodeado de barulhos, alta luminosidade e temperatura oscilante). E isso pode levar os recém-nascidos a passarem mais tempo na UTI neonatal, além de estarem mais expostos a problemas respiratórios, por exemplo.

Com o objetivo de mudar essa realidade, o Conselho Federal de Medicina (CFM) anunciou, nesta segunda-feira (20), uma nova resolução que define critérios para as cesarianas feitas no Brasil a pedido das pacientes, ou seja, quando não há indicação médica para o procedimento.

De acordo com a norma, se não houver qualquer tipo de comprometimento da saúde da mãe ou do bebê, o parto cirúrgico optado pela gestante só poderá ser realizado após a 39a semana de gravidez – e ainda assim, a escolha deverá ser registrada em um prontuário.

"A decisão deve ser registrada em termo de consentimento livre e esclarecido, elaborado em linguagem de fácil compreensão, respeitando as características socioculturais da gestante", prevê o texto da resolução.

Orientação médica - exigência


Outra exigência do CFM é que o médico oriente a futura mamãe, ao longo de todo o pré-natal, sobre os benefícios do parto normal e os riscos e indicações da cesárea. Assim, a escolha do parto será feita de forma consciente pela grávida. "É ético que a mãe escolha a via de parto, contanto que ela saiba os riscos que está correndo", comenta a ginecologista e obstetra Ana Lucia Beltrame, especialista em reprodução humana, de São Paulo. "O que não pode acontecer é a gestante ser induzida pelo médico a fazer a cesariana", acrescenta.

Mudanças positivas relacionando o parto cesária


Para Ana Lucia, as novas regras vão ao encontro das boas práticas médicas e inclusive de diretrizes internacionais.

"O bebê é considerado a termo a partir da 37a semana de gravidez, o que não significa que ele esteja pronto para nascer", observa a ginecologista e obstetra.

Ela explica que, a fim de evitar riscos para o recém-nascido, é preciso ter certeza de que o pequeno já está maduro para vir ao mundo – o que acontece, geralmente, depois das 39 semanas.

"Uma das grandes críticas atualmente é o aumento das internações nas UTIs neonatais por problemas respiratórios", explica a médica. E isso se dá, muitas vezes, porque o bebê deixou o útero da mãe antes do tempo ideal. A reta final da gestação é fundamental para o desenvolvimento não só do sistema respiratório, mas também do cérebro da criança. E tirá-la de lá precocemente, ainda que a termo, pode trazer prejuízos.

A determinação do CFM vale para hospitais tanto da rede pública quanto da particular e entra em vigor a partir da data de sua publicação no Diário Oficial da União.

Espero que tenha gostado deste artigo. Recomendo a leitura do artigo: "Acupuntura na gravidez alivia enjoos e dores lombares".


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Quais alimentos comer ou evitar para prevenir câncer de mama

Já se sabe que o câncer de mama quando aparece após os 50 anos ele pode depender muito dos fatores 'gatilhos' como o fumo, obesidade, falta de exercícios físicos e má alimentação, já que nessa fase da vida o câncer de mama é menos hormônio-dependente do que a doença que aparece antes dos 50. Mas de qualquer forma, se a mulher ficar atenta aos vários fatores de risco citados acima pode conseguir prevenir que a doença apareça em qualquer idade. Mas é bom ter em mente que levar uma vida saudável "pode" ajudar a evitar, mas não livra as mulheres de fazer o auto-exame nos seios após cada menstruação e nem de ir a consultas anuais ao médico ginecologista e fazer mamografia com a periodicidade indicada por seu médico.

Leia também: 10 motivos para fazer mamografia.

O livro "The Breast Cancer Prevention Cookbook" de Hope Ricciotti e Vincent Connelly traz de forma sucinta a relação entre câncer de mama e alimentação. Segundo o livro, há alimentos que devem ser evitados e outros que devem ser acrescidos na alimentação.

Quais alimentos comer ou cortar para prevenir câncer de mama
Quais alimentos comer ou cortar para prevenir câncer de mama


O livro é resultado de um estudo de cinco anos, que analisou o que mais de 3.000 mulheres colocavam no prato diariamente. Confira o resultado:

Quais alimentos comer ou cortar para prevenir câncer de mama


Alimentos que devem ser evitados por serem fatores de risco para desenvolver câncer de mama:

Carne vermelha (sobretudo as gordas)


A gordura saturada presente na carne vermelha, por exemplo, está claramente associada aos riscos de se desenvolver câncer de mama no período pós-menopausa, segundo a publicação. Esta substância também diminui as chances de sobrevivência após o diagnóstico da doença.

O autor do livro recomenda que as mulheres comam menos de 70 g a 90 g por dia (1 bife pequeno ou médio), além de evitar as carnes bem-passadas e o churrasco (que também é cancerígeno - entenda o porquê no post: Carne vermelha, males que o consumo traz. Pela mesma razão, o uso de grills para preparação da carne vermelha não é recomendado. Segundo ele, este tipo de cozimento produz elementos cancerígenos.

Fritar, grelhar ou assar a carne até que ela fique "torradinha" pode formar substâncias químicas desencadeadoras da doença, mostrou pesquisa recente que analisou cerca de 1.700 pessoas que foram submetidas a uma dieta rica em carne "bem passada" e "ao ponto". Os resultados apontam que o grupo de voluntários que se alimentou com carne torrada (a popular sola de sapato) se tornou até duas vezes mais suscetível ao desenvolvimento de câncer do que o grupo que comeu a carne em outras condições.

Leia também: Aumenta incidência de câncer de mama entre mulheres jovens.

Bebidas alcoólicas


O consumo de álcool aumenta o risco de se desenvolver o câncer de mama, e também eleva a taxa de reincidência da doença — inclusive em pessoas que bebem apenas socialmente. Quanto mais álcool for ingerido, maior a chance de se desenvolver câncer de mama. Por exemplo: três ou mais drinques por dia aumentam em 50% essa probabilidade. E a provável razão está abaixo:

Segundo o livro, os médicos não conseguem especificar o porquê desta conexão, mas supõem que possa ser algo ligado ao funcionamento do fígado, que, sobrecarregado com a tarefa de processar o álcool, deixaria de extrair o estrogênio do sangue. Isso levaria a um aumento dos níveis desse hormônio no organismo, o que é prejudicial ao corpo feminino, já que o estrogênio é conhecido por estimular o crescimento das células dos seios, aumentando, assim, o risco de se desenvolver a doença.

Açúcar branco (refinado)


O açúcar também deve ser reduzido por aumentar o nível de glicose no sangue, o que eleva a concentração de insulina, um dos fatores mais conhecidos como vilão no surgimento do câncer de mama.

Leia também: Remédio DES dobra risco de câncer em filhas cujas mães o usaram na gravidez.

Gordura trans


A gordura hidrogenada (trans) está presente em alimentos industrializados como bolos, biscoitos, batatas congeladas e outras guloseimas. O livro mostra que alimentos deste tipo contêm "gorduras escondidas". Fora isso, a gordura hidrogenada presente neste tipo de comida aumenta o colesterol "ruim", e diminui o colesterol "bom".


Embutidos


Acredita-se que os conservantes adicionados às carnes processadas (nitritos e nitratos) como — bacon, presunto, mortadela e salsicha, por exemplo — sejam cancerígenos. Ainda que não haja provas concretas disso, o recomendável é que as mulheres evitem este tipo de alimento.


Alimentos que devem ser consumidos por acreditar-se previnem o câncer de mama:





Verduras com folhas verdes escuras e beterraba


Vegetais de folhas escuras como o espinafre e também a beterraba, são repletos de vitamina B, que tem o poder de "reforçar" o DNA, reduzindo, assim, os riscos de câncer. Por isso, devem estar presentes sempre que possível ao menos em uma das refeições do dia.

Soja


Por conter fitoestrogênio, substância vegetal que tem ação parecida com a do estrogênio no metabolismo, a soja ajuda a regular a produção do hormônio de uma maneira que previne o crescimento de células cancerígenas, de acordo com o livro.

Leia também: Teste genético que detecta câncer de mama.

Feijões e outros grão e leguminosas 


Eles têm muitas fibras e proteínas que ajudam o organismo a reparar os danos causados pelos tratamentos contra o câncer, além de cálcio, ferro e vitamina B. O livro sugere que as mulheres aumentem seu consumo acrescentando-os a sopas, caldos e saladas.

Frutas


As frutas são ricas em antioxidantes (sobretudo as bem vermelhas ou bem amarelas), que previnem um processo em que as moléculas de oxigênio se associam a outros elementos e causam danos genéticos às células — o que aumenta as chances de se desenvolver câncer de mama. Elas também são uma excelente fonte de fibras dietéticas, que, segundo estudos, ajudam a diminuir o risco de se ter a doença. Aposte em frutas como cereja, ameixa, suco da casca da uva roxa, amora, morango (prefira orgânico por causa dos agrotóxicos), etc.

Brócolis e seus parentes


Vegetais como o brócolis, couve-flor, couve, couve-de-bruxelas e repolho roxo e verde são ótimas fontes de nutrientes que comprovadamente previnem o surgimento de células cancerígenas e também auxiliam no controle de metástases.


Azeite extra-virgem

(este não está no livro, mas achei importante colocar aqui)

Segundo um novo estudo da Universidade de Navarra, na Espanha e publicado na revista científica JAMA Internal Medicine, a dieta mediterrânea, rica azeite de oliva extra virgem, diminui em 68% as chances de desenvolver câncer de mama. Lembre-se de que se aquecer o azeite além do ponto de fumaça, o azeite (mesmo o mais puríssimo extra-virgem com acidez menor que 0,5%) se torna maléfico em vez de benéfico. Use-o frio, em saladas! ;-)


O livro "The Breast Cancer Prevention Cookbook" foi escrito em inglês e pode ser adquiridos em vários sites, como a Amazon.

Leia também: 7 nutrientes para mulheres e + 1.
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Tipos de Celulite

Os tipos de celulite são divididos (ou classificados) em "graus" do problema. quanto maior o número de grau, maior o problema da celulite. Confira:






Tipos de Celulite


Tipos de Celulite


- Celulite grau 0 (sim, existe o grau zero): Sem ondulações ou irregularidades na pele ao ficar de pé ou deitado, mas ao pinçar a região surgem as ondulações, mas não covinhas ou depressões;


- Celulite grau 1: Sem ondulações e irregularidades na pele ao ficar de pé ou deitado, mas ao pinçar a região surgem as ondulações e também covinhas e depressões;

- Celulite grau 2: Ondulações, rugosidades, depressões e covas espontaneamente se fica de pé, mas não deitada;





- Celulite grau 3: Ondulações, rugosidades e covinhas estão presentes mesmo deitado.

- Celulite grau 4:Em casos graves e crônicos de celulite podem aparecer nódulos e endurecimento da pele.

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Cremes para pele mercúrio em altas doses

Este é - de fato - um importante alerta: Cremes para pele podem conter elevadas doses de mercúrio.

Enquanto a maioria dos países tenta livrar-se da poluição pelo mercúrio, algumas pessoas estão esfregando-o no rosto e até mesmo injetando no próprio corpo cremes com o metal pesado mercúrio (o único metal líquido).

Cremes para pele com altas doses de mercúrio
Cremes para pele com altas doses de mercúrio


Embora o mercúrio possa clarear a pele, eliminando manchas escuras e até mesmo acne, as pesquisas mostram que o líquido prateado pode causar uma série de problemas de saúde, incluindo deterioração cognitiva, danos nos rins, dores de cabeça, fadiga, tremores nas mãos, depressão e outros sintomas.

"Nos EUA, o limite de mercúrio em produtos é de 1 parte por milhão. Em alguns desses cremes, encontramos níveis tão altos quanto 210 mil partes por milhão," relatou o Dr. Gordon Vrdoljak, do Departamento de Saúde Pública da Califórnia.

"Se as pessoas usarem o produto com regularidade, suas mãos vão exalá-lo, ele vai entrar na sua alimentação, ficar nas suas mesas e nos lençóis que seus filhos dormem," denunciou ele.

Concentração de mercúrio nos cremes para pele


O grande problema com relação ao mercúrio em cosméticos é que é muito difícil identificar os produtos com mercúrio e medir sua concentração.

A boa notícia é que o Dr. Vrdoljak e sua equipe acabam de criar uma nova técnica capaz de fazer isso de forma rápida. Vrdoljak criou um instrumento que usa uma técnica chamada reflexão total de fluorescência de raios X.

A máquina pode medir o teor de mercúrio nas amostras com muito mais eficiência e precisão do que os métodos atuais.

"Testar um produto usando a técnica antiga pode levar dias," disse ele. "Com o novo instrumento, eu posso rastrear 20 ou 30 amostras em um dia com bastante facilidade. Identificando os produtos que contêm mercúrio, podemos instruir as pessoas para removê-los e limpar suas casas."

A expectativa é que a nova técnica possa ser incorporada em aparelhos de fácil uso, que possam chegar aos laboratórios de análise o quanto antes.

Complemente sua leitura com o artigo: "Teste avalia se cremes para rugas funcionam mesmo. Veja o resultado".
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Alteração no ciclo menstrual pode indicar Síndrome dos ovários policísticos

Alterações no ciclo menstrual podem ser indicativos da Síndrome dos ovários policísticos (SOP)

A síndrome dos ovários policísticos é um distúrbio endócrino caracterizado por alterações hormonais e funcionais dos ovários que, via de regra, apresentam múltiplos e pequenos cistos. De acordo com o Ministério da Saúde, estima-se que 20% a 30% das mulheres desenvolvem a SOP no país.

Alteração no ciclo menstrual pode indicar Síndrome dos ovários policísticos
Alteração no ciclo menstrual pode indicar Síndrome dos ovários policísticos

"As portadoras da síndrome costumam apresentar irregularidade menstrual, ciclos anovulatórios, infertilidade, maior produção de hormônios androgênicos, favorecendo o aparecimento de pelos e acne, aumento de gordura abdominal e maior risco de desenvolver obesidade, diabetes, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares e alguns cânceres", explica a Dra. Sônia Tamanaha, ginecologista e professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Apesar do desenvolvimento do distúrbio ocorrer durante toda a vida, o período em que a SOP mais acomete as mulheres é a idade reprodutiva. Geralmente, as primeiras manifestações começam ainda na adolescência - após 2 anos da primeira menstruação - com persistência de atrasos ou ausência dos ciclos menstruais, estendendo-se até o início do período da transição para a menopausa. Cerca de 6 a 10% da população feminina entre 18 e 45 anos apresentam a disfunção.

"Por outro lado, é importante destacar que são mulheres jovens que têm a possibilidade de adotar mudanças no seu estilo de vida, receber intervenções terapêuticas efetivas e minimizar as possíveis repercussões negativas - se diagnóstico e tratamento forem realizados precocemente", afirma a Dra. Sônia.

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A detecção dessa síndrome é feita por meio de um conjunto de critérios clínicos, laboratoriais e ultrassonográficos - que podem revelar os múltiplos cistos ovarianos.

Segundo a professora, o tratamento é direcionado às necessidades particulares de cada mulher, dependendo do desejo ou não de engravidar e na prevenção de futuras complicações em virtude da frequente associação com outras doenças.

"Nesse sentido, a orientação nutricional e estímulo à atividade física são as primeiras recomendações - especialmente para aquelas com excesso de peso. Além disso, podem ser necessárias orientações cosméticas, incluindo depilação a laser, medicações para normalizar a função menstrual, controlar o hiperandrogenismo, associação de tratamentos clínicos e da infertilidade", finaliza a Dra. Sônia.

Fonte: Dra. Sônia Tamanaha - Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

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