Como combater os sintomas da TPM

Entre os principais sintomas da TPM estão uma maior irritabilidade, cansaço, dores de cabeça, inchaço, sensibilidade nos seios, ansiedade e depressão, de leve a moderada. A maioria das mulheres que sofrem de sintomas intensos de TPM precisam de acompanhamento para descobrir a causa do problema e poderem, assim, saber como combater os sintomas da TPM.

A principal causa seria hormonal, já que neste período do mês, o corpo se prepara para a menstruação, e há um aumento no nível de estrogênio ou queda da progesterona. Mas há várias outras causas, inclusive psicológicas, que podem influenciar a TPM.


1. Alimente-se bem e beba muitos líquidos. Apesar de nesta fase o corpo reter muito líquido, o que causa inchaço e outros sintomas, manter-se bem hidratada é fundamental. Chás ajudam muito, assim como sucos de frutas e folhas verdes, ricas em ferro. Consuma com alimentos que contenham muita vitamina C, como a acerola, laranja e limão, pois a vitamina C ajuda o corpo a absorver o ferro.

2. Tabela menstrual. Um hábito simples mas muito eficaz para ajudar com os sintomas da TPM é ter uma tabela menstrual em que você anote os dias de sua menstruação e outras fases do seu ciclo, todos os meses.

Esta tabela vai lhe ajudar a conhecer melhor seu ciclo e a compreender as mudanças pelas quais seu corpo passa todos os meses. Também te ajuda a se preparar: marque a semana pré-menstrual e evite marcar compromissos importantes nesta época e também nos dias de sangramento. Também evite tratamentos que envolvam algum nível de dor, como depilação com cera e tratamentos dentários, ou exercícios físicos intensos, como corrida. Nesta fase, o corpo está muito sensível e quer mais é descanso.
Como combater os sintomas da TPM
Como combater os sintomas da TPM

3. Consuma refeições mornas e evite gelados. A temperatura interna do corpo pode mudar quando consumimos muitos alimentos gelados. Pelo menos nesta fase, prefira alimentos mornos a quentes (mas não muito!), que ajudam o fluxo dos fluidos corporais.

4. Reserve um tempo para você. O dia a dia agitado que muitas de nós enfrentamos só faz piorar os sintomas de TPM. Na semana que antecede a menstruação e na semana da menstruação, nosso corpo pede descanso. Na medida do possível, reserve este período para diminuir o ritmo, dormir mais e relaxar a mente.

5. Exercícios leves ajudam. Algumas posturas de yoga, tai chi, caminhadas leves na natureza e outras atividades físicas que não exijam muito do corpo também ajudam nesta época.

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Se os sintomas da TPM estiverem muito intensos, é necessário se consultar com um profissional de saúde. O ideal é ir ao ginecologista e ele poderá inclusive que você vá a um psiquiatra para tratar os sintomas como depressão.
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Angelina Jolie retira os seios. Por quê?

Recebi com um susto e até com um certo preconceito: "A atriz Angelina Jolie retira os seios com medo de câncer de mama", mas - passado o susto - vi que sua atitude tem fundamento e foi recomendada por seus médicos.

A revelação foi feita em artigo publicado no jornal ‘The New York Times’. Os médicos da diva disseram que a atriz tinha 87% de chances de desenvolver um câncer de mama. Este tipo de câncer que Jolie corria grandes riscos de ter foi o mesmo que matou sua mãe aos 56 anos. Um tumor agressivo e presente em seus gens. Aos 37 anos, a atriz diz que descobriu ter um “defeito” no gene chamado BRCA1.

Segundo a atriz seus médicos disseram que suas chances de desenvolver o câncer de mama caíram de 87 para 5% (excelente prognóstico, não?), e revelou:

"Minha mãe lutou contra o câncer por quase uma década e morreu aos 56″, diz a atriz no começo do texto. “Ela viveu o suficiente para conhecer seus primeiros netos e segurá-los nos braços. Mas minhas outras crianças nunca terão a chance de conhecê-la e sentir quão amável e graciosa ela era”, afirma."
Angelina Jolie retira os seios. Por quê?


“Quando soube que essa era minha realidade, decidi ser pró-ativa e minimizar o risco o quanto podia. Tomei a decisão de ter uma dupla mastectomia preventiva”, diz a atriz. “Comecei com os seios, já que meu risco de câncer de mama é mais alto que meu risco de câncer no ovário, e a cirurgia é mais complexa”, afirma.

O tempo para a reconstrução das mamas com implantes foi relativamente demorado, durando nove semanas.

“Eu queria escrever isso para contar a outras mulheres que a decisão de fazer uma mastectomia não foi fácil. Mas estou muito feliz de tê-la tomado”, diz Angelina.

Um alerta que eu gostaria de deixar claro, não saiam por aí retirando seios para não terem câncer. O caso dela era pontual, ou seja, a chance de ela desenvolver a doença era de quase 90%.

E o que fica disso tudo para nós mulheres? Ainda hoje, há muitas mulheres que relutam em fazer a retirada das mamas mesmo em casos de câncer avançado, porque isso afetaria sua feminilidade. Mas elas não pensam que se não o fizerem, não terão chances de viver com ou sem feminilidade, pois não estarão vivas. E, com as técnicas de reconstrução mamária, esse medo de ‘deixar de se sentir mulher’ já não faz mais sentido.

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Fonte: NY Times
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Exames que a mulher precisa fazer anualmente

O costume de visitar o médico periodicamente (exames que a mulher precisa fazer anualmente) é muito importante para a saúde. Porém, infelizmente, é um hábito ainda muito ignorado. Quando se trata do ginecologista, por exemplo, é bastante comum que a correria do dia a dia faça com que a consulta seja adiada.

“Se a paciente não apresentar alguma disfunção, o ideal é que a primeira consulta ginecológica seja marcada logo depois da primeira menstruação. A partir daí, a periodicidade deve ser anual”, aponta a especialista em obstetrícia e ginecologia Dra. Fabiane Andrade Vargas.

Exames que a mulher precisa fazer anualmente 

Exames que a mulher precisa fazer anualmente

1. Preventivo ou Papanicolau
É fundamental para o diagnóstico das primeiras alterações no colo do útero, que são fáceis de tratar, sendo recomendado pela maioria dos médicos a partir da primeira relação sexual e anualmente desde então. “O câncer de colo uterino é o que mais mata as mulheres no Brasil devido à falta do exame preventivo”, alerta a Dra. Fabiane.

2. Mamografia
Na opinião da maioria dos ginecologistas, esse exame, que detecta anormalidades no tecido da mama, deve ser feito anualmente a partir dos 40 anos de idade. Exceções são feitas para quem tem casos entre os parentes, pois quem tem história familiar de câncer de mama pode ter que iniciar mais cedo o monitoramento e a prevenção.

3. Hemograma
Esse exame oferece um parâmetro de como estão as células sanguíneas e as plaquetas, além de identificar inflamações, infecções e anemias. Ele deve ser pedido já na primeira consulta como parte do checkup.

4. Glicemia
Ajuda a identificar os níveis glicêmicos no sangue, inclusive para o diagnóstico da diabetes. Ele também deve ser solicitado na consulta inicial.

5. Sorologias
São ordenadas de acordo com o histórico e a suspeita de diagnóstico de cada paciente. “Os testes para as principais Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) também devem fazer parte de um bom checkup”, recomenda a doutora.

6. TSH
É um exame de sangue indicado para avaliar as funções da tireoide. Dependendo dos sintomas, pode ser solicitado antes dos 40 anos, mas deve ser incluído regularmente na lista de procedimentos médicos.

7. Pós-menopausa
Esse é um período que atinge mulheres entre 45 e 50 anos. A partir daí, são necessárias outras checagens. “Solicitamos exames de função do fígado e do rim, bem como de colesterol total e frações, além de todos os citados nos itens anteriores.” Nesse momento, a Dra. Fabiane recomenda também uma avaliação com um cardiologista.

8. Densitometria óssea
Determina a densidade dos ossos do corpo humano. É importante que o exame seja realizado após os 50 anos, período em que se começa a perder eficiência óssea. Se os resultados forem normais na primeira checagem, a desintometria óssea deve ser repetida a cada dois anos. Mas a partir do momento em que aparecem alterações, a frequência recomendada é anual.

9. Ultrassom transvaginal e ultrassonografia mamária
Esses exames não são pedidos como parte da rotina médica por serem mais específicos. A intenção é avaliar os órgãos do sistema reprodutivo feminino. “A maioria dos médicos concorda com o fato de que eles só devem ser solicitados quando a paciente apresentar sintomas ou histórico familiar, e não como rotina”, avisa a especialista. A ultrassonagrafia mamária, por exemplo, pode complementar o diagnóstico em caso de mamas mais densas durante a mamografia.

10. Colposcopia
Trata-se de um exame mais detalhado do colo do útero. “A colposcopia deve ser solicitada em caso de alterações específicas do preventivo (Papanicolau) se a paciente apresentar sintomas ou quando o médico perceber algo suspeito durante o exame de rotina”, comenta Fabiane. A urocultura (exame de urina) é também pedida em casos de pacientes com sintomas específicos, como ardência ao urinar

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Fonte: Portal Vital (http://www.portalvital.com/)
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A Reprodução Assistida após 50 anos é proibida

O Conselho Federal de Medicina (CFM) publica a atualização da resolução que trata dos procedimentos de reprodução assistida no país. A partir de agora, no Brasil fica proibida reprodução assistida para mulheres com mais de 50 anos.

O coordenador da Câmara Técnica de Reprodução Assistida do CFM, José Hiran Gallo, explica que esta medida levou em consideração a segurança da gestante e da criança: “pesquisas em todo mundo apontam que a fase reprodutiva da mulher é de até 48 anos e após essa idade os riscos são evidentes”.

Antes não havia um limite estabelecido e essa idade foi considerada pelo risco obstétrico. Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), membro da Câmara Técnica do CFM, Adelino Amaral, para as mães, após 50 anos, elevam-se casos de hipertensão na gravidez, diabetes e aumento de partos prematuros. E para a criança, os problemas mais comum são o nascimento abaixo do peso e o parto prematuro.

A Reprodução Assistida após 50 anos é proibida
A Reprodução Assistida após 50 anos é proibida


Doação compartilhada - A Resolução do CFM ainda definiu os termos para a doação compartilhada de óvulos. Isso ocorre quando uma mulher, em tratamento para engravidar, doa parte dos seus óvulos para uma mulher mais velha (que não produz mais óvulos) em troca do custeio de parte do tratamento. Neste caso, a norma define a idade limite do doador de 35 anos para mulher e 50 para homem.

A nova redação também deixa mais claro quanto ao número de oócitos [mesmo que óvulos] e embriões [fecundação entre óvulo e espermatozoide] a serem transferidos no caso de doação: estes devem ser respeitada a idade da doadora e não da receptora. José Hiran Gallo explica que a decisão se dá porque a qualidade dos óvulos doados são maiores:

“a paciente acima de 40 anos tem probabilidade de engravidar em torno 10%, já as pacientes menores de 35 tem chances acima de 40%. Essa limitação reduz as chances de gestação múltipla, que seria mais um fator de risco para mulheres mais velhas. É preciso ficar atento à maturidade desses óvulos e não de sua receptora”.

Diversidade - Outra questão abordada na nova norma do CFM diz respeito ao tratamento de reprodução para casais homoafetivos. A resolução anterior dizia que "qualquer pessoa" poderia ser submetida ao procedimento "nos limites da resolução", no entanto os casais formados por pessoas de mesmo sexo esbarravam em diferentes interpretações.

Agora a resolução do CFM deixou mais claro esse direito:
“é permitido o uso das técnicas de reprodução assistida para relacionamentos homoafetivos e pessoas solteiras, respeitado o direito da objeção de consciência do médico”.

De acordo com o presidente do CFM, Roberto d’Avila, a aprovação da medida é um avanço porque “permite que a técnica seja desenvolvida em todas as pessoas, independentemente de estado civil ou orientação sexual. É uma demanda da sociedade moderna. A medicina não tem preconceitos e deve respeitar todos de maneira igual”.

Para auxiliar nesses casos o CFM ampliou o parentesco para doadoras temporárias do útero. Estas devem pertencer à família de um dos parceiros num parentesco consanguíneo até o quarto grau (primeiro grau – mãe; segundo grau – irmã/avó; terceiro grau – tia; quarto grau – prima). Em todos os casos também devem respeitada a idade limite de até 50 anos.

Descarte de embriões - Com base em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que autoriza o uso de embriões para pesquisa com células tronco, e considerando o crescente estoque de material genético, o texto, elaborado pela Câmara Técnica de Reprodução Assistida do CFM, também abordou este tema.

Uma das alterações da Resolução trata do descarte de embriões que estão nas clinicas de reprodução assistida e que não serão mais utilizados pelos casais, como os casos dos que já tiveram seus filhos, estão em separação, ou houve morte de um dos cônjuges. Existem muitos embriões que estão abandonados há 15 anos e não são aproveitados.

Segundo a norma do CFM, após cinco anos, os embriões criopreservados podem ser doados para outros pacientes; doados para pesquisas; ou descartados.Se for da vontade do paciente, esses embriões também podem continuar congelados desde que os pacientes expressem essa vontade e assumam as responsabilidades por essa decisão.

Relatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aponta que no Brasil 26.283 embriões foram congelados somente no ano de 2011. Para congelar esses embriões, os casais pagam uma taxa que varia entre R$ 600 e R$ 1,2 mil, e para mantê-los neste processo é preciso arcar com uma mensalidade. Entretanto cerca de 80% desse material é abandonado pelos pacientes e o banco que arca com as despesas da manutenção repondo nitrogênio e garantindo espaço físico.

 “A responsabilidade técnica deste material abandonado só ficará a cargo da clínica por cinco anos. Faremos uma convocação desses casais que já abandonaram os embriões e conscientizaremos os próximos pacientes das possibilidades de doação e descarte”, declarou Adelino Amaral.

Veja as principais contribuições da Resolução CFM nº 2.013/13:

IDADE DA PACIENTE - a idade máxima das candidatas à gestação de reprodução assistida é de 50 anos.

DOAÇÃO COMPARTILHADA – Libera a medida e limita a idade da doadora em 35 anos.

IDADE LIMITE PARA DOAÇÃO DE ESPERMATOZÓIDES - 50 anos.

ÚTERO DE SUBSTITUIÇÃO – Ampliou-se para parentesco consanguíneo de até 4º grau.

TRANSFERÊNCIA - A nova redação também deixa mais claro quanto ao número de oócitos e embriões a serem transferidos no caso de doação: estes devem ser respeitado a idade da doadora e não da receptora.

DESCARTE – os embriões criopreservados acima de cinco anos, poderão ser descartados se esta for a vontade dos pacientes.

HOMOAFETIVIDADE – É permitido o uso das técnicas de reprodução assistida para relacionamentos homoafetivos e pessoas solteiras, respeitado o direito da objeção de consciência.

Fonte: Saude com Ciência e CFM.
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Laser para tratar menopausa: Monalisa Touch

Pesquisa da Universidade de Pavia, na Itália, aponta que a técnica terapêutica Monalisa Touch ameniza problemas do climatério como falta de elasticidade e umidade, proporcionando uma vida sexual mais ativa.

Sem contraindicação, nova técnica surge como alternativa aos riscos da terapia hormonal.

Depois de ser lançado na Europa, o Monalisa Touch chega ao país tratamento que restaura a funcionalidade vaginal na menopausa, condição que acomete 13,5 milhões de brasileiras, segundo estimativa do IBGE. Desenvolvido pela italiana Deka, empresa líder em laser nas áreas médica e odontológica, a técnica Monalisa Touch (V2LR) que é realizada por meio de um equipamento laser de CO2 fracionado (Smartxide 2), recupera a elasticidade, a espessura e a umidade da vagina, sintomas da atrofia vaginal.

Laser para tratar menopausa


Laser para tratar menopausa: Monalisa Touch

Dúvidas sobre o Monalisa Touch (laser para menopausa)


1. A partir de que idade a paciente pode utilizar o Monalisa Touch?
A partir do momento que sentir os sintomas da atrofia vaginal, da menopausa. Antes, porém, são necessárias avaliação e indicação do ginecologista.

2. Como é a aplicação, pode doer?
Não dura mais que 15 minutos, é feita no consultório do ginecologista. É indolor, mas se a paciente preferir pode ser usado um anestésico tópico. Ocorre uma leve sensação de calor somente.

3. Em média, quantas sessões são necessárias?
De 1 a 3, dependendo de cada caso.

4. Como é o pós-aplicação?
A paciente não deve ter relações por 15 dias.

5. Quem não pode fazer?
Mulheres grávidas, que tenham doenças contagiosas (DSTs, HPV), mudanças de citologia no último Papa Nicolau, inflamações da vulva ou doenças relacionadas à coagulação sanguínea.

6. Foi aprovado pela Anvisa?
Sim. O equipamento já tem seu uso legalizado no Brasil.

7. Onde as pessoas encontram o tratamento?
www.monalisatouch.com.br


Causada pela queda progressiva do nível do hormônio estrógeno, a atrofia vaginal faz com que a mucosa da vagina fique mais fina e com pouca lubrificação, tornando a atividade sexual insatisfatória, já que ocorre queimação, dor e desconforto durante a relação. Apesar de acometer mais de 40% das mulheres no climatério, somente 25% delas, segundo pesquisa da Sociedade Norte-Americana de Menopausa, se queixam da situação aos ginecologistas.

"Método substitui tratamento hormonal" - Para o coordenador científico da Academia Internacional de Ginecologia Cosmética e dermatologista italiano Nicola Zerbinati, que fez parte do Comitê Científico de análise do novo projeto da Deka, os resultados do Monalisa Touch significam um retardo no relógio biológico da mulher em cerca de 15/20 anos. "Usamos todo o conhecimento do laser aplicado em métodos de antienvelhecimento da pele para desenvolver algo específico para a atrofia vaginal. O método substitui os tradicionais tratamentos com hormônios", afirma o renomado dermatologista, que vem ao Brasil em abril para um workshop de lançamento do método com médicos.


"Devolvemos qualidade de vida e autoestima para as mulheres na medida em que restauramos a fisiologia da vagina. E como o laser também proporciona mudança de aspecto físico, acaba implicando em clareamento e rejuvenescimento do tecido vaginal, ou seja, essas melhorias estéticas são consequências do procedimento", complementa Zerbinati.

Pesquisa de análise laboratorial do método, coordenada pelo professor de Histologia e Embriologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Pavia, Alberto Calligaro, constatou a restauração do tecido vaginal após a aplicação do novo laser.

 "Conseguimos comprovar que esse tipo de laser não só estimula a produção de colágeno, devolvendo espessura à pele por meio da multiplicação celular, como melhora a frouxidão na parede vaginal. Indiretamente ainda reduz o ressecamento do órgão feminino, pois aumenta a atividade dos fibroblastos, melhorando a vascularização e o nível de hidratação da mucosa", explica.

Pesquisa aponta redução de 74% no ressecamento - Outro estudo clínico, parceria do San Raffaele Hospital, em Milão, com a Universidade da Pavia, ambos na Itália, com 50 mulheres um mês após as aplicações do laser, também demonstrou resultados otimistas, como reduções de 74.16% no ressecamento vaginal, 65,39% em irritações, 63,53% na dor durante a relação e 54,22% na perda de elasticidade. Os mesmos indícios também foram relatados num levantamento com 93 pacientes submetidas ao Monalisa Touch, na Universidade de Mendonza, na Argentina, e publicada no American Journal of Cosmetic Surgery.

A sexualidade após a menopausa é considerada um problema para 4 entre 10 mulheres, de acordo com pesquisa com mais de 4 mil casais liderada pela DEKA e apresentada em congresso europeu no ano passado. Mais de 50% das entrevistadas não relatam suas queixas aos parceiros, e se desabafam, após com muita dificuldade, atesta o mesmo estudo.


"Infelizmente a atrofia vaginal é uma condição subestimada e um tabu que pode trazer sofrimento. É importante que as mulheres procurem ajuda médica e saibam das opções de tratamento", opina a ginecologista Vera Lucia da Cruz, professora da Faculdade de Medicina do ABC que está coordenando estudo do Monalisa Touch no Brasil. Diferentemente da terapia hormonal que exige uso contínuo, o novo laser requer aplicações anuais, esclarece a especialista. Além do mais, a incidência do câncer em mulheres jovens tem aumentado nos últimos anos. "Essas pacientes jamais poderiam solucionar a atrofia vaginal com hormônios. O Monalisa Touch já é usado com sucesso nesses casos", aponta.

Sem incisão e indolor - O Monalisa Touch usa um tipo de laser de CO2 fracionado com alto poder de penetração. Indicado após avaliação médica e aplicado pelo ginecologista, o tratamento inclui, em geral, de 2 a 3 sessões, dependendo do caso, e deve ser feito pelo menos uma vez ao ano. Após a aplicação, recomenda-se apenas 10 dias sem atividade sexual.
O Monalisa Touch está sendo comercializado com exclusividade pela brasileira Top Consult, distribuidora exclusiva da Deka no Brasil.

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Prótese de silicone e câncer de mama

Prótese pode atrapalhar diagnóstico em exames como raio x e mamografia. No entanto, implante pode facilitar a detecção manual dos tumores.

Um estudo canadense divulgado nesta quarta-feira (1º) na publicação britânica “British Medical Journal” sugere que implantes de silicone no seio de mulheres pode dificultar o diagnóstico de câncer de mama, reduzindo as chances de cura devido à demora na descoberta da doença.

Prótese de silicone e câncer de mama


De acordo com a pesquisa, as próteses não são as causadoras dos tumores, mas dificultam o diagnóstico do câncer em seus estágios iniciais. Os autores, o epidemiologista Eric Lavigne e o professor Jacques Brisson, ambos da Universidade de Quebec, analisaram os resultados de 12 estudos publicados desde 1993 nos Estados Unidos, Canadá e no Norte da Europa.
Eles concluíram que mulheres com silicone tem 26% mais chances de serem diagnosticadas com câncer nos estágios avançados da doença - justamente porque a prótese impediu o diagnóstico no estágio inicial. Uma análise de cinco estudos mostrou que a chance de morte entre pacientes com prótese aumenta 38%.
Prótese de silicone e câncer de mama
Prótese de silicone e câncer de mama

A investigação científica mostra que o silicone pode impedir a descoberta do câncer em exames como o de raio x o e mamografia. No entanto, o implante pode facilitar a detecção manual dos tumores, já que fornece uma superfície contra a qual o nódulo se apoia.

Os canadenses defendem a necessidade de mais estudos para investigar os efeitos a longo prazo dos implantes cosméticos de mama na identificação e prognóstico de câncer.

Próteses estão mais populares
As próteses de mama foram criadas nos anos 1960 por um cirurgião inglês e, na época, eram mais duras e redondas, feitas de silicone líquido e material sintético. Até o início dos anos 2000, os modelos mais vendidos não chegavam a 200 ml. Hoje, os mais pedidos e usados são os de perfil alto e 300 ml. E há também os implantes ajustáveis.

O maior problema, em geral, é uma rejeição do organismo da mulher. Por isso, a cirurgia precisa ser feita com um profissional qualificado. A grande oferta tem ajudado a baixar o preço médio dos implantes, que hoje já podem ser pagos em até 12 parcelas e saem em torno de R$ 1.400, correspondendo a cerca de um terço do valor da cirurgia (R$ 4.200).

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Fonte: Bem Estar
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Mulher de 40 anos de hoje é a de 30 anos de antes, a de 60 está mais jovem do que nunca...

Sempre que uma amiga me diz que está deprimida por estar com mais de trinta, ou quando alguém se sente infeliz por estar com 50 anos eu digo:

 "- Calma, a mulher de 40 anos de hoje é a mulher de 30 anos de anos atrás." Isso porque os tempos são outros, a expectativa de vida aumentou muito, a gente cuida muito mais da nossa saúde da mulher e o pensamento também mudou. Uma matéria do iG, expressa tudo o que penso a respeito.

A matéria:
O perfil das mulheres brasileiras mudou bastante nos últimos anos, especialmente o daquelas que vivem em grandes centros urbanos, com maior acesso à tecnologia, à educação e ao mercado de trabalho. A imagem da vovó que ficava sentada na cadeira de balanço fazendo tricô, cozinhando para os netos e maldizendo a vizinha desquitada está em extinção.

Hoje, a mulher de 60 anos pode até ter habilidades para o artesanato e preparar bolos deliciosos, mas também trabalha, vai à academia, namora – e passa longe da acepção de “idosa” que um dia nossas avós e bisavós encarnaram.
Mulher de 40 anos de hoje

Hoje, ninguém se espanta ao ver uma mulher de 30 anos solteira, uma de 40 sem filhos, outra de 50 de namorado novo ou uma de 60 começando um trabalho. A atual geração feminina parece estar redefinindo as antigas faixas etárias: os 30 parecem os novos 20; os 40, os novos 30 – e assim por diante. “Depois das conquistas em movimentos sociais e feministas, as mulheres adotaram outra forma de conviver na família, na vida cotidiana, na maneira de se comportar”, diz a historiadora e socióloga Rosana Schwartz, líder do Núcleo de Estudos de Gênero, Raça e Etnia da Universidade Mackenzie.

Ter filhos mais tarde, ser independente financeiramente, dedicar-se aos estudos, cuidar do corpo e continuar trabalhando, inclusive na terceira idade, são comportamentos cada vez mais comuns. Um exemplo é o número de mães com idade entre 30 e 34 anos, que subiu de 14,73%, em 2001, para 17,63%, em 2011, segundo estatísticas do Registro Civil 2011. A participação das mulheres no mercado de trabalho também aumentou: passou de 41,5%, em 1999, para 48,8%, em 2009, conforme os dados da Síntese de Indicadores Sociais (SIS) de 2010.

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Fonte: iG

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Rachaduras nos pés: tratamento natural

Ninguém gosta de exibir pés com rachaduras não é mesmo? E se você já experimentou vários tipos de tratamentos para rachaduras nos pés, que tal tentar algo novo e natural?

Rachaduras nos pés: tratamento natural


Moa um punhado de arroz até obter uma farinha fina, adicione algumas colheres de mel e vinagre de cidra da maçã o suficiente para obter uma pasta grossa.
Se as rachaduras são muito profundas, adicione uma colher de azeite de oliva.


Rachaduras nos pés: tratamento natural

Mergulhe os pés em água morna por 20 minutos e faça uma massagem suave com essa pasta.
Pode deixar a pasta nos pés, só tire o excesso!

Se o pé estiver com a pele muito grossa, à medida que for sarando dá para ir lixando até que fique fininho e curado!

OBS1.: Para moer o arroz coloca num pacotinho e bate com o martelo até virar pó ou bate no liquidificador, é fácil.

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Fonte: Agrega Pais
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Hiperprolactinemia: o que é o distúrbio que faz produzir leite mesmo sem estar grávida

Hiperprolactinemia. De novo: Hiper-pro-lac-ti-ne-mia, uma condição de nome difícil, mas de fácil entendimento que significa uma produção excessiva do hormônio prolactina pelo organismo da mulher. Disfunção interfere no ciclo menstrual, na libido e na fertilidade de homens e mulheres

Uma doença de nome complicado, mas que é mais comum do que se imagina e pode trazer uma série de inconvenientes. Causada pela produção em excesso de hormônio prolactina – que, entre outras funções, é responsável pela produção do leite materno – a hiperprolactinemia é um distúrbio que, se não identificado a tempo, pode atrasar o diagnóstico de um tumor benigno.

Um dos principais sintomas da doença é a produção de leite fora do período normal de amamentação após o parto.

“É a chamada galactorreia”, explica Nina Musolino, médica-supervisora do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), que ainda esclarece: “a hiperprolactinemia também causa alterações menstruais, como irregularidade e até falta de menstruação, e em homens, redução da potência sexual, além de redução da libido e infertilidade em ambos os sexos”.

Entre as principais causas da hiperprolactinemia está o uso de alguns medicamentos, entre eles, antipsicóticos, antiácidos, antieméticos (remédios para enjoo) e anti-hipertensivos. Estresse, casos de hipotireoidismo primário e síndrome dos ovários policísticos também estão relacionados com o surgimento da alteração.

Além dos sintomas relacionados, o diagnóstico da hiperprolactinemia é feito por meio de um exame laboratorial que mede a concentração de prolactina no sangue. Níveis acima de 20 ou 25 ng/ml caracterizam o distúrbio. Já quando o resultado da análise for acima de 100 ng/ml, existe a possibilidade da existência de um tumor benigno da hipófise. “Esses tumores podem causar distúrbios neurológicos como cefaleia e perda visual”, diz a médica. Porém vale ressaltar que, geralmente, as consequências são reversíveis e os tumores são muito sensíveis ao tratamento medicamentoso.

Na maioria dos casos de hiperprolactinemia, o tratamento é feito com medicamentos com ação semelhante à da dopamina, como Dostinex (cabergolina), que agem diretamente na hipófise, reduzindo a produção da prolactina (ler: saiba mais sobre a prolactina)

“A cabergolina tem ação semelhante à dopamina e é o principal medicamento utilizado no combate à doença porque tem melhores resultados e menor interferência de efeitos colaterais”, diz a especialista.

Mesmo nos casos de tumores produtores de prolactina (prolactinomas) a substância é o tratamento de escolha.

“A duração do tratamento vai depender da causa da hiperprolactinemia e é muito variável. O medicamento pode ser indicado por muitos anos sem prejuízo do efeito”, conclui.

Em situações de falta de resposta à cabergolina, deve-se considerar a possiblidade de cirurgia para retirada do prolactinoma: no Brasil, apenas 15% a 20% dos indivíduos com hiperprolactinemia precisam ser submetidos à cirurgia.
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Aumenta incidência de câncer de mama entre mulheres jovens

Nos últimos 30 anos, mais mulheres que vivem nos Estados Unidos com idade entre 25 e 39 anos (mulheres jovens) foram diagnosticadas com câncer de mama com metástase, informa pesquisa publicada no final de fevereiro no site http://www.breastcancer.org/.

São 1,53 casos para cada 100 mil mulheres em 1976 e 2,90 para 100 mil em 2009, crescimento médio de casos de 2,1% ao ano. Isso significa que 800 mulheres com menos de 40 anos são diagnosticadas com câncer com metástase a cada ano. A doença com metástase em mulheres jovens tende a ser mais agressiva e de tratamento mais difícil.

A pesquisa não traz a comprovação do motivo deste crescimentos de casos entre as jovens, mas sugere uma combinação de fatores como a causa. Uma delas seria o fato de as mulheres terem o primeiro filho mais tarde, após os 30 anos, o que eleva a chance de aparecimento da doença. O consumo de bebidas alcoólicas e de cigarro e o aumento da obesidade também são fatores de risco

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