Prevenção de doenças genéticas nos filhos: a difícil escolha dos pais

A seleção de embriões sem alterações genéticas é especialmente indicada para famílias acometidas por doenças raras de caráter hereditário.

Impedir a transmissão de doenças hereditárias, selecionando os embriões sem essas alterações genéticas. Esse procedimento preventivo, é cada vez mais comum no Brasil, mas os casais ainda enfrentam vários dilemas no momento de tomar essa decisão. Isso porque o diagnóstico genético pré-implantacional vai além dos aspectos médicos e envolve também fatores sociais, familiares, legais e religiosos.

Prevenção de doenças genéticas nos filhos: a difícil escolha dos pais
Prevenção de doenças genéticas nos filhos: a difícil escolha dos pais

Doutor em Genética Reprodutiva e diretor da clínica Chromosome Medicina Genômica, o médico Ciro Martinhago ressalta que é preciso lembrar, em primeiro lugar, que ainda não existe tratamento para mais de 95% das doenças genéticas conhecidas.

“Por isso, nesses casos, a prevenção por meio do diagnóstico genético pré-implantacional é a única saída”, afirma.

O diagnóstico pré-implantacional é uma espécie de biópsia embrionária, na qual é examinado o DNA dos embriões, em seus primeiros estágios de formação, de forma que o profissional possa analisar toda a sua carga genética e rastrear alterações relacionadas a diversas enfermidades.

“Assim, é possível identificar o embrião saudável e transferi-lo para a mulher, prevenindo uma determinada doença da família”, explica Martinhago.

Cada vez mais utilizado no Brasil, o diagnóstico genético pré-implantacional pode ser útil para casais consanguíneos, para mulheres que sofreram abortos consecutivos e, principalmente, quando existem casos de doenças genéticas na família de um dos pais ou quando o casal planeja ter um segundo filho após o nascimento de uma criança doente.

Fonte: PFIZER
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Livro "Ultrassonografia Ginecológica" pode salvar vidas

As mulheres que fazem seus exames ginecológicos rotineiramente têm muito mais chances de viverem mais, com qualidade e serem saudáveis. Tudo bem, isso não é uma novidade, o fato é que não basta ir ao médico, é preciso fazer os exames e hoje, as técnicas de ultrassonografia estão cada vez mais avançadas, propiciando melhores diagnósticos.

Livro "Ultrassonografia Ginecológica" pode salvar vidas
Para quem pretende se especializar em radiologia, ultrassonografia ou obstetrícia, é indispensável a leitura do mais novo livro da editora Elsevier.

A obra Ultrassonografia Ginecológica, escrita pelas maiores referências mundiais no assunto, visa atender a um mercado de 4 mil técnicos em radiologia no Brasil. Benacerraf, Goldstein e Groszmann mostram o que é normal e patológico, bem como a melhor maneira de realizar os exames.

Uma apresentação, em ordem alfabética e por etapas das entidades, orienta uma rápida revisão dos diagnósticos. Centenas de imagens de alta qualidade, incluindo 3-D e Doppler, fornecem uma instrução visual que facilitam a compreensão e o entendimento. Inclui uma visão abrangente da anatomia pélvica normal e patológica

EDITORA ELSEVIER

Categoria: Medicina
Formato: Impresso
Páginas: 296
Preço: R$ 294,90

Beryl R. Benacerraf, MD, Clinical Professor of Radiology and Obstetrics
and Gynecology and Reproductive Biology, Harvard Medical School
Radiologist, Brigham and Women’s Hospital, Consultant in OB-GYN
Brigham and Women’s Hospital and Massachusetts General Hospital,
Boston, Massachusetts.

Steven R. Goldstein, MD, Professor of
Obstetrics and Gynecology, New York University School of Medicine
Director, Gynecologic Ultrasound, Co-Director, Bone Densitometry, New
York University, Langone Medical CenterNew York, New York.

Yvette S.Groszmann, MD, MPH, Clinical Instructor in Obstetrics, Gynecology, and
Reproductive Biology, Harvard Medical School, Brigham and Women’s
Hospital, Boston, Massachusetts
Assessoria de Imprensa:
Mariana Guimarães
Tel: 21 3970.9237
m.guimaraes@elsevier.com

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Rachaduras nos pés: tratamento natural

Ninguém gosta de exibir pés com rachaduras não é mesmo? E se você já experimentou vários tipos de tratamentos para rachaduras nos pés, que tal tentar algo novo e natural?




Rachaduras nos pés: tratamento natural


Rachaduras nos pés: tratamento natural

- Moa um punhado de arroz até obter uma farinha fina, adicione algumas colheres de mel e vinagre de cidra da maçã o suficiente para obter uma pasta grossa.
- Se as rachaduras são muito profundas, adicione uma colher de azeite de oliva.


Mergulhe os pés em água morna por 20 minutos e faça uma massagem suave com essa pasta.
Pode deixar a pasta nos pés, só tire o excesso!

Se o pé estiver com a pele muito grossa, à medida que for sarando dá para ir lixando até que fique fininho e curado!




OBS1.: Para moer o arroz coloca num pacotinho e bate com o martelo até virar pó ou bate no liquidificador, é fácil.

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Violência contra a mulher: Projetos Comunitários!

Combate à violência contra a mulher: Entidades financiam projetos comunitários de combate à violência contra a mulher

Com uma série de estratégias para influenciar as políticas públicas, os projetos comunitários propõem mudanças de cultura em âmbito local, em cada comunidade, trabalhando as particularidades de cada público.

Um exemplo dessas ações que alertam sobre a violência contra a mulher são as oficinas de gastronomia e costura oferecidas no Ilê Omolu Oxum, do Rio de Janeiro, que se transformaram na campanha Mulheres de Axé pelo fim da violência doméstica e familiar. Agora, com o financiamento, a iniciativa terá alcance nacional.

Violência contra a mulher: Projetos Comunitários!
Violência contra a mulher: Projetos Comunitários!

Programas de rádio em comunidades de pescadoras artesanais, postagens em blogs e redes sociais e conversas em terreiros de candomblé e aldeias indígenas estão entre os projetos de combate à violência contra a mulher que serão desenvolvidos ao longo deste ano com financiamento do Elas - Fundo de Investimento Social e do Instituto Avon. Trinta e três iniciativas foram selecionadas entre 658 inscritas e receberão, juntas, R$ 2 milhões.

Nas cidades, um projeto voltado para as trabalhadoras domésticas pretende empoderá-las para enfrentar a violência da qual são vítimas dentro de casa, mas também no ambiente de trabalho, como o racismo.

“Sabemos que existe sexismo e racismo, na manutenção deste status [de mulheres negras como empregadas domésticas]. A sociedade brasileira tem em sua história o trabalho doméstico como um trabalho de pequeno valor, de menor relevância social e que vai sendo constituído [mão de obra] por uma classe de desfavorecidos”;

Destacou a professora universitária Nicea Quintino, da Casa Laudelina de Campos Mello. A organização fará seminários esclarecendo lideranças e todo o país sobre a violência, discriminação, direitos trabalhistas e políticas públicas.

Entre as organizações selecionadas também estão algumas que fazem advocacy (ações para influenciar a formulação de políticas e a destinação de recursos públicos) em âmbito nacional, como o Geledés - Instituto da Mulher Negra, a Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras e o Centro Feminista de Estudos e Assessoria. “Precisamos ter projetos que articulem políticas, defendam novas e façam o controle social”, explicou KK.

Na lista de projetos que serão financiados pela Avon e o Fundo Elas também há ações de equidade e empoderamento para mulheres jovens, com deficiência, lésbicas, transexuais e prostitutas.

Recomendamos a leitura do artigo: Cirurgia reparadora à mulher vítima de violência é garantida por Lei.

Fonte: Agência Brasil
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PODOLOGIA: Cuidados com os pés ... sempre é bom!

Neste post você irá aprender como a podologia e os cuidados com os pés influenciam na saúde dos pés e para tratar as doenças dos pés.

Sabia que os cuidados com os pés precisam ser frequentes... e preventivos? Pois bem, isso é verdade, para que eles fiquem livres de problemas como calos e verrugas, e sempre belos, o ideal é o acompanhamento de um especialista a cada 90 dias. (mas a frequência pode variar de pessoa para pessoa e a depender do caso).




Podologia - cuidados com os pés


Fazer um acompanhamento preventivo com podologia a cada 90 dias é importante para identificar precocemente focos de micoses e fungos (sabidamente difíceis de eliminar), além de desenvolvimento de calosidades, surgimento de verrugas plantares, formação de calos e até a suscetibilidade de encravamento das unhas. Então, didaticamente exemplificando...

Cuidados com os pés que a podologia trata (prevenção e tratamento)


» Micose
» Onicocriptose (unha encravada)
» Onicofose (calo na lateral da unha)
» Hiperqueratose (calo provocado por atrito constante)
» Bromidrose (chulé)
» Rachaduras
» Verruga plantar
» Frieira
» Afinamento do calcanhar (para melhorar a pisada)


Podologia: prevenção de doenças


Entre os mais precavidos contra as doenças dos pés estão os diabéticos, obesos e idosos. Para quem não está incluído nesses grupos, recorrer ao tratamento da doença já instalada ainda é a atitude mais recorrente. No entanto, o ideal é fazer um tratamento de podologia preventivo, a cada 90 dias, mais ou menos a depender de alguns fatores como, unhas que tendem a encravar, pé muito ressecados e "rachados", pessoas que trabalham em pé e as que ainda precisam usar salto alto diariamente.

Complemente sua leitura com o artigo: Rachaduras nos pés: tratamento natural.

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Dicas de cuidados com a pele no outono

Confira algumas dicas de cuidados com a pele no outono, estação nem fria nem quente, mas com tendência de tornar a pele mais seca e sem vida, além de haver pequenas descamações e maior ressecamento no joelho e cotovelos. Continue lendo e veja algumas...

Dicas de cuidados com a pele no outono 


Dicas de cuidados com a pele no outono
Dicas de cuidados com a pele no outono 


— O clima de outono é mais seco e a pele pode ficar mais ressecada. Além do prejuízo estético é importante destacar que a pele mais seca é mais suscetível a alergias e a infecções por bactérias, fungos e vírus — alerta a coordenadora do departamento de Laser da Sociedade de Dermatologia do Rio de Janeiro, Gabriella Albuquerque.


Prefira banhos mornos


Para proteger o maior órgão do corpo humano (A PELE) no outono, é necessário evitar os longos banhos quentes, bastantes comuns nesta época do ano. Na hora de se ensaboar, é bom que se evite os excessos.

“O banho morno, assim como o excesso de sabonete, retiram a gordura que produzimos naturalmente pelo nosso organismo e que funcionam como um excelente hidratante. É preciso reduzir a temperatura da água e diminuir o uso de sabonetes”, explica a Drª Gabriella. 

Hidrate toda a pele do corpo


A dermatologia orienta ainda que logo após o banho deve-se começar o ritual de hidratação da pele. “Procure hidratantes ricos em ceramidas que é um lipídeo importante para manter a barreira de proteção da pele.

Alguns óleos, como semente de uva ou de amêndoa doce ajudam na lubrificação. Produtos como dimeticona e d-pantenol são indicados também, porque ajudam a reter mais água”, diz.

Aproveite para fazer tratamentos de pele


A chegada de uma estação mais fria, no entanto, também tem o seu lado positivo. A temporada de outono e inverno é a melhor época para realizar tratamentos dermatológicos que exigem o mínimo de exposição ao sol e ao calor, como é o caso dos peelings, da depilação definitiva, dos tratamentos para o rejuvenescimento e para o clareamento de manchas.

Gostou do post? Complemente a leitura com o artigo: Rachaduras nos pés: tratamento natural.


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Botox instantâneo funciona mesmo?

Muito procurado nos dias de hoje como alternativa para reduzir as rugas e linhas de expressão, o ‘botox instantâneo’ chama atenção pelos resultados imediatos e fácil aplicação, mas será que ele substitui a toxina botulínica, o botox tradicional? A dermatologista Dra. Claudia Marçal esclarece.




Hoje, o mercado de cosméticos conta com produtos modernos com formulação que permite suavizar manchas finas e reduzir rugas, de forma instantânea. Esses produtos são chamados de "botox instantâneo", "botox temporário" ou "Photoshop real".

Botox instantâneo funciona mesmo?
Botox instantâneo funciona mesmo?

Virou moda, por exemplo, o uso do Instantly Ageless®, produto comercializado pela Jeunesse Global, e que consiste num microcreme (forma farmacêutica em emulsão com tamanho de partícula reduzida), que diminui os sinais de envelhecimento, de forma prática.

► Leia também: Livro: Enfermagem Dermatológica e Estética - Vantagens de trabalhar na área da beleza.

Contudo, a Dra. Claudia Marçal - dermatologista, membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) - destaca que a eficácia do produto dura cerca de 10 horas após a aplicação.

 "O produto é indicado para amenizar a aparência — de maneira imediata e não duradoura — dos principais sinais do envelhecimento da pele. Portanto, o resultado tem efeito efêmero, podendo desaparecer também se o rosto for lavado", afirma.

A dermatologista explica que esse tipo de produto possui o mecanismo de ação semelhante ao da toxina botulínica, no caso, o botox tradicional.

"De fato, esse creme [botox instantâneo] oferece mais segurança e conforto, quando comparado à toxina botulínica, pois é aplicado topicamente, sem a necessidade de injeções intramusculares e intervenções dermatológicas, mas é importante deixar claro que os resultados duram pouco", completa.

O ingrediente ativo desse produto é o Acetyl Hexapeptide-8, um hexapeptídeo de ação dermo-relaxante para atenuar rugas e linhas de expressão causadas a partir do movimento muscular.

Aplicação e modo de uso do Instantly Ageless® (botox instantâneo)


A Dra. Claudia Marçal explica que o "botox instantâneo" não deve ser aplicado diretamente sobre a pele.

"Neste caso, após colocar uma certa quantidade sobre os dedos, ele precisa ser pressionado para que fique menos viscoso. Após essa suavização, o produto deve ser aplicado através de dedilhamento, pequenos e leves toques realizados com a ponta do dedo", destaca.




Como recomendação adicional, a dermatologista afirma que o produto deve ser aplicado sobre o rosto limpo e higienizado. "Não utilize base líquida de formulações oleosas. Só utilize pó compacto após a aplicação, ou o efeito perderá seu resultado", finaliza.

► Leia também: Radiofrequência para flacidez funciona mesmo?

Fonte: Dra. Claudia Marçal
Dermatologista da Clínica de Dermatologia Espaço Cariz, com especialização pela Associação Médica Brasileira (AMB), membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e membro da American Academy of Dermatology (AAD), CME (Continuing Medical Education) na Harvard Medical School.
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Tribulus terrestris mulher aumenta libido e fertilidade

Fitoterápico Tribulus terrestris regulariza a produção e a liberação do hormônio testosterona no organismo.

Estimular a libido feminina com um produto natural é a proposta dos medicamentos que contêm em sua formulação o Tribulus terrestris, fitoterápico proveniente da Europa meridional. Essa substância estimula a produção e a liberação de testosterona no organismo quando há quantidade inferior ao desejado, sempre dentro dos limites naturais do corpo.

Tribulus terrestris mulher aumenta libido e fertilidade
Tribulus terrestris mulher aumenta libido e fertilidade

O Tribulus terrestris contém em sua composição a protodioscina, substância que tem a propriedade de elevar as concentrações de um hormônio precursor da testosterona. Além disso, simula a ação de uma enzima que converte a testosterona em sua forma ativa. Seu mecanismo de ação modula a produção e a atividade da testosterona, fundamental para a regulação da libido feminina.

No homem, a protodioscina age em dois pontos: estimula as células germinativas, produtoras de espermatozoides e estimula também as células de Sertoli, que regulam a produção de espermatozoides pelas células germinativas.

A diminuição da libido pode ter importantes repercussões na vida da mulher. Entre estas, a redução da sua autoestima e dificuldades de relacionamento conjugal. As abordagens terapêuticas que visam o aumento da libido são multifatoriais, ou seja, envolvem não apenas os hormônios, mas também toda a gama de fatores psicológicos relacionados com a sexualidade humana. A consulta aos profissionais de saúde envolvidos no tratamento das disfunções sexuais é fundamental para o sucesso do tratamento.

O incremento das disfunções sexuais se deve, entre outras causas, à diminuição dos níveis hormonais que ocorre devido ao avanço da idade. Os níveis de testosterona estão relacionados com a manutenção da libido. Em um estudo conduzido no Brasil, 4.753 ginecologistas responderam que a queixa de diminuição do desejo sexual estava entre os principais motivos de procura por consultas em seus consultórios.

Tribulus terrestris estudos


Os estudos mostram que o aumento do hormônio precursor de testosterona é muito significativo com o uso de Tribullus pelas mulheres. No estudo realizado pela UNESP, que investigou a melhoria da disfunção sexual com uso de Tribullus em 144 pacientes, foi utilizada uma escala composta por seis domínios: desejo, excitação, lubrificação, orgasmo, satisfação e dor e observou-se a melhora estatisticamente significativa em quatro deles: desejo, excitação, orgasmo e satisfação.

Em outro estudo, que buscou avaliar a eficácia do Tribullus na melhoria da qualidade do sêmen do homem foi evidenciado que antes do tratamento 46% deles apresentavam alterações na quantidade e na motilidade dos espermatozoides. Ao final do tratamento com Tribullus, 65% apresentaram aumento estatisticamente significativo na quantidade e motilidade destes espermatozoides.

Estudos demonstraram que o Tribulus terrestris não provoca picos hormonais, o que pode explicar o perfil de segurança mais favorável, com menos incidência de efeitos colaterais, quando comparado a outros medicamentos.

O primeiro produto a base de Tribulus terrestris surgiu no Brasil em 2007, com posologia de 1 comprimido 3x ao dia. Recentemente, foi lançada no país uma nova apresentação que oferece a comodidade posológica de apenas 1 comprimido por dia.

Fonte: Herbarium

► Leia também: Viagra feminino deverá ser produzido em breve


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Obesidade na gravidez. Riscos de engordar na gravidez

Será que a obesidade na gravidez pode prejudicar a gestação? As mamães devem ficar atentas à dieta?


Obesidade na gravidez. Riscos de engordar na gravidez
Obesidade na gravidez. Riscos de engordar na gravidez


Ao engravidar, inicia-se no organismo da mulher várias transformações, para que se torne um ambiente seguro para o desenvolvimento do bebê.

Para isso, as futuras mamães devem ter cuidado redobrado, principalmente com sua alimentação, afinal, a obesidade na gravidez é um problema comum e que pode ser perigoso.

O Dr. Renato de Oliveira - ginecologista da Criogênesis - nos presenteou com algumas dicas para as mulheres terem uma gravidez mais saudável sem engordar demais. As dicas são complementadas com informações da farmacêutica Renata Fraia.

Fome psicológica


Sabemos que a fome não é apenas uma necessidade fisiológica, afirma o médico, ela pode estar associada, principalmente neste período tão ansioso na vida de qualquer mulher, a alterações psicológicas e emocionais, como ansiedade e fragilidade, que podem levar à compulsão alimentar.

Então, a nossa dica aqui do Saúde da Mulher é que a gestante encontre prazer em outras atividades, além de saborear coisas apetitosas e engordativas. Meditar e fazer exercícios de respiração também ajudam a controlar a ansiedade e, assim, o apetite.


Quantas calorias a gestante deve ingerir para evitar a obesidade na gravidez?


O médico explica que, a partir do terceiro mês de gestação, a mulher deve ingerir apenas 300 calorias a mais do que o normal, totalizando assim, 2.800 calorias por dia*.

“Ganhar peso excessivo no período gestacional ou, até mesmo, iniciar a gestação com sobrepeso, são fatores de risco que podem gerar complicações como diabetes e doenças hipertensivas específicas da gestação, como a pré-eclâmpsia hipertensão e pré-eclâmpsia”, alerta o especialista.

* Nota: este valor pode variar de mulher para mulher.



Mulher grávida deve comer por dois?


O ditado popular “mulher grávida deve comer por dois” é válido? O Dr. Renato diz que é importante ter em mente que isso é um mito, sendo que o fato de estar carregando uma vida dentro de si não quer dizer que a grávida possa abusar da sua alimentação diária.

Aliás, o peso é algo com que a gestante e o seu médico precisam sempre estar atentos. A recomendação é que as gestantes ganhem, ao longo de toda gestação, e dependendo da massa corporal inicial e da altura, uma média de 12 kg. Pode-se considerar como ideal, um ganho médio de 300 a 400 gramas por semana.

Além dos problemas com a saúde da mamãe, a obesidade na gravidez pode gerar bebês mais pesados, com macrossomia fetal, ou seja, a condição em que o recém-nascido apresenta mais de 4 quilos, e com possibilidades de desenvolver hipoglicemia ao nascer.

E os desejos das grávidas por algumas comidas específicas ou "estranhas"?


A farmacêutica Renata Fraia diz que sempre gosta de lembrar que o intenso desejo na gravidez por alimentos específicos é um sinal do organismo da mamãe dizendo que o corpo precisa de mais de um ou outro nutriente.

Por isso, fique atenta, o desejo por limão, por exemplo, pode ser sinal de que seu estômago está com baixa acidez (o que pode prejudicar a digestão, ou ainda que signifique que seu organismo precise de vitamina C.

Além disso, sempre que sentir um desejo (do tipo insuportável) por algum alimento, procure saber quais nutrientes (vitaminas, minerais, aminoácidos, etc.) que está presente neste ingrediente, para que, mesmo que no momento você não possa agradar seu paladar, talvez possa se alimentar com algo com valor nutricional semelhante.

E não se esqueça: alguns tipos de desejos alimentares também podem ser por pura ansiedade, sobretudo se der uma inexplicável e repentina vontade de comer chocolates e doces gordurosos, que não fazem nada bem. Mais uma diquinha: se quiser comer chocolate que seja um bombom ou um "quadradinho" de chocolate meio amargo.


Agora as dicas citadas para evitar a obesidade na gravidez


Hidrate-se


Beba água constantemente. Cerca de 1,5 a 2 litros por dia;

Consuma vegetais


Consuma frutas, legumes e verduras, sempre bem lavados e de boa procedência, mas lembre-se de que as frutas costumam ser ricas em açúcar (frutose). A saúde da mamãe e do bebê agradecem e você ainda previne a obesidade na gestação;


Evite alimentos gordurosos


Consuma alimentos com baixo teor de gordura e evite ingerir líquidos durante as refeições, para facilitar a digestão e evitar azia tão comum na gravidez;



Coma mais vezes durante o dia


Faça várias refeições ao longo do dia, aproximadamente seis a oito vezes ao longo do dia, com pequenas quantidades, e sempre mastigando devagar;


Consuma carne


A carne é muito importante nesse período, por ser rica em ferro e em proteínas importantes para a saúde da mamãe e para o corpo do bebê. O ferro das verduras verdes escuras e do feijão, por sua vez, pode ser melhor absorvido se consumido com frutas ricas em vitamina C, como laranja, limão, acerola, caju, goiaba, tangerina e abacaxi. Mas para não engordar, não coma carne em demasia e prefira as carnes magras e sempre cozidas hein mamãe!


Esperamos que tenham gostado das dicas, mamães. Continue se informando lendo o artigo: Tratamentos Estéticos na gravidez. O que pode e o que não pode fazer?, mas se ainda estiver pensando em engravidar leia este post: Abacate aumenta a fertilidade.

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Fertilização in vitro após os 50 anos, agora pode!

Após ter sido proibida e ter gerado muitas polêmicas, a fertilização in vitro para mulheres acima de 50 anos foi liberada...

... Mas já começo o texto avisando, a gravidez após os 50 anos geralmente (exceto se a saúde da mulher foi excelente) é de alto risco, tanto para a gestante quanto para o bebê. E, com a liberação da fertilização in vitro para mulheres, o Conselho Federal de Medicina diz que se as mulheres acima de 50 anos recorrerem à técnica, elas e seus respectivos médicos deverão ser totalmente responsabilizados pelos riscos envolvendo tal decisão.

Fertilização in vitro após os 50 anos, agora pode!
Fertilização in vitro após os 50 anos, agora pode!

Agora vamos à notícia propriamente dita...




Uma nova resolução do CFM (Conselho Federal de Medicina) libera mulheres com mais de 50 anos para fazer tratamento de inseminação artificialsem autorização da entidade. A mudança na política para fertilização in vitro – técnica de reprodução assistida que consiste na fecundação do óvulo em laboratório para formar o embrião – também prevê que casais de mulheres homossexuais possam ter gestação compartilhada, com uma recebendo o óvulo da outra.

No caso de gravidez compartilhada, o óvulo de uma mulher poderá ser colocado no útero da outra após receber o espermatozoide do doador.

Leia também: 30% das mulheres que fazem fertilização tem mais de 40 anos.

A nova publicação também reforça que apenas mulheres em tratamento para engravidar podem doar óvulos. A regra foi criada para evitar o "mercado de gametas". O CFM detectou casos de mulheres saudáveis que faziam a doação em troca de cirurgia plástica, por exemplo.

Essa é a terceira atualização de regras de fertilização in vitro desde 1992, quando a resolução sobre o tema foi criada pelo conselho. Os novos critérios passam a valer a partir da publicação, que deve acontecer nesta quinta-feira, tanto para a rede pública quanto particular.

Os riscos de uma gravidez após os 50 anos


Se engravidar após os 50 anos, a mulher tem 60% a mais de probabilidade de ter um bebê prematuro pesando menos de 1 quilo, além de risco maior de pressão alta e diabetes gestacional.

Comentário Saúde da Mulher sobre como se preparar para uma gravidez tardia





Uma boa dica para que os riscos de engravidar após os 50 anos é a mulher mais jovem (mas que imagina que ficará grávida com idade avançada) se cuidar muuuito. Ter uma alimentação muito saudável (leia: Abacate aumenta a fertilidade), ir uma vez ao ano no ginecologista - converse com seu ginecologista sobre a necessidade de ir a cada 6 meses ao consultório, se tiver algum problema como cistos ou pequenos miomas no útero - e fazer atividades físicas regularmente.

Além disso, comente sobre seu desejo de engravidar mais tarde com seu médico e quais os conselhos dele para que você comece a se preparar o quanto antes. Ah! Ter uma saúde mental satisfatória também ajuda muito. Considere fazer terapia com um bom terapeuta. Renata Fraia - Farmacêutica.

Leia também: Rede Cegonha para gravidez de alto risco.
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