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Anticoncepcional oral aumenta risco de câncer de mama

Sociedade Brasileira de Mastologia orienta as mulheres a discutir com seu médico sobre interromper o uso de anticoncepcional aumentar o risco de câncer de mama

Estudo publicado no New England Jornal of Medicine, uma das mais prestigiadas publicações científicas do mundo, revela que o risco de câncer de mama é maior para as usuárias de anticoncepcionais em relação àquelas que nunca recorreram ao medicamento. O estudo também afirma que o risco é elevado na medida em que aumenta o tempo de uso tanto para as mulheres que usam atualmente quanto para as que utilizaram no passado.

Anticoncepcional aumenta risco de câncer de mama

Para a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), não há necessidade das mulheres interromperem o uso do anticoncepcional que já utilizam. “O ideal é que cada usuária do método avalie ou discuta com seu médico sobre os riscos e os benefícios desta decisão”, afirma Antonio Luiz Frasson, presidente da SBM. Baseado neste estudo e em estudos prévios sobre a relação ao uso de anticoncepcionais orais e câncer de mama, a entidade esclarece ainda que o aumento de risco é relativo e depende muitas vezes da idade e do tempo de uso.

A pesquisa foi realizada com 1,8 milhão de mulheres da Dinamarca, na faixa etária entre 15 e 49 anos, que não tinham tido câncer, assim como não tinham tido tromboembolismo ou feito tratamento para infertilidade. A partir do registro nacional, os pesquisadores obtiveram informações individualizadas a respeito do uso de anticoncepcionais orais, diagnóstico de câncer de mama e fatores que pudessem confundir as informações. As pacientes foram seguidas por um tempo médio de 10 anos e foram identificados 11.517 casos de câncer de mama. Houve um caso a mais de câncer do que o esperado para cada 7.690 usuárias de anticoncepcionais hormonais.

Resultados

Quando os dados foram comparados com os de mulheres que nunca usaram anticoncepcionais, o risco relativo de ter câncer de mama foi 20% superior em relação às não usuárias. O risco foi 9% superior a partir de um ano de uso de até 38% superior a partir de 10 anos de uso. Isto quer dizer que, por exemplo, se a chance de ter câncer de mama até os 50 anos é de 2%, para quem usou o medicamento por um ano o risco foi de 2,2%, e para quem usou por mais de 10 anos o risco foi de 2,76%.

Não houve algum tipo de anticoncepcional que não tenha tido relação com aumento de risco, inclusive os DIUs com progesterona. É importante alertar que o estudo não avaliou o impacto na mortalidade geral por câncer. Segundo Frasson, já se sabe que os anticoncepcionais reduzem o risco de câncer de ovário, de endométrio e câncer colorretal.

Para ele, é importante mostrar que mulheres que usam esses métodos são mais bem acompanhadas em relação as que não usam. “Talvez, quando a avaliação de mortalidade por câncer for analisada, o risco de morrer por câncer em geral possa ser inclusive menor”, conclui o mastologista.

E então, gostou do artigo sobre o anticoncepcional aumentar o risco de câncer de mama? Aproveite para ler também: Câncer de Mama em Cães e Gatos: Dicas de prevenção!

Redação: Renata Fraia - farmacêutica e jornalista, atuando desde 2008 na atenção e assistência farmacêutica nos blogs Saúde da Mulher e Saúde com Ciência
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O que é mini-abdominoplastia?

Cirurgia possui recuperação mais rápida do que a técnica convencional e é menos invasiva.

Para ficarmos mais belas/os existem diversas opções, especialmente quando se fala em cirurgias plásticas. São vários procedimentos e alguns ainda possuem as chamadas versões ‘mini’, que são menos invasivas e também podem dar bons resultados dependendo dos resultados que se deseja alcançar.

“A mini-abdominoplastia, por exemplo, é uma cirurgia com o mesmo objetivo da abdominoplastia normal, melhorar o abdômen inferior, mas em uma área menor”, observa Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico mestre em princípios da cirurgia utilizando o laser.

O que é mini-abdominoplastia?

O que é mini-abdominoplastia?


A mini-abdominoplastia é indicada para homens e mulheres que tenham estrias, pequenas deformidades na parede abdominal ou quando o abdômen está desproporcional a estrutura do corpo.

Na técnica convencional é feita uma incisão até o quadril, possibilitando a retirada de uma grande quantidade de pele e gordura.

Na mini-abdominoplastia o corte é pequeno e não é feita a retirada de pele, somente a gordura é removida.



“A incisão é realizada na região púbica e, diferente da abdominoplastia completa, não há necessidade de reposicionar o umbigo. São feitas pequenas suturas para fechar os cortes e podem ser colocados pequenos drenos no paciente. A cirurgia tem a duração de aproximadamente três horas”, esclarece.

Quem pode fazer abdominoplastia?


 “Este procedimento deve ser realizado somente em pessoas com pouco volume abdominal e que desejam eliminar apenas a gordura da barriga. Caso contrário a técnica não atenderá as expectativas e os resultados serão insatisfatórios, por isso a avaliação do cirurgião é imprescindível para a recomendação da cirurgia ideal”, ressalta o médico, que é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

Para que o abdômen fique firme os músculos abdominais são suturados e aproximados, fazendo com que a parede abdominal fique mais plana e a cintura mais esbelta. O risco de infecção e de formação de coágulos de sangue é considerado muito raro. “Normalmente é utilizada a anestesia denominada peridural, procedimento que bloqueia o estímulo doloroso que transita pela medula espinhal, deixando a parte do corpo localizada abaixo deste ponto de bloqueio anestesiada. Somente em alguns casos é necessária a anestesia geral”, destaca.

A vantagem é que na mini-abdominoplastia a cicatriz é menor, não há necessidade de internação e os efeitos colaterais mais comuns são inchaço, dormência e desconforto temporários. Por ter uma abrangência menor, na mini-abdominoplastia o tempo de recuperação também é menor.

“Após a cirurgia o paciente deve utilizar uma cinta elástica por pelo menos um mês e as suturas são removidas em duas semanas. A cinta auxilia a minimizar o edema, evita a formação de líquidos e também oferece suporte durante a cicatrização”, afirma o médico.



O paciente pode voltar ao trabalho duas ou três semanas depois do procedimento, a exposição ao sol e a prática de exercícios físicos são liberados após seis semanas dependendo do caso. A dor é minimizada com o uso de analgésicos e as cicatrizes ficam menos perceptíveis a partir do terceiro mês.

“Quem ainda planeja ficar grávida ou perder peso deve conversar com o cirurgião, já que estes fatores podem influenciar os resultados da mini-abdominoplastia. O aumento de peso após a cirurgia também pode prejudicar a eficácia e a duração do tratamento”, acrescenta.

Doutor Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715)
Cirurgião Plástico
Site: http://www.alplastica.com/

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Candidíase na gravidez prejudica o bebê?

A candidíase na gravidez é muito comum, já que nesta fase o pH vaginal fica alterado, facilitando a contaminação por fungos como o da candidíase.



Candidíase na gravidez prejudica o bebê?


A resposta é simples e vai deixá-la aliviada se estiver grávida e com candidíase. Não! A candidíase na mãe não prejudica o bebê, pois a infecção é localizada na área vaginal da mulher.

No entanto, se você tiver candidíase no momento do parto, há uma pequena chance de contágio quando a criança passar pelo canal vaginal em caso de parto normal.

Se estiver com sintomas de candidíase ou outra vaginite não deixe de avisar o médico para tratar antes de o parto acontecer.

Candidíase na gravidez prejudica o bebê?
Candidíase na gravidez prejudica o bebê?

No entanto, se na hora do parto você ainda tiver o problema, AVISE o obstetra (o médico que estiver fazendo o parto), isso poderá evitar que o recém-nascido entre em contato com a infecção.

E qual o problema da infecção por candidíase no bebê recém-nascido?


►► Leia tudo sobre Candidíase!

Esta infecção pode provocar feridinhas brancas na boca do bebê (o famoso sapinho). O problema ainda pode ser transmitido para os seios da mãe por causa da amamentação.




Dicas do Saúde da Mulher
  1. Evite alimentos muito ácidos (limão e outras frutas cítricas e vinagre) quando estiver com sintomas de candidíase, pois eles podem causar sintomas parecidos aos da infecção. 
  2. Se você está grávida e com candidíase saiba que a infecção por cândida não é grave e pode ser tratada facilmente.
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4 procedimentos dermatológicos pra ficar linda dos pés à cabeça

Conheça 4 procedimentos dermatológicos para ficar mais linda dos pés à cabeça!

Dermatologista conta como tratar manchas, rugas, gordura localizada e estria de maneira efetiva

As temperatura mais baixa liberam alguns procedimentos dermatológicos que não são tão recomendados nos períodos mais quentes.

Como muitos procedimentos são fotossensibilizantes e o sol pode danificar a pele, o ideal é fazer esses tratamentos no inverno, um período em que a incidência dos raios UV é menor.

No inverno, é permitido fazer lasers ablativos (aqueles que machucam a pele), lasers fracionados ablativos, luz intensa pulsada, peelings e ácidos mais fortes
”, afirma o dermatologista Dr. Abdo Salomão, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia. Confira abaixo as indicações do médico:



PARA MANCHAS


O que há de efetivo? Vektra QS by Solon


Como age? “É uma novidade usada no tratamento de melasma, manchas e remoção de tatuagens. Ele tem duração de pulso de 15 nanosegundos e é fracionado, único no mercado que tem essas características. Solon Vektra age no melanócito (células produtoras de melanina) impedindo a célula de liberar o pigmento para as células mais superficiais. É como se o melanócito guardasse o pigmento para ele”, explica o Dr. Abdo. Para manchas solares não-melasma, uma sessão ou duas já é o suficiente. Para o melasma, uma sessão a cada 15 dias, em um protocolo de oito sessões.


PARA RUGAS E FLACIDEZ


O que há de efetivo? Total Lift By Solon


Como age? Em apenas uma sessão, Total Lift by Solon trata de maneira eficiente flacidez e rugas faciais, justamente porque age em quatro camadas da pele: músculo, derme profunda, derme superficial e epiderme.

A grande vantagem é que promove lifting facial de forma não invasiva. “O equipamento é composto de ultrassom microfocado, que age no músculo e provoca efeito lifting não cirúrgico, atuando na derme para estimular a produção de colágeno”, fala o dermatologista. A sessão seguinte é somente no outro ano.


PARA GORDURA LOCALIZADA E CELULITE


O que há de efetivo? LMG Smart Laser


Como age? LMG Smart Laser reduz mais gordura localizada que a criolipólise e em apenas uma sessão! “É um laser de fibra ótica com comprimento de onda de 1470 nanômetros e com alta afinidade pela gordura. Por meio de um pequeno furo, o laser é aplicado, elevando a temperatura dos adipócitos a mais de 100ºC. Isso promove a quebra da gordura, que vira óleo e é eliminada pelo organismo naturalmente”, explica o Dr. Abdo.

O equipamento também age nos septos fibrosos, tratando a celulite. “O furo cicatriza sem precisar de ponto. O procedimento praticamente não dói, porque é aplicado justamente em uma região onde não tem terminação nervosa de dor”, explica o médico. “Quanto ao tempo de recuperação, é de um ou dois dias no máximo”.


PARA AS ESTRIAS

O que há de efetivo? Eletroderme by Solon

Como age? É um sistema de radiofrequência microagulhada. “As agulhas de ouro ultrapassam a epiderme, emitindo ondas eletromagnéticas apenas nas camadas mais profundas da pele, preservando a superfície. Isso faz com que a temperatura da derme chegue até a 70ºC, estimulando a produção de colágeno e refazendo as fibras rompidas”, afirma o dermatologista Dr. Abdo.

A ação do Eletroderme provoca o estímulo da regeneração celular por meio do processo de cicatrização, a proliferação de células-tronco e estímulo da síntese de elastina, da neocolagênese (produção de colágeno) e angiogênese (proliferação de vasos sanquíneos). São necessárias, em média, quatro sessões com intervalos mensais.


Fonte: A LMG - Laser Medical Group (http://%20www.lmglasers.com.br)

Redação: Renata Fraia - farmacêutica e jornalista, atuando desde 2008 na atenção e assistência farmacêutica nos blogs Saúde da Mulher e Saúde com Ciência
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Exame de sangue para HPV. Perguntas e respostas


Exame de sangue para HPV
Exame de sangue para HPV

Existe um exame de sangue para HPV?


Sim. O exame de sangue é chamado "sorologia para HPV". Ele detecta a infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV).

Como a sorologia para HPV é feita?


Em geral, é coletada uma amostra de sangue da veia do braço da pessoa, mas podem ser usadas quaisquer veias do paciente.



Para que serve o exame para HPV?


O exame de sorologia HPV é capaz de detectar o vírus HPV, auxiliar na escolha de tratamento e de prognóstico de pacientes infectadas e para o acompanhar as infecções persistentes causadas pelo vírus, que é transmitido por via sexual.

O HPV é o mais importante fator de risco para o desenvolvimento do câncer de colo do útero.

Existe um preparo para realizar o exame?


A paciente deve fazer abstinência sexual de três dias, evitar o uso de cremes ou óvulos vaginais na semana que antecede a coleta, que não deve ser feita no período menstrual.

Quais os resultados possíveis para o exame de HPV?


Positivo: Significa que a pessoa possui o vírus no sangue. Mas não e necessário ficar preocupada, pois basta fazer o controle anual com o exame Papanicolau, também conhecido como "preventivo".

Negativo: Significa que a pessoa não possui o vírus do HPV no sangue. Esse paciente deve ser orientado quanto aos benefícios de tomar a vacina para se imunizar, ou seja, para não pegar o vírus, pois é muito fácil se infectar.

Espero que tenha gostado do artigo com perguntas e respostas sobre o exame de sangue para HPV. Complemente sua leitura com o artigo: Vacina contra HPV para meninas de 9 e 13 anos será grátis.

Redação: Dra. Renata Fraia - farmacêutica e jornalista, atuando desde 2008 na atenção e assistência farmacêutica nos blogs Saúde da Mulher e Saúde com Ciência. 

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Qual o melhor anticoncepcional pra mim? Descubra...

Você já ouviu falar que para cada mulher, um contraceptivo diferente?

Acho que com o título você já entendeu que não adianta perguntar pra sua vizinha ou amiga qual o contraceptivo ela usa e sair correndo para a farmácia pra comprar um igual. NÃO, isso não deve ser feito, pois cada pessoa tem um organismo diferente e pode reagir de maneiras diferentes a cada medicamento, inclusive (ou principalmente) aos anticoncepcionais, por serem feitos de hormônios, que são substâncias capazes de muitas e muitas mudanças no organismo, principalmente feminino.






A escolha de qual o melhor anticoncepcional pra mim (todas as mulheres, no caso) deve ser feita pelo médico ginecologista e deve levar em consideração a história clínica, antecedentes pessoais e familiares da paciente, e hábitos ou necessidades individuais de cada mulher.

A boa notícia é que hoje há um diversificado arsenal de métodos contraceptivos disponíveis no mercado, que se adaptam aos diversos perfis.

Para ajudar na tarefa de encontrar qual o melhor anticoncepcional pra você, selecionamos alguns aspectos que devem ser levados em conta na hora da escolha.

Qual o melhor anticoncepcional pra mim? Descubra...
Qual o melhor anticoncepcional pra mim? 


Qual o melhor anticoncepcional pra você se você...



1. Não pensa em ter filhos nos próximos 3 a 5 anos 


Muitas mulheres não pensam em filhos a curto prazo, preferindo priorizar o trabalho ou a vida a dois e programar a maternidade para, no mínimo, três anos. Para essas, os métodos contraceptivos de longa ação podem ser uma boa opção, já que elas não terão de se preocupar com a contracepção diária ou mensalmente.

Entre esses métodos, estão o implante subcutâneo, um bastonete de 4 cm de comprimento com apenas progesterona em sua composição e que deve ser inserido pelo médico abaixo da pele do braço com anestesia local, a cada três anos. Outras opções são os dispositivos colocados diretamente no útero. Existem dois tipos: o DIU de cobre - sem hormônio e com duração de até 10 anos dependendo do modelo e fabricante - e o SIU, feito com o hormônio progesterona e com duração de até cinco anos.

► Leia também: Pílula do dia seguinte em excesso faz mal.

2. Esquece de tomar a pílula com frequência


Para muitas mulheres, a pílula contraceptiva é o método mais cômodo, afinal, é preciso ingerir apenas um comprimido por dia. Para outras, lembrar diariamente de tomar a pílula é um problema. Para quem não quer tomar remédio todos os dias ou que se esquece da pílula com frequência, as opções mais apropriadas podem ser os métodos não diários.

É o caso, por exemplo, do anel contraceptivo. Transparente e flexível, o anel deve ser inserido pela própria mulher uma vez ao mês, permanecendo na vagina por 21 dias, com interrupção de uma semana para menstruar. Ele libera os hormônios estrogênio e progesterona de forma gradual e contínua, inibindo a ovulação e, assim, evitando a gravidez. Outras opções para essas mulheres podem ser os contraceptivos injetáveis mensais ou trimestrais e o adesivo, colocado sobre a pele a cada sete dias, durante três semanas consecutivas, com uma de intervalo.


3. Não gosta de tomar medicamentos orais


Não gostar de tomar medicamentos orais pode ser um empecilho para algumas mulheres tomarem pílula. Para elas, há como opção métodos não orais, a exemplo do anel contraceptivo, do implante subcutâneo, dos injetáveis, do DIU/SIU e do adesivo. Esses métodos não sofrem interferências gastrointestinais, ou seja, a contracepção e o ciclo se mantêm inalterados, mesmo em casos de diarreia ou vômitos, fatores que podem impedir a absorção adequada dos componentes do anticoncepcional oral pelo organismo, quando o episódio ocorre próximo a ingesta do medicamento ou contraceptivo.

► Leia também: Anticoncepcionais de longa duração escolha de mulheres jovens.

4. Tiver sensibilidade ao estrogênio


Muitas mulheres não toleram a ação do estrogênio ou têm contraindicações ao uso do hormônio como, por exemplo, serem fumantes ou terem hipertensão. Para elas, as melhores opções são os contraceptivos livres de estrogênio (implante subcutâneo, pílulas orais só de progesterona, injetáveis trimestrais e SIU) ou métodos sem hormônio, como, por exemplo, o DIU.






5. Estiver amamentando


Mamães também precisam se preocupar com a contracepção, principalmente após a quarentena, quando o organismo e a fertilidade começam a se estabilizar. Muitas vezes, porém, elas ainda estão amamentando, o que impede que utilizem métodos contraceptivos que tenham estrogênio, hormônio que pode interferir na produção do leite. Por isso, as opções mais adequadas são contraceptivos não hormonais (como o DIU de cobre) ou só com progesterona, como é o caso de algumas pílulas orais, do SIU e do implante subcutâneo. É importante ressaltar que esses métodos são reversíveis, ou seja, podem ser suspensos a qualquer momento, se a mulher decidir aumentar a família.

6. Viajar muito por causa do trabalho


A maioria das mulheres não sabe, mas a simples mudança de fuso horário pode prejudicar o efeito contraceptivo da pílula oral, que deve ser ingerida regularmente sempre no mesmo horário. Além disso, pode ser difícil encontrar o medicamento que usa em outras cidades e, principalmente, países, dificultando o reinício da cartela e aumentando assim o risco de comprometer a eficácia contraceptiva. Por isso, para as mulheres que viajam muito, podem ser mais apropriados métodos que independem da tomada diária, como é o caso do anel contraceptivo mensal, do implante subcutâneo, dos injetáveis e do DIU/SIU.

fonte: direitodeescolha.com.br - MSD
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Qual a relação entre gravidez x Alzheimer?

Filhos de mulheres que comeram gordura na gravidez têm mais chances de ter Alzheimer.

É isso mesmo, um estudo sugere que alimentação rica em gordura durante a gravidez pode tornar os filhos mais vulneráveis ao mal de Alzheimer.

Os hábitos alimentares da grávida podem influenciar o risco de o feto desenvolver Alzheimer mais tarde na vida, segundo uma nova pesquisa da Universidade de Southampton, no Reino Unido.

Os especialistas descobriram que descendentes de ratos alimentados com uma dieta rica em gordura tinham maior probabilidade em adultos de problemas de fluxo sanguíneo no cérebro, uma característica associada ao Alzheimer.

Qual a relação entre gravidez x Alzheimer?
Qual a relação entre gravidez x Alzheimer?

Como foi o estudo que diz que risco de Alzheimer pode começar na gravidez


Quando os filhotes foram alimentados com uma dieta rica em gordura os seus cérebros tornaram-se menos capazes de eliminar a proteína prejudicial amiloide, que se acumula no cérebro dos doentes de Alzheimer.

► Leia também: Infertilidade feminina pode se originar na adolescência.

Cheryl Hawkes, líder do estudo, ressalva que mais trabalhos serão necessários para compreender esta associação, mas recorda que a pesquisa pode ter implicações importantes para os seres humanos, pois estes "resultados preliminares sugerem que as dietas das mães durante a gravidez podem ter efeitos a longo prazo sobre os cérebros e a saúde vascular dos seus filhos".

Num próximo passo, os especialistas vão procurar confirmar se os resultados podem estar relacionados com a doença de Alzheimer em humanos, o que poderia fornecer novas pistas sobre a prevenção da doença.

► Leia também: Obesidade na gravidez afeta imunidade do bebê, diz estudo.

Fonte: Telegraph

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Quatro dicas para cuidar da pele do bebê no verão

Especialistas dão dicas para curtir a estação mais quente do ano sem preocupação com a pele bebê

A temporada mais quente do ano chegou. Nesse período, os pais devem redobrar a atenção com a pele delicada dos bebês.

“Durante os três primeiros anos de vida, a pele da criança é de 20 a 30% mais fina que as dos adultos, por isso costuma ser mais ressecada, além de ser mais sensível ao calor e a luz do sol, precisando ser constantemente protegida”, comentam as enfermeiras da Criogênesis, Natalia Modica e Luciana Santos.

Para evitar desconfortos e aproveitar todo o verão sem preocupações, as especialistas separaram algumas dicas. Confira:

VERIFIQUE A TEMPERATURA DO BANHO - É indicado que a água do banho seja morna, e não quente. Além disso, a duração deve ter no máximo 10 minutos. Esses dois fatores já diminuem a perda de água da pele. “Outro ponto importante é usar produtos que tenham o pH ligeiramente ácido, assim como é a pele do bebê, garantindo uma limpeza suave e sem ressecamento. Será melhor se o sabonete usado for líquido ao invés do de barra, pois ele é mais suave e fácil de aplicar”, indicam Natalia e Luciana.

ATENTE-SE AO PROTETOR SOLAR – As mães devem evitar a exposição solar direta dos bebês de até seis meses. “Para protegê-los, aposte em roupas leves que cubram todo o corpo, chapéus e carrinhos de bebê com tecido que filtre raios UVA e UVB”, recomendam. O filtro solar pode ser utilizado a partir do sexto mês, devendo ser do tipo baby ou mineral.

CONTROLE O SUOR – “A miliária, mais conhecido como brotoeja, é uma erupção cutânea ocasionada pelo suor abundante, que por não chegar a superfície da pele, desencadeia uma inflamação das glândulas sudoríparas causando irritação frequente e coceira”, alertam as enfermeiras. Para tratar, o melhor a fazer é aliviar o desconforto do bebê, principalmente ao refrescar e secar a área afetada, com banhos e roupas frescas. Em caso de dúvidas, procure o pediatra.

HIDRATE A PELE - A utilização de cremes, loções ou pomadas emolientes, específicas e adequadas à pele frágil e imatura do bebê devem fazer parte dos cuidados e dos hábitos de higiene. “Além de proteger a pele contra as agressões externas, esses produtos ajudam a mantê-la saudável e hidratada”, finalizam.

Fonte: Criogênesis

Redação: Renata Fraia - farmacêutica e jornalista, atuando desde 2008 na atenção e assistência farmacêutica nos blogs Saúde da Mulher e Saúde com Ciência
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